Connect with us


Agro

Prêmio Mulheres do Agro 2026 abre indicações para categoria de Ciência e Pesquisa

Publicado em

Indicações abertas para pesquisadoras do agro

Estão abertas as indicações para a categoria “Ciência e Pesquisa” da 9ª edição do Prêmio Mulheres do Agro. Entre os dias 15 e 30 de abril, o público pode indicar mulheres que atuam no setor agropecuário e se destacam por sua trajetória científica e contribuições relevantes para o desenvolvimento do setor.

Podem ser indicadas pesquisadoras e cientistas vinculadas a instituições de pesquisa, cujos projetos tenham promovido avanços no campo, especialmente nas áreas de inovação, sustentabilidade, gestão e impacto social. A participação é aberta a candidatas de todo o Brasil, por meio do site oficial do prêmio.

Etapas do processo de seleção

Após a fase de indicações, as profissionais indicadas deverão confirmar sua participação na premiação, seguindo as orientações da organização e preenchendo as informações exigidas.

Na sequência, as candidatas terão suas trajetórias avaliadas por uma banca formada por especialistas, que analisará os resultados alcançados dentro e fora do campo, bem como os impactos gerados por seus trabalhos.

As três melhores avaliadas avançam para a etapa final, que será definida por votação popular.

Leia mais:  MBRF amplia presença global e vê aumento na demanda por alimentos halal fora do Oriente Médio
Premiação acontece no segundo semestre

A vencedora da categoria será anunciada em uma cerimônia prevista para o segundo semestre de 2026, na cidade de São Paulo.

O evento é organizado pela Bayer, em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG), responsáveis pela criação e realização do Prêmio Mulheres do Agro desde a sua primeira edição.

A premiação também integra as ações comemorativas pelos 130 anos da Bayer no Brasil, reforçando o compromisso com o reconhecimento da atuação feminina no agronegócio.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook

Agro

Colheita da safra de verão avança com desafios de preços e clima; especialistas alertam para seguro e gestão de perdas

Published

on

O avanço da colheita das lavouras de verão no Brasil ocorre em um cenário de produtividade variável e preços pressionados, exigindo atenção redobrada dos produtores rurais. Diante das incertezas climáticas e financeiras, especialistas reforçam a importância de documentar perdas e adotar medidas para resguardar direitos.

Produtividade varia entre culturas e regiões

No caso do arroz, a produtividade tem sido considerada satisfatória em diversas regiões produtoras. No entanto, os preços permanecem abaixo do custo de produção, comprometendo a rentabilidade.

Já a soja apresenta bom potencial produtivo na maior parte do país, embora enfrente impactos pontuais causados pela irregularidade das chuvas, especialmente em áreas afetadas por estiagens.

Riscos climáticos e oscilações afetam atividade rural

Segundo o advogado Frederico Buss, da HBS Advogados, a atividade rural está sujeita a uma série de riscos, como variações climáticas, oscilações de mercado e mudanças cambiais.

Em estados como o Rio Grande do Sul, eventos climáticos extremos, como estiagens e excesso de chuvas, têm provocado perdas expressivas nas últimas safras, especialmente em culturas como soja e milho.

Documentação é essencial para comprovar perdas

Um dos principais desafios enfrentados pelos produtores é a dificuldade para renegociar ou prorrogar contratos de crédito devido à ausência de documentação adequada que comprove os prejuízos.

Leia mais:  Finalmente liberados os R$ 12 bilhões para renegociar dívidas rurais

De acordo com Buss, em casos de redução de produtividade causada por fatores climáticos, é fundamental a elaboração de um laudo técnico por profissional habilitado, com anotação de responsabilidade técnica, que permita quantificar e justificar as perdas.

Vistorias realizadas por instituições financeiras também podem ser utilizadas como comprovação. No entanto, decretos municipais de emergência ou calamidade não substituem a necessidade de comprovação individual.

Seguro agrícola exige comunicação imediata

Outro ponto de atenção é o acionamento do seguro agrícola. Em caso de sinistro, o produtor deve comunicar imediatamente a seguradora, preferencialmente antes do início da colheita, e aguardar autorização para dar continuidade aos trabalhos.

Durante as vistorias, a recomendação é contar com acompanhamento técnico. Além disso, o produtor deve ler atentamente o laudo antes de assiná-lo e, em caso de discordância, registrar formalmente sua posição.

Mesmo quando há cobertura securitária, a elaboração de laudo agronômico próprio e a organização de documentos que comprovem os investimentos na lavoura continuam sendo medidas essenciais.

Registros podem garantir direitos e facilitar renegociação

A organização de documentos pode ser decisiva em disputas administrativas ou judiciais. Com base nesses registros, o produtor pode avaliar a viabilidade de renegociar ou prorrogar compromissos financeiros.

Leia mais:  Governo de Mato Grosso declara emergência zoossanitária por causa da gripe aviária

O Manual de Crédito Rural prevê a possibilidade de prorrogação de dívidas em casos de perdas comprovadas, sem incidência de juros ou multas, desde que a solicitação seja formalizada antes do vencimento.

Orientação jurídica é recomendada em contratos fora do crédito rural

Para contratos que não fazem parte do sistema de crédito rural, a recomendação segue a mesma linha. Em situações de dificuldade de pagamento, o produtor deve buscar orientação jurídica e iniciar negociações de forma preventiva, antes que o caso evolua para disputas judiciais.

Diante de um cenário desafiador, a adoção de boas práticas de gestão, documentação e planejamento financeiro se torna fundamental para minimizar riscos e garantir a sustentabilidade da atividade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262