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Porto de Itajaí cresce em 8 meses 127% acima do registrado em todo o ano passado e Ministério apresenta cronograma de arrendamento definitivo

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A movimentação do Porto de Itajaí (SC) entre janeiro e agosto foi 127% maior do que a registrada em todo o ano passado, com as medidas em curso para a modernização da operação portuária na região, segundo o Ministério de Portos e Aeroportos, que apresentou esta semana cronograma de arrendamento definitivo do porto. A previsão é de que a modelagem técnica do arrendamento, que está em processo acelerado no Ministério, seja encaminhada ainda em novembro à Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) e na sequência ao Tribunal de Contas da União (TCU).

De acordo com dados estatísticos da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) de janeiro a agosto deste ano, o Porto de Itajaí já movimentou 2,5 milhões de toneladas, o que representa, em oito meses, mais que o dobro do total movimentado durante todo o ano passado (1,1 milhão de toneladas). A movimentação no porto catarinense se intensificou a partir do segundo semestre, com maior movimentação de contêineres.

Além do arrendamento definitivo, um dos principais projetos do MPor para Itajaí é a concessão do canal de acesso, prevista para início de 2026 e que seguirá o modelo de sucesso adotado para o leilão do Porto de Paranaguá. O porto paranaense foi a leilão na semana passada, em uma disputa acirrada, que resultará em investimentos de R$ 1,2 bilhão.

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O Ministério também deu início ao processo de criação da Companhia Docas de Santa Catarina, evidenciando a prioridade do porto para o governo federal e para a economia brasileira.

“Em maio, junto como presidente Luiz Inácio Lula da Silva, anunciamos a criação da autoridade portuária, que vai trazer modernização, segurança, eficiência logística e ampliação da capacidade, atuando ainda como vetor de desenvolvimento econômico e de melhoria na qualidade de vida da população”, afirmou o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

“Em 2023, diante da situação de paralisação das operações, a Antaq promoveu uma solução ágil para a retomada da atividade no Porto de Itajaí por meio de um contrato transitório. Agora é o momento de darmos o próximo passo: realizar o leilão do contrato definitivo, garantindo novos investimentos e resgatando todo o potencial de movimentação e competitividade do Porto de Itajaí”, afirmou Frederico Dias, diretor-geral da Antaq.

“O terminal de contêineres de Itajaí já teve papel de protagonismo e relevância no passado, principalmente com a movimentação de proteína animal para exportação. O porto passou por momento de muita dificuldade, sem operar por um ano e meio, e com a retomada da atividade, vem apresentando bons resultados. Fazer o leilão é algo extremante importante para que possamos de forma justa colocar Itajaí de volta em lugar de destaque junto aos portos brasileiros”, afirmou o secretário Nacional de Portos do MPor, Alex Ávilla.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Contratualização no SUS e os desafios da gestão municipal são debatidos durante o Conasems

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O financiamento da saúde, os modelos de contratação e os principais desafios da gestão municipal estiveram no centro do seminário “Contratualização no SUS: planejamento, instrumentos jurídicos e desafios da gestão municipal”, realizado na manhã desta terça-feira (14), durante o Congresso do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), em Porto Alegre. O debate reuniu representantes da gestão pública e especialistas para discutir a contratualização como ferramenta essencial para a organização das redes de atenção à saúde e para a execução das políticas públicas nos territórios. 

Representando o Ministério da Saúde, o secretário adjunto de Atenção Especializada à Saúde, Carlos Amilcar Salgado, destacou a necessidade de um planejamento claro para a contratualização e chamou a atenção para os desafios relacionados ao financiamento do sistema, especialmente diante dos custos da atenção especializada. “Precisamos, antes de tudo, ter clareza sobre o que se pretende contratar. A contratualização começa pelo planejamento, pela identificação das necessidades da rede e pela definição dos resultados que se espera alcançar”, afirmou.

O Ministério da Saúde prevê que o financiamento será uma questão central para o SUS nos próximos anos. Será necessário construir soluções para garantir a sustentabilidade e a ampliação do acesso.

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Seminário debate “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”

Durante o seminário “Atenção Especializada e a Integralidade na RAS”, realizado na tarde desta terça-feira (14), o Ministério da Saúde abordou como o planejamento, o financiamento e a governança fortalecem o cuidado integral no SUS.

Para os técnicos do Ministério, a Atenção Especializada não pode ser vista como uma série de serviços isolados, e sim como um componente estratégico na rede que precisa estar articulado com a Atenção Primária. A integralidade é considerada um eixo estruturante, com a APS coordenando o cuidado, tendo a Atenção Especializada como apoio técnico que amplia a capacidade resolutiva e garante a continuidade assistencial. Além dessa integração, a organização da jornada do usuário também é fundamental para garantir atendimento no tempo certo e evitar desperdícios.

Vigilância epidemiológica

No painel “O papel da vigilância em saúde na redução da mortalidade nos territórios”, o debate técnico destacou a importância do uso de informações epidemiológicas para orientar o planejamento das ações de saúde e apoiar a redução de mortes evitáveis. Entre os temas abordados estiveram o monitoramento das doenças e dos agravos não transmissíveis, das violências e dos acidentes, a qualificação dos sistemas de informação e a integração entre vigilância, Atenção Primária e demais políticas públicas. Também foram apresentadas experiências desenvolvidas por estados e municípios para fortalecer a promoção da saúde, a prevenção e a vigilância nos territórios.

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A organização regional da imunização no Sistema Único de Saúde (SUS) e as estratégias voltadas à ampliação e qualificação das coberturas vacinais também estiveram em debate durante a programação técnica do 39º Congresso do Conasems. O painel abordou temas como planejamento territorial, monitoramento de indicadores e organização das ações de vacinação, com destaque para o microplanejamento como instrumento de apoio à definição de estratégias adaptadas às diferentes realidades dos municípios.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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