Connect with us


Brasil

Presidente Lula e ministro Silvio Costa Filho participam de cerimônia de ampliação da Refinaria Abreu e Lima em Pernambuco

Publicado em

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos) participam, nesta terça-feira (2), da cerimônia de integração logística e operacional entre o Porto de Suape e a Refinaria Abreu e Lima (Rnest), localizada no Complexo Industrial, em Ipojuca (PE).

Considerada uma das refinarias mais modernas do país, a Rnest possui ligação direta com o complexo portuário de Suape, onde realiza a importação de petróleo bruto e o escoamento dos derivados refinados, como diesel, gasolina e querosene de aviação. O porto, por sua vez, é o principal canal de suprimento e distribuição da refinaria, atuando como elo essencial da cadeia logística de combustíveis nas regiões Norte e Nordeste.

Credenciamento
Profissionais de imprensa interessados em acompanhar o evento deverão solicitar credenciamento até as 19h do dia 1º de dezembro pelo Sistema de Credenciamento de Imprensa disponível no site do Palácio do Planalto.

Profissionais que já possuem o credenciamento anual devem registrar interesse para participar da cobertura. A entrega das credenciais ocorrerá nesta terça-feira (2), entre 8h30 e 9h30, no local do evento.

Leia mais:  Com apoio do Floresta+ Amazônia, Quilombo Cariongo elabora primeiro Plano de Gestão Territorial e Ambiental Quilombola do Maranhão

Serviço
O quê: Cerimônia de integração logística entre o Porto de Suape e a Refinaria Abreu e Lima
Quando: Terça-feira, 2 de dezembro
Horário: 11h
Onde: Refinaria Abreu e Lima – Rodovia PE-60, Km 10, Parque Industrial de Suape, Ipojuca (PE)

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

Comentários Facebook

Brasil

Ministério da Saúde apresenta modelo de atenção à saúde indígena no México

Published

on

Em agenda oficial na Cidade do México, a comitiva do Ministério da Saúde compartilhou a experiência do Brasil na gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena (SasiSUS). O encontro acontece na mesma semana em que a política pública voltada à saúde dos povos indígenas completa 27 anos. No Brasil, o subsistema integrado ao Sistema Único de Saúde (SUS) atende a mais de 821 mil indígenas, em todas as cinco regiões do país.

A Secretária de Saúde Indígena do Ministério da Saúde, Lucinha Tremembé, esteve à frente da apresentação do tema durante reunião com representantes do governo mexicano. Segundo ela, o SasiSUS possui princípios que promovem a escuta ativa, fomentam o diálogo e a participação direta dos povos indígenas nas decisões.

“O acesso à saúde é um direito de todos e o Brasil construiu um subsistema que realmente prioriza e valoriza a história dos povos indígenas, e é por isso que nossas experiências interessam a outras nações. O SasiSUS é mais do que uma política de Estado; esse modelo fortalece a saúde com equidade, promove a cidadania e o controle social, com respeito às especificidades, às culturas e aos saberes tradicionais”, ressaltou.

Leia mais:  Guia Nacional orienta como construir e adaptar unidades de saúde preparadas para eventos climáticos extremo

O diálogo entre representantes do Brasil e do México também abordou temas como medicina tradicional indígena, participação de parteiras nos sistemas de saúde, direitos humanos, formação de especialistas e interculturalidade. O intercâmbio de conhecimentos sobre desafios e experiências amplia as possibilidades futuras de cooperação técnica entre os países.

Como funciona o SasiSUS

Criado em 23 de setembro de 1999, o SasiSUS conta com 34 Distritos Especiais de Saúde Indígena (DSEI), que estão distribuídos em todo o território nacional. Esse modelo promove a atenção integral à saúde de forma intercultural e alinha a medicina contemporânea com os saberes tradicionais. Dentro das aldeias, as Unidades Básicas de Saúde Indígena (UBSI) são o ponto inicial de atenção primária para os povos indígenas.

A rede de assistência ligada ao subsistema também contempla o suporte de polos-base, localizados em aldeias estratégicas e possuem a função de organizar os fluxos de atendimentos, além de prestar apoio administrativo e assistencial para as equipes de saúde. Quando são necessários serviços especializados ou de média e alta complexidade, os usuários indígenas são encaminhados para as unidades de média e alta complexidade do SUS. Enquanto recebem atendimento nos centros urbanos, os pacientes indígenas e seus acompanhantes são acolhidos pelas Casas de Apoio à Saúde Indígena (CASAI) até o retorno às suas aldeias de origem.

Leia mais:  SUS passa a oferecer imunobiológico para proteger bebês e crianças com comorbidades contra a bronquiolite

Ao todo, são 1.211 UBSI, 388 polos-base e 70 Casai. Os atendimentos no SasiSUS são realizados por equipes multidisciplinares de saúde indígena, compostas por médicos, enfermeiros, dentistas, técnicos, nutricionistas, psicólogos e assistentes sociais. Também há atuação de Agentes Indígenas de Saúde (AIS) e de Saneamento (AISAN), que promovem a ponte linguística e cultural entre os povos e os demais profissionais de saúde.

Rayane Bueno
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262