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Paraná

Pesquisador fala sobre participação feminina na Independência, na Biblioteca

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Criador da série de livros “A História Não Contada”, o escritor e pesquisador paulista Paulo Rezzutti participa de um bate-papo no hall térreo da Biblioteca Pública do Paraná nesta sexta-feira (31), a partir das 17h. Com mediação da professora Liana Leão, da Universidade Federal do Paraná, o evento tem como tema principal a trajetória da Imperatriz Leopoldina (1797-1826) e seu protagonismo nos acontecimentos que resultaram na Declaração da Independência do Brasil. A entrada é gratuita e a BPP emite certificados de participação.

“O bate-papo na Biblioteca é uma forma de evidenciar a participação feminina no processo da Independência. E não só da Leopoldina, mas também de outras mulheres. Não foi uma coisa que aconteceu somente com o Dom Pedro levantando a espada no Ipiranga”, diz Rezzutti. “Levar essa discussão para um espaço público como a BPP é uma forma de manter contato com os meus leitores e ainda uma chance de me aproximar com quem não conhece minha obra”, acrescenta.

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Paulo Rezzutti é autor de dez livros, entre eles “Titília e o Demonão: Cartas Inéditas de D. Pedro à Marquesa de Santos” (2011), “D. Leopoldina, A História Não Contada: A Mulher que Arquitetou a Independência do Brasil” (2017) e “D. Pedro, A História Não Contada” (2016) — vencedor do Prêmio Jabuti na categoria Biografia.

Seu canal no YouTube, @PauloRezzuttiEscritor, conta com mais de 600 vídeos e 320 mil seguidores.

Serviço:

Histórias Não Contadas: Bate-papo com Paulo Rezzutti

Data: 31 de março, sexta-feira, a partir das 17h

Local: Hall térreo do Biblioteca Pública do Paraná – Rua Cândido Lopes, 133, Centro – Curitiba

Entrada gratuita

Fonte: Governo PR

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Paraná

Ministério Público do Paraná emite recomendação administrativa ao Município de Arapongas para regularização de cessão de túmulos no Cemitério Municipal

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O Ministério Público do Paraná expediu recomendação administrativa ao prefeito do município de Arapongas, no Norte Central do estado, para que sejam adotadas providências para sanar irregularidades identificadas na concessão e transferência de terrenos no Cemitério Municipal. A medida administrativa, encaminhada no dia 15 de setembro último pela 1ª Promotoria de Justiça de Arapongas, decorre de apuração conduzida no âmbito de inquérito civil, que ainda está em trâmite, sobre um possível esquema de comercialização clandestina e transferências irregulares de titularidade de túmulos.

Áudio da promotora de Justiça Flávia Simon Fagundes dos Santos 

As investigações apontam até o momento que as transferências de titularidade dos terrenos estariam sendo feitas em desacordo com a legislação municipal. Por se tratar de bens públicos de uso especial, os terrenos em cemitérios municipais possuem regras específicas de concessão e a legislação municipal (Decreto Municipal 338/04) proíbe expressamente a negociação comercial de jazigos entre terceiros, admitindo a transferência apenas entre parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau e mediante prévia autorização administrativa. Nos casos de desinteresse na manutenção do espaço, o imóvel deve retornar ao município.

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Possíveis crimes – Ao emitir a recomendação, a Promotoria de Justiça sustenta que ficou demonstrado “o descumprimento contumaz da legislação municipal, com a reiterada validação administrativa de transferências fundadas em meras declarações de parentesco, sem a devida conferência documental, viabilizando a apropriação e negociação privada do espaço público”. Além disso, teria sido revelado, ainda, um possível modus operandi que consiste na participação direta de servidores públicos nas negociações, mediante fraude documental e laudos forjados de abandono de sepulturas, inclusive com captação de vantagem financeira indevida depositada em contas de intermediários. Os fatos também são objeto de apuração de um inquérito policial em trâmite na Divisão Estadual de Combate à Corrupção (Deccor).

Correções – Como medidas a serem adotadas para que sejam corrigidas as ilegalidades, a Promotoria de Justiça aponta que deve ser cessado, imediatamente, toda e qualquer autorização ou validação de transferência de terrenos sem a comprovação documental de parentesco até o 3º grau. Além disso, é recomendada a instituição, em até 30 dias, de um novo fluxo administrativo de controle rigoroso dos pedidos de transferência, que deverá ser realizada por servidores efetivos e estáveis diversos daqueles atualmente lotados na administração direta do Cemitério Municipal, garantindo a divisão de funções e a transparência do processo.

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Foi concedido prazo de 15 dias para a Administração Municipal informar ao Ministério Público sobre o acatamento da recomendação administrativa e as providências adotadas, podendo o não atendimento resultar na adoção de eventuais medidas judiciais, como a proposição de ação civil pública para responsabilização dos gestores envolvidos.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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