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President of COP15 participates in tree planting at Carandá Bosque, Campo Grande

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On Saturday (March 28), starting at 1:00 p.m. (local time), the President of COP15 and Executive Secretary of Brazil’s Ministry of the Environment and Climate Change (MMA), João Paulo Ribeiro Capobianco, will take part in the Tree Planting Activity at Carandá Bosque neighborhood in Campo Grande.

The initiative is highlighted as the main urban environmental legacy of the 15th Meeting of the Conference of the Parties to the Convention on the Conservation of Migratory Species of Wild Animals (CMS COP15).

Also attending will be the Executive Secretary of CMS, Amy Fraenkel, the State Secretary for Environment, Development, Science, Technology and Innovation (SEMADESC) of the Government of Mato Grosso do Sul, Jaime Verruck, the Mayor of Campo Grande, Adriane Barbosa Nogueira Lopes, and the Deputy Secretary of the State Secretariat for Government and Strategic Management (SEGOV), Ana Carolina Araújo Nardes, as well as representatives of the Government of Mato Grosso do Sul and the Castoldi Scout Group.

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Promoted by the Brazilian Presidency of COP15, in partnership with the Municipality of Campo Grande—responsible for providing the planting site and seedlings—and the Government of Mato Grosso do Sul, this high-level action will bring together authorities, heads of delegation, guests, and representatives of the Parties, who are encouraged to designate representatives to take part in the collective planting, reinforcing the shared commitment to biodiversity conservation and sustainability, in line with the spirit of the conference: “Connecting Nature to Sustain Life.”

Approximately 250 seedlings of native Cerrado species and fruit trees, such as ipês, jacarandás, and angicos, will be planted. The species were selected for their ecological value in supporting pollinators, birds, and other forms of wildlife. The initiative also contributes to offsetting greenhouse gas emissions associated with COP15, while establishing a permanent green space that will serve as a habitat and refuge for migratory species in the host city, strengthening urban biodiversity and ecological connectivity.

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The program includes transportation departing from the COP15 Blue Zone at 1:00 p.m., followed by the ceremony and planting activity. Afterward, participants will be taken to Bioparque Pantanal for a guided technical visit.

REGISTRATION: To participate, please fill out the form at THIS LINK  

SERVICE:

President of COP15 participates in tree planting at Carandá Bosque, Campo Grande

🗓️ Date: Saturday, March 28, 2026
Time: 1:30 p.m. (local time) → departure from the Blue Zone at 1:00 p.m.
📍 Location: Carandá Bosque neighborhood, Campo Grande – MS

Special Advisory for Social Communication of the MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Access the MMA Flickr account

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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População quilombola passa a contar com política nacional de saúde integral

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Para organizar a resposta do Sistema Único de Saúde (SUS) às necessidades da população quilombola, foi pactuada nesta quinta-feira (27/08), a Política Nacional de Saúde Integral da População Quilombola (PNASQ) no âmbito do SUS. A medida contou com a aprovação de gestores locais, estaduais e federais da saúde, durante a 8ª Reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT), em Brasília (DF).

A PNASQ foca na superação de barreiras estruturais de acesso à saúde e no combate ao racismo e às desigualdades étnico-raciais que atingem as comunidades tradicionais. Para o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Adriano Massuda, a normativa busca incorporar as especificidades do território, cultura, identidade quilombola e trajetória ancestral ao planejamento e organização do cuidado no SUS.

“Essa política é resultado de uma luta histórica dos povos quilombolas pelo reconhecimento de suas vulnerabilidades, combate ao racismo e defesa da equidade em saúde. Hoje selamos a responsabilidade compartilhada entre estados, municípios e a união pela garantia do direito à saúde, à redução das desigualdades e à melhoria das condições de saúde e qualidade de vida dessa população”, destacou Massuda.

 A aprovação da política também foi comentada por lideranças quilombolas que atuam pela ampliação do acesso à saúde e pelo reconhecimento da cultura e identidade quilombola. Para Marinho da Estiva, coordenador Nacional da Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ), a expectativa é que a política possa acolher e cuidar das comunidades com respeito à sua história. “A gente espera que o nosso povo, as nossas práticas, os nossos saberes ancestrais na saúde do nosso povo quilombola sejam respeitados, nos postos de saúde, hospitais, pelas pessoas que estão na ponta”, reforçou.

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 As responsabilidades pela implementação da política serão compartilhadas e organizadas entre os três entes, cabendo à União a coordenação das ações da política – define diretrizes, apoia de forma técnica, informa e monitora; aos estados a articulação e apoio aos municípios para promoção da regionalização; e aos municípios a implementação, com planejamento, qualificação da atenção e promoção da participação social. A PNASQ utilizará os instrumentos do próprio SUS para viabilizar as suas ações, com financiamento também compartilhado entre as três esferas de gestão.

Participação social e equidade A política recebeu contribuições de gestores e da sociedade civil, por meio de consulta pública, conferências de saúde e recomendação do Conselho Nacional de Saúde (CNS), além de contar com um amplo e qualificado processo de diálogo com lideranças quilombolas, em uma agenda participativa e democrática de construção conjunta das propostas.

 “Estou dentro desse processo desde o começo. O Ministério da Saúde nos ouviu, nós sentamos e conversamos sobre a nossa política. E nós tivemos essa vitória. Para nós, ter essa conquista e chegar até onde nós chegamos, é um dia de muita alegria, de honra, mas sabemos que a caminhada está só começando. Sei que temos muitos desafios pela frente”, comemorou a quilombola Tereza de Jesus da Silva, integrante do Coletivo Nacional de Saúde Quilombola Graça Epifânio, da CONAQ.

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 Próximos passos

Com a pactuação federativa, o próximo passo para implementação da PNASQ é a construção de um plano operativo nacional, que definirá as prioridades, ações, metas, indicadores e responsabilidades dos gestores. Também serão criados instrumentos de monitoramento e avaliação da política, com estratégias, orientações e ferramentas para apoiar gestores na implementação e no enfrentamento das iniquidades e desigualdades as quais estão expostas as populações quilombolas.

Comunidades quilombolas

Para o SUS, as comunidades quilombolas são povos tradicionais definidos por sua ancestralidade, cultura e uma territorialidade que vai além da regularização das terras, servindo como espaço coletivo de reprodução social e identidade. Segundo o Censo de 2022, o Brasil possui mais de 1,3 milhão de quilombolas distribuídos por 1.696 municípios, com a maior concentração na Região Nordeste e, especificamente, no estado da Bahia.

 Apesar desse contingente, apenas 12,6% da população quilombola reside em territórios oficialmente delimitados. Diante disso, a PNASQ estende sua cobertura também aos contextos urbanos e favelas, reconhecendo que a autoidentificação e os vínculos étnico-raciais e comunitários independem de o território ser rural ou formalmente titulado.

Para garantir a integralidade do cuidado, é fundamental que as especificidades quilombolas sejam integradas aos processos de regionalização e regulação do SUS, assegurando o acesso a consultas especializadas, urgências e assistência farmacêutica.

Tatiany Volker Boldrini
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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