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Brasil

População deve estar alerta sobre golpes virtuais durante pandemia da Covid-19

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) alerta a população sobre golpes virtuais que estão sendo aplicados por criminosos durante a pandemia da Covid-19. A tentativa dos criminosos é a de obter informações privilegiadas das vítimas, como dados bancários, senhas e informações de cartões de crédito.

A PCPR orienta que nenhuma informação seja fornecida pela internet sem que se tenha certeza sobre a confiabilidade do website. Via de regra, o usuário deve desconfiar de ofertas gratuitas.

Os criminosos têm criado sites falsos, semelhantes aos de instituições oficiais, com o objetivo de aplicar golpes. Em geral as vítimas são assediadas através de mensagens de celular, WhatsApp, email ou postagem em mídias sociais com links maliciosos. Nesses casos, a vítima não deve clicar no link.

Os tipos de golpes já identificados são agendamento do teste de coronavírus em casa, aplicativos que rastreiam a doença pelo mundo, álcool em gel da Ambev, vacina contra o coronavírus, acesso grátis à Netflix e kit gratuito com máscara e álcool em gel.

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Para informações de como registrar um Boletim de Ocorrência relativo a crimes de estelionato, o usuário deve consultar a página no link.

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Brasil

Covid-19: impactos da pandemia fecham as portas de 716 mil empresas, diz IBGE

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O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) informou nesta quinta (16) que 1,3 milhão de empresas brasileiras estavam com atividades encerradas temporária ou definitivamente na primeira semana de junho. Dentre elas, 716 mil não abrirão mais as portas.
Os dados fazem parte da primeira edição da pesquisa Pulso Empresa: Impacto da Covid-19 nas empresas, lançada pelo instituto na semana passada. A pesquisa detectou também que apenas um terço das empresas brasileiras demitiu e só 13% tiveram acesso ao auxílio federal para pagar empregados.

Entre as empresas que encerraram as atividades, mesmo que temporariamente, 40% delas disseram ter tomado a decisão por causa da pandemia do novo coronavírus. O impacto foi disseminado em todos os setores da economia, chegando a 40,9% entre as empresas do comércio, 39,4% dos serviços, 37,0% da construção e 35,1% da indústria.

Entre as empresas que encerraram definitivamente suas atividades, 99,8% (ou 715,1 mil) eram de pequeno porte. Apenas 0,2% (1,2 mil) eram consideradas intermediárias e nenhuma era de grande porte, disse o instituto.

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No grupo das 2,7 milhões de empresas que permaneceram em atividade, 70% relataram que a pandemia teve impacto geral negativo sobre os negócios. Para 13,6%, por outro lado, a pandemia trouxe oportunidades e que teve um efeito positivo sobre a empresa.

No setor de serviços, 74,4% das empresas disseram ter sentido efeitos negativos, o maior índice entre os segmentos pesquisados. Na indústria, foram 72,9%, na construção 72,6% e no comércio, 65,3%.

Os dados sinalizam que a Covid-19 impactou mais fortemente segmentos que, para a realização de suas atividades, não podem prescindir do contato pessoal, têm baixa produtividade e são intensivos em trabalho”, disse Alessandro Pinheiro, Coordenador de Pesquisas Estruturais e Especiais em Empresas do IBGE.

Para 63,7% das empresas ainda em atividade ouvidas pelo IBGE, houve dificuldades em realizar pagamentos de rotina em relação ao período anterior a pandemia. Cerca 60% delas mantiveram o número de funcionários na primeira quinzena de junho em relação ao início da pandemia. Dentre as que reduziram o número de pessoal ocupado, 37,6% reportaram uma redução inferior a 25% do pessoal e 32,4% uma redução entre 26% e 50% do número de pessoal ocupado.

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Segundo o IBGE, 12,7% das empresas relataram ter conseguido uma linha de crédito emergencial para realizar o pagamento da folha salarial dos funcionários. Outras 44,5% empresas afirmaram ter adiado o pagamento de impostos.

 

 

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