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Brasil

Programa Cria promove encontro nacional para alinhar ações de prevenção

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Brasília, 22/01/2026 – O V Encontro Nacional das Metodologias de Prevenção do Programa Cria – Prevenção e Cidadania foi realizado nos dias 21 e 22 de janeiro, no Palácio da Justiça. A iniciativa integra as ações do programa desenvolvido pela Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad), do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

O encontro reuniu a equipe nacional das metodologias de prevenção que compõem o Programa Cria, com o objetivo de promover o alinhamento institucional, apresentar os principais resultados alcançados, fortalecer a articulação interinstitucional e pactuar diretrizes estratégicas para a continuidade das ações ao longo de 2026. A programação teve foco no compartilhamento de informações sobre a integração das normas, o monitoramento de dados e a definição de estratégias para a transferência sustentável das metodologias aos territórios.

Na ocasião, a diretora de Prevenção e Reinserção Social da Senad, Nara Araújo, destacou a importância do encontro presencial para o fortalecimento das equipes e das políticas públicas de prevenção. Segundo ela, o evento é essencial para integrar os profissionais que atuam em diferentes regiões do País. “É um momento de reunir pessoas que implementam as metodologias do Cria em diferentes territórios. O encontro fortalece o trabalho coletivo, alinha estratégias, estimula a troca de experiências e valoriza conquistas construídas de forma conjunta”, afirmou.

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Avanços do Programa Cria

Lançado em 2024, o Programa Cria – Prevenção e Cidadania consolidou-se como uma estratégia nacional voltada à proteção de crianças, adolescentes, jovens e comunidades. A iniciativa integra ações de prevenção na infância, proteção em contextos de risco e estratégias territoriais articuladas.

Entre 2024 e 2025, destacam-se a estruturação do projeto em âmbito nacional, a criação e a expansão da Plataforma Cria, desenvolvida em parceria com o Nuppi (UNODC), e a revisão dos materiais metodológicos, com a incorporação de perspectivas de diversidade racial, étnica, de gênero e territorial.

Nesse período, também foram iniciados os processos formativos das metodologias preventivas Elos – Construindo Coletivos, #TamoJunto e Famílias Fortes, ampliando a capacidade técnica de profissionais e gestores nos territórios.

Perspectivas para o novo ano

Para 2026, a expectativa é ampliar a atuação do Programa Cria para 62 municípios, abrangendo as cinco regiões do Brasil. A estratégia inclui o fortalecimento da transferência das metodologias e o aumento da autonomia territorial na implementação das ações. O período será marcado pelo aprimoramento dos processos de monitoramento e avaliação, assegurando que as iniciativas sejam analisadas e aperfeiçoadas continuamente, com base em evidências.

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Outro destaque é o avanço do Pipa – Territórios Preventivos, adaptação brasileira da iniciativa global CH.AM.P.S., do UNODC. A ação fortalece sistemas territoriais de proteção voltados ao desenvolvimento seguro de crianças e adolescentes, com início em Recife (PE), em 2025, e perspectiva de expansão para novos territórios neste ano.

A programação do encontro contou com mesas de abertura, painéis temáticos, grupos de trabalho e momentos de deliberação coletiva. Participaram representantes da Senad, da Fiocruz, de universidades e de organismos parceiros, reafirmando o compromisso do MJSP com políticas públicas de prevenção baseadas em evidências e voltadas à promoção da cidadania.

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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Brasil

Maceió é palco das discussões sobre o futuro da pesca e aquicultura

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O Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) participa da etapa estadual da 4ª Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca, em Maceió (AL) . Depois de passar por Porto Velho (RO), Uberlândia (MG), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Macapá (AP), neste sábado (20/06), foi a vez da capital de Alagoas. O evento discutiu os temais mais relevantes do setor, reunindo pescadores, aquicultores, proprietários de embarcações, pesquisadores e outros interessados para falar sobre o futuro do pescado no Brasil.

“É muito importante estar aqui em Alagoas para debater as políticas públicas com vocês reunindo lideranças dos pescadores e pescadoras, com os representantes do setor aquícola. Também se faz presente o público da pesca amadora esportiva, da pesca industrial. Este é um espaço de diálogo. Alagoas foi o primeiro estado a deflagrar a Conferência. Liderar pelo exemplo é o que Alagoas fez. Além disso, o Governo do presidente Lula está fazendo um esforço para estar presente em todas as Conferências. O que temos de mais valioso nisso são os homens e as mulheres das águas. “, destacou o ministro da Pesca e Aquicultura, Edipo Araújo. 

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Alagoas tem 32 mil trabalhadores no setor pesqueiro. Destes, 59% são mulheres. “As pescadoras têm o papel estratégico para colocar o alimento nas nossas mesas”, enfatizou o ministro Edipo Araújo. 

Retorno da participação social

A última edição da Conferência Nacional de Aquicultura e Pesca foi realizada em 2009. A iniciativa foi retomada pelo Governo para garantir a participação social nas decisões que envolvem a pesca e aquicultura, setores estratégicos para o combate à fome, a geração de renda e a manutenção dos recursos aquáticos.

Neste ano, cada estado realiza uma etapa, que elegerá delegados para participar do evento principal. A Conferência nacional vai ser realizada entre os dias 11 e 13 de novembro, em Brasília (DF). O tema é “De política de governo a política de Estado: sustentabilidade, participação social e continuidade institucional”.

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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