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Paraná

Polícia Científica ganha reforço de 76 novos servidores para atuar em perícias

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As atividades de perícia no Estado ganharam um importante reforço com a formatura de 76 novos servidores da Polícia Científica do Paraná (PCP), nesta sexta-feira (04), em Curitiba. A instituição incorporou novos 48 peritos oficiais, 22 médicos legistas, 2 odontolegistas e 4 técnicos de perícia. Os servidores serão distribuídos entre as 20 unidades de execução técnico-científica da PCP em todo o Estado.

Os novos profissionais passaram por oito meses de capacitação no Curso de Formação dos Peritos Oficiais e Técnicos de Perícia, ministrado pela Academia de Ciências Forenses (ACF), criada pela PCP em 2019 para atuar no ensino, pesquisa e proficiência de seus servidores.

“A solenidade de diplomação do curso de formação de peritos oficiais é um momento especial para aqueles que buscam a verdade e a justiça pela ciência, renovando a certeza da continuidade evolutiva da Polícia Científica e reforçando a garantia de excelência na nobre missão de proteger o cidadão e o sistema de Justiça”, disse o diretor-geral da Polícia Científica do Paraná, Luiz Rodrigo Grochocki.

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A turma, que passou pela formação em Curitiba, foi nomeada como Edmond Locard, em homenagem ao perito pioneiro na Ciência Forense da França, conhecido pela formulação da premissa “Todo contato deixa uma marca”.

“Estes policiais científicos passaram por uma formação teórica e prática envolvendo as diversas áreas das Ciências Forenses, além de estágios tutorados. O objetivo dos treinamentos em procedimentos de reconhecimento, coleta e análise de vestígios é formar profissionais capazes de auxiliar no combate ao crime, na busca pela verdade e no atendimento à sociedade paranaense”, afirmou o diretor da ACF, Alexandre Guilherme de Lara.

PRESENÇAS – O evento contou com a presença da diretora do Museu Paranaense de Ciências Forenses, Fabíola Schützenberger Machado; da corregedora da Polícia Científica do Paraná, Joice Malakoski; do diretor de Operações da Polícia Científica do Paraná, Ciro José Cardoso Pimenta, e da diretora administrativa da Polícia Científica do Paraná, Tatiane Aparecida Wolf Prussak.

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Fonte: Governo PR

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Homem denunciado pelo MPPR é condenado a 36 anos e 8 meses de prisão por feminicídio cometido na presença da filha da vítima em Nova Prata do Iguaçu

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O Tribunal do Júri de Salto do Lontra, no Sudoeste do estado, condenou na última sexta-feira, 2 de outubro, um homem denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio da companheira, ocorrido em 16 de maio de 2025, no município de Nova Prata do Iguaçu. O réu foi condenado a 36 anos e 8 meses de reclusão pelo feminicídio e também por posse ilegal de munições de uso permitido.

Áudio do Promotor de Justiça Leonardo Penna Guedes Amin

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu após uma discussão entre o réu e a vítima e foi motivado por sentimento de posse e controle em relação à mulher. O homem ficou inconformado com vídeos que ela publicava na rede social TikTok e a atacou com uma faca dentro da residência do casal. A filha da vítima, de seis anos, estava presente no local no momento do crime.

Após o feminicídio, o condenado deixou a filha na casa do avô paterno, dirigiu-se à residência da irmã da vítima e relatou o ocorrido. Na sequência, foi até o destacamento da Polícia Militar, onde se entregou.

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Aumento de pena – O Conselho de Sentença reconheceu o feminicídio e as três causas de aumento de pena: o fato de o crime ter sido cometido na presença física de descendente da vítima, o emprego de meio cruel e a utilização de recurso que dificultou a defesa da vítima.

Além da condenação pelo feminicídio, o homem foi condenado por posse ilegal de munições de uso permitido. Após o crime, foram encontradas seis munições calibre .38 no guarda-roupas do réu.

Processo 0001557-68.2025.8.16.0149.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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