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Estado envia à Assembleia projeto que viabiliza US$ 100 milhões para Fundo Estratégico

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O Governo do Estado encaminhou um projeto de lei para a Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) para contratar operação de crédito externo de US$ 100 milhões para o Fundo Estratégico do Paraná (FEPR) junto ao Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID). O valor será destinado para investimentos, governança, enfrentamento de desastres e sustentabilidade fiscal.

Fundo Estratégico é um mecanismo voltado a impulsionar o desenvolvimento socioeconômico com responsabilidade fiscal e ambiental. A iniciativa vai permitir ao Paraná investir de forma mais moderna, eficiente e estratégica, ampliando sua capacidade de atrair empresas, gerar empregos e fomentar setores-chave da economia.

O envio coincide com a missão técnica junto ao BID, que acontece ao longo desta semana na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa). Além de ajustar pontos necessários à execução do aporte, os encontros também ajudarão a definir estratégias, detalhar instrumentos financeiros, organizar as próximas etapas do projeto e a estruturação operacional e de governança do relacionamento com o Banco e o Tesouro Estadual.

“Essa captação representa um passo decisivo para consolidar o Fundo Estratégico como uma ferramenta robusta para o Estado. A missão do BID é fundamental para garantir que todos os processos estejam alinhados com segurança técnica, permitindo que o Paraná avance de forma estruturada e sustentável”, destaca o secretário da Fazenda, Norberto Ortigara.

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Durante a missão, serão discutidos aspectos essenciais para a implementação do fundo, como o andamento dos processos legislativos, a viabilidade da operação e o desenho dos instrumentos financeiros, incluindo linhas de crédito, co-financiamento e incentivos. Também estão em pauta a definição de critérios de acesso, governança e operacionalização, além da construção de uma matriz de resultados com metas, indicadores e mecanismos de monitoramento.

O recurso captado junto ao BID será essencialmente destinado para pequenas e médias empresas que atuem nas cadeias produtivas exportadoras do Paraná, direta ou indiretamente. Os critérios e os produtos financeiros ainda serão elaborados.

Outro eixo importante das discussões envolve a sustentabilidade e a previsibilidade dos recursos, bem como a criação de estratégias para resposta a desastres e situações de emergência, garantindo maior resiliência fiscal e capacidade de reação do Estado.

FUNDO SOBERANO – O FEPR será estruturado em três frentes principais: a Reserva Estratégica, voltada ao apoio de projetos e parcerias de investimento; a Reserva Fiscal, destinada à estabilidade financeira; e a Reserva de Desastres, que permitirá respostas rápidas a eventos climáticos e ações de reconstrução.

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A criação do fundo também está diretamente relacionada às mudanças trazidas pela Reforma Tributária, que prevê o fim dos benefícios fiscais a partir de 2028. Com isso, o Paraná perderá autonomia na concessão de incentivos. O FEPR surge como alternativa para compensar essa perda, recebendo recursos do Fundo de Compensação de Benefícios Fiscais da União e de outras fontes.

Além disso, o FEPR permitirá que o Estado atue como investidor âncora, mobilizando capital privado e oferecendo condições atrativas de financiamento. Entre os setores prioritários estão infraestrutura, logística, agroindústria de baixo carbono, inovação, bioeconomia e indústrias de maior valor agregado, reforçando a estratégia de crescimento sustentável e de longo prazo.

Fonte: Governo PR

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Polícia Civil do Paraná realiza primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou neste mês de abril o primeiro curso de imobilizador tático policial do Brasil para Polícia Judiciária. A formação, que teve foco em técnicas de imobilização e emprego de algemas, contou com a participação de 21 agentes de diferentes instituições de segurança pública do País. O curso foi promovido pelo Tático Integrado de Grupos de Repressão Especial (Tigre) e a Escola Superior da Polícia Civil do Paraná (ESPC).

Segundo o delegado-chefe do Tigre, Thiago Teixeira, a capacitação teve como objetivo padronizar e profissionalizar o uso de algemas, além de estabelecer a adequação técnica da função de imobilizador tático na célula tático policial.

Ele explicou que esta é a primeira iniciativa do país realizada no âmbito da Polícia Civil com esse modelo de instrução, voltado à realidade operacional da Polícia Judiciária. “A proposta é ampliar a aplicação da função dentro da Polícia Civil, de modo que, no cumprimento de mandados, haja sempre um policial designado como imobilizador tático, responsável pela execução técnica da contenção durante as operações”, diz.

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O curso reuniu integrantes da Polícia Civil do Paraná, Polícia Militar de Minas Gerais, Polícia Civil de Goiás, Polícia Civil do Rio Grande do Sul, Grupo de Pronta Intervenção da Polícia Federal, Núcleo Especial de Polícia Marítima da Polícia Federal e Serviço de Operações Especiais da Polícia Penal do Paraná.

As instruções foram ministradas por policiais do Tigre, da PCPR, e do Grupo de Intervenção Rápida da Polícia Penal de São Paulo, com foco na aplicação técnica de procedimentos de algemação, na padronização operacional e na atuação do imobilizador tático dentro da célula policial.

Os participantes receberam formação para atuar como multiplicadores da técnica base de algemação, o que permite a disseminação do conteúdo em delegacias, unidades operacionais e instituições de segurança pública de diferentes estados.

A iniciativa estabelece um modelo de padronização técnica que amplia o alcance dos procedimentos operacionais para além da corporação paranaense, permitindo a expansão para outras forças de segurança pública no país.

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“A realização do curso representa a primeira formação deste tipo no âmbito da Polícia Judiciária brasileira e estabelece uma referência para a qualificação técnica de procedimentos ligados à imobilização e algemação em operações policiais”, explica o delegado.

Ele ressaltou, ainda, que a padronização desses procedimentos busca ampliar a segurança do policial durante abordagens, fortalecer a base técnica das ações operacionais e assegurar respaldo jurídico na execução das atividades.

Fonte: Governo PR

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