Paraná
Pós-Covid: UEM encerra calendário acadêmico de 2022 e começa novo ano em junho
A Universidade Estadual de Maringá (UEM) encerrou nesta semana o ano letivo de 2022. Ele foi iniciado em 18 de junho de 2022, ainda na esteira das mudanças provocadas pela pandemia da Covid-19.
O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) aprovou, em 3 de março, o calendário acadêmico de 2023, que prevê o início das aulas presenciais em 26 de junho e fim do período letivo em 23 de março de 2024 (o 1ª semestre vai de 26/06 a 24/10 e o 2º semestre de 01/11 a 16/03).
Os 15.442 alunos dos cursos de graduação da UEM devem ficar atentos ao novo calendário. Além disso, segundo a resolução n.º 003/2023-CEP, a semana de integração entre calouros e veteranos está prevista para o dia 19 a 21 de junho.
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O prazo para as inscrições nos processos especiais de ingresso para o ano letivo de 2023 na instituição, para transferência interna e externa, portadores de diploma e reingresso encerra neste domingo (7). O resultado sai no dia 5 de junho. O processo de inscrição será on-line.
A UEM permitirá participar do processo de ingresso nos cursos de graduação, somente a partir da 2ª série, na existência de vagas, cujos pedidos serão analisados pela coordenação do curso, obedecidas às normas da Resolução n.º 012-2021-CEP.
A publicação de editais, orientações, convocações, solicitações, resultados e demais procedimentos serão efetuados exclusivamente por meio da internet. Dúvidas ou outras informações devem ser encaminhadas no e-mail: [email protected]
Para acessar o edital que regulamenta esse processo clique aqui.
Fonte: Governo PR
Paraná
Tribunal do Júri de Guaíra condena a 31 anos e três meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por feminicídio de adolescente indígena
O Tribunal do Júri de Guaíra, no Oeste do estado, condenou nesta sexta-feira, 24 de julho, um homem de 68 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio de uma adolescente de 17 anos, integrante da comunidade indígena Avá-Guarani. A pena fixada foi de 31 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que já estava preso preventivamente, permanecerá recolhido para o cumprimento da condenação.
Áudio do Promotor de Justiça Renan Guilherme Góes de Lima
O crime ocorreu em 20 de fevereiro de 2025, na Aldeia Tekoha Yhovy, em Guaíra. Conforme apurado nas investigações, o denunciado foi até a residência da vítima e, aproveitando-se do momento em que ela estava sozinha na companhia de duas crianças, desferiu diversos golpes de arma branca contra a adolescente, que morreu no local. Após o crime, o autor fugiu.
Denúncia – Na denúncia, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi praticado por razões da condição do sexo feminino, no contexto de relação íntima de afeto e de menosprezo à condição de mulher, configurando o crime de feminicídio. Também foram reconhecidas as qualificadoras do emprego de meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida em sua própria residência.
Durante o julgamento, os integrantes do Conselho de Sentença acolheram integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, condenando o réu por feminicídio qualificado, conforme descrito na denúncia. Os jurados rejeitaram os argumentos da defesa, que buscava afastar a qualificadora do feminicídio e sustentava a ocorrência de legítima defesa.
Indenização – Na sentença, o Juízo também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.
Justiça – O julgamento foi integralmente acompanhado por representantes da comunidade indígena Avá-Guarani. O crime chocou toda a comunidade e a presença foi modo encontrado pelos indígenas para demonstrar a busca pela justiça e respeito à memória da adolescente.
Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226
Fonte: Ministério Público PR
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