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Brasil

Porto do Pecém registra alta de 37% na movimentação de contêineres e avança em obras de expansão

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O Porto do Pecém, no estado do Ceará, movimentou 444.999 TEUs entre os meses de janeiro e agosto de 2025, resultado que representa uma alta de 37% em relação ao mesmo período do ano anterior, segundo dados do Complexo. O crescimento foi impulsionado pela consolidação de quatro rotas regulares de contêineres: duas para a Europa, uma para os Estados Unidos e, desde este ano, uma nova rota para a Ásia. Apenas essa rota já responde por 15% do total movimentado, reforçando a posição do Pecém como hub logístico estratégico.

O ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho, destacou que o desempenho reflete o potencial logístico do Nordeste e a importância dos investimentos em infraestrutura para o país. “O resultado do Porto do Pecém mostra a força do Ceará e do Nordeste no comércio exterior e reforça a importância de investimentos em infraestrutura portuária. Com as obras de expansão e a chegada de novos empreendimentos, vamos ampliar a competitividade do Brasil, gerar empregos e abrir ainda mais o país para o mercado internacional”, afirmou.

O presidente do Complexo do Pecém, Maximiliano Quintino, destacou os resultados positivos registrados neste ano. “Em 2025, já alcançamos 444.999 TEUs, um crescimento de 37% sobre o ano anterior. A nova rota para a Ásia, iniciada este ano, já representa 15% da movimentação de contêineres e tem sido fundamental para esse resultado. Com a implantação do Berço 11, a ampliação do Píer 2 e a construção do Corredor de Utilidades, teremos ainda mais capacidade de atender à cadeia produtiva e empreendimentos estratégicos do Complexo, como o Hub de Hidrogênio Verde, a Transnordestina, a Supergasbras e a Dislub”, afirmou.

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Nos últimos três anos, Pecém movimentou 53 milhões de toneladas: 16,9 milhões em 2022, 17,1 milhões em 2023 e 19 milhões em 2024. De janeiro a junho deste ano, foram 9,5 milhões de toneladas, crescimento de 6,7% em relação ao mesmo período do ano anterior. Atualmente, o Porto concentra 79,8% da movimentação portuária do Ceará, enquanto o Porto de Fortaleza responde por 20,1%.

A cabotagem é o tipo de navegação mais utilizado, representando 63% do total movimentado entre 2022 e 2025, contra 37% do longo curso. Entre as principais mercadorias movimentadas no porto, os contêineres ocupam a primeira posição (4,0 milhões de toneladas), seguidos de minério de ferro (2,5 milhões de toneladas) e ferro e aço (1,7 milhão de toneladas).

Paralelamente ao desempenho operacional, Pecém executa seu Plano Diretor e de Expansões, com obras estruturantes previstas para iniciar ainda em 2025. A primeira será a implantação do Berço 11 no Terminal de Múltiplas Utilidades (TMUT), com 350 metros de extensão, dragagem de 1,3 milhão de m³ e quebra-mar de 450 metros. Na sequência, está prevista a ampliação do Píer 2, que adequará os berços para movimentação de granéis líquidos como derivados de petróleo, GLP e hidrogênio em forma de amônia. O cronograma inclui ainda a construção dos Corredores de Utilidades, faixas de infraestrutura que vão integrar dutos de amônia, gasodutos, adutoras, emissários de efluentes e linhas de transmissão, garantindo suporte logístico à área industrial do Complexo.

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Essas intervenções vão beneficiar diretamente empreendimentos estratégicos em instalação ou previstos para o Pecém, como o Hub de Hidrogênio Verde, que contará com uma subestação dedicada de 500 kV e área de 1.700 hectares na ZPE, além do Terminal de Tancagem da Dislub, a Transnordestina e o terminal de GLP da Supergasbras.

De acordo com o Complexo do Pecém, não há previsão de novos serviços marítimos ou rotas internacionais ainda em 2025, e as metas oficiais de movimentação para 2026 não foram divulgadas até o momento.

Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

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O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.

“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Foto: Rafael Nascimento/MS
Foto: Rafael Nascimento/MS
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Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:

  • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
  • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
  • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
  • Hospital José Silveira (BA)
  • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
  • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
  • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
  • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.

Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil

No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.

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Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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