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Política

Policiais reclamam de proposta de Ratinho Jr, mas ainda descartam greve

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Bem Paraná-Narley Resende

Policiais civis, entre delegados, investigadores, papiloscopistas, decidiram não aderir imediatamente à greve de servidores públicos estaduais que envolve outras 30 categorias e chega nesta quarta-feira (3) ao nono dia. Apesar disso, os representantes dizem não concordar com a proposta apresentada na manhã desta quarta pelo governador Ratinho Junior (PSD), de 5,09% de reajuste parcelado em 3,5 anos.

“(A proposta) nos pegou de surpresa, porque quando nós fizemos a carreata e nos reunimos com o governador ficamos muito felizes e criamos uma expectativa porque os 17% que é a nossa defasagem seriam de alguma forma adimplido ainda que de forma parcelada. Por exemplo, 4,94% agora, 1% em outubro e 1% em dezembro, dividindo o resto nas datas-base de 2020, 21 e 22”, afirmou nesta tarde o o delegado Daniel Fagundes, presidente da Associação dos Delegados de Polícia Civil do Paraná (Adepol).

Assembleia

Apesar de reclamar da proposta, Fagundes afirma que os policiais devem continuar trabalhando. Uma assembleia foi convocada para o dia 12 de julho. A categoria irá votar pela adesão à chamada “Operação Padrão” até que o governo apresente uma proposta dentro da realidade esperada pela classe. “Demos nosso posicionamento ao senhor governador, os 17% devidos pelo estado podem ser parcelados,  menos que isso torna-se inaceitável. A classe irá decidir se adota a operação padrão por tempo indeterminado”, disse o presidente da Adepol. “Nós não podemos aceitar supressão de direitos. (…) o governador está esquecendo dos 12% que ficaram para trás e está esquecendo das datas-bases futuras”, reclamou.

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Negociação

Faguntes abriu a coletiva de imprensa elogiando o governador que recebeu os agentes de segurança nesta terça-feira (2). “Somos gratos ao governador em cumprir seu dever de detentor do mantado eletivo e único legitimado para tratar desse tipo de negociação e sentou na mesa com os servidores policiais civis e com os irmãos de armas da Polícia Militar e com os agentes penitenciários e Polícia Científica”, disse.

Na reunião, segundo o presidente da Adepol, ficou subentendido entre os servidores que haveria uma solução melhor para a categoria. “Ele (governador) apresentou os argumentos dele, de que diziam que havia dinheiro em caixa que não havia, e nós demos os nossos argumentos, de que a data-base é um direito constitucional, que o nosso salário encontra-se congelado há quatro anos e que o governo teria condições, sim, de adimplir com os 17%, porém não de uma vez só, de forma parcelada ao longo de quatro anos”, disse.

Nesta quarta-feira (3) à noite, haverá uma reunião do Conselho Deliberativo, que envolve também representantes da Adepol, Sinclapol e Sidepol.

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Política

Eleitores têm até 6 de maio para procurar cartório e regularizar situação eleitoral

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Para votar nas Eleições Municipais de 2020, os eleitores devem estar atentos ao prazo de 6 de maio, que é o último dia para regularizar a situação na Justiça Eleitoral. A partir do dia 7 de maio até o final da eleição, o Cadastro Eleitoral ficará fechado – período em que nenhuma alteração poderá ser efetuada no registro do eleitor –, sendo permitida somente a emissão da segunda via do título. Esse prazo é importante para que a Justiça Eleitoral tenha um retrato fiel do eleitorado que participará do pleito.
Diversos serviços podem ser solicitados diretamente nos cartórios eleitorais, sem a necessidade de intermediação de terceiros. São eles: emissão do título de eleitor, transferência de domicílio eleitoral, revisão dos dados e cadastramento biométrico, entre outros. Todos esses serviços são gratuitos.

Dia 6 de maio também é a data-limite para o cidadão procurar o cartório para pedir a mudança de domicílio eleitoral e regularizar sua situação, estando apto a exercer o direito de voto.

É possível verificar a regularidade do título acessando o Portal do TSE. Basta clicar em Serviços ao Eleitor e, depois, em Situação Eleitoral. As informações necessárias são nome completo e data de nascimento.

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Fonte: Blog Politica em Debate

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