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Programa Manuel Querino forma 105 agentes de turismo cultural e criativo na Bahia

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Na última sexta-feira (14), o MTE, por intermédio do Programa Manuel Querino de Qualificação Social (PMQ) e profissional, formou 105 alunos no curso de Agentes Locais de Turismo Cultural e Criativo, em Ibirataia, na Bahia. O secretário de Qualificação, Emprego e Renda do Ministério do Trabalho e Emprego (SEMP/MTE), Magno Lavigne, participou da cerimônia e destacou que o Governo Federal reafirma o seu compromisso com o futuro mais digno, justo e de oportunidades. 

O curso de Agentes Locais de Turismo Cultural e Criativo, é coordenado pela Universidade Federal do Recôncavo da Bahia (UFRB), que teve o seu o Projeto Geração, selecionado pelo MTE dentro do PMQ. O Projeto forma agentes locais com objetivo de impulsionar o turismo cultural e criativo em suas comunidades, contribuindo para dinamizar a economia e fortalecer o desenvolvimento local.

O secretário destacou ainda que é necessário a importância de oferecer oportunidades para as pessoas cresçam profissionalmente. “Juntos podemos fazer Ibirataia começar a ser um polo turístico. Se a cidade avançar, todos avançam juntos”, disse. Ele também acrescentou que cadacertificação representa mais oportunidades, mais autonomia e mais dignidade. Formar nossa juventude é construir futuro, e futuro com raízes fortes nos territórios”, afirmou. 

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Programa Manuel Querino de Qualificação Social e Profissional

No final de 2023, o Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) firmou parceria com 12 universidades e 8 institutos federais, no âmbito do Programa Manuel Querino, para a oferta de 33 mil vagas em cursos de qualificação no país. Desde sua criação, o PMQ já pactuou mais de 182 mil vagas para qualificação, em parceria com estados, municípios, conveniados do Sistema Nacional de Emprego (Sine) e organizações da sociedade civil (OSC).

 

Fonte: Ministério do Trabalho e Emprego

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Brasil

Nova fase da Operação Gota beneficia 20 comunidades indígenas na Amazônia

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A partir do próximo domingo (30), o Ministério da Saúde inicia uma nova fase da Operação Gota para beneficiar 20 aldeias indígenas na Amazônia Legal. A ação amplia o acesso à vacinação para comunidades remotas, onde as condições geográficas e de transporte demandam uma logística 100% via aérea para o deslocamento das equipes de saúde. 

A operação segue até o dia 6 de setembro e contempla as comunidades atendidas pelo Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Amapá e Norte do Pará. A população terá acesso à todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação do Sistema Único de Saúde (SUS). A Operação Gota é uma ação integrada entre as Secretarias de Saúde Indígena (Sesai) e de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA), do Ministério da Saúde, e a Força Aérea Brasileira (FAB), do Ministério da Defesa.

A ação também será realizada em comunidades indígenas do Médio Rio Purus, com atividades previstas entre os dias 10 e 20 de setembro. No primeiro semestre deste ano, também foram atendidos os territórios do Alto Rio Negro, Alto Rio Juruá e Vale do Javari. Nesses três territórios, foram visitadas 112 aldeias, aplicadas 13 mil doses e vacinados mais de 8 mil indígenas.

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Planejamento das ações

Antes das missões, os DSEI realizam o levantamento das comunidades com maior dificuldade de acesso e identificam as pessoas que deverão ser atendidas. Também são definidos os quantitativos de vacinas, insumos e demais recursos necessários para a realização das atividades. Além da vacinação, as equipes podem realizar outros atendimentos de saúde durante as missões, conforme as necessidades identificadas em cada território. Entre as atividades, estão assistência médica, avaliação e acompanhamento nutricional e outras ações de atenção à saúde.

Sobre a Operação Gota

A Operação Gota (OG) é uma estratégia interministerial iniciada em 1989 e coordenada pelo Ministério da Saúde desde 1992, com o objetivo de assegurar o acesso à vacinação em regiões remotas da Amazônia Legal.

Em 1996, a estratégia foi incorporada ao escopo técnico do Programa Nacional de Imunizações (PNI), consolidando-se como importante instrumento para a promoção da equidade no acesso aos imunobiológicos e para o fortalecimento das ações de vacinação em territórios de maior vulnerabilidade geográfica e social.

Leidiane Souza
Rayane Bueno

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Fonte: Ministério da Saúde

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