Paraná
PCPR cumpre mandados contra grupo suspeito de prejuízo de R$ 2 milhões em roubos de cargas
A Polícia Civil do Paraná (PCPR) cumpre nesta segunda-feira (18) cinco ordens judiciais contra um grupo criminoso investigado por diversos roubos de cargas em rodovias da Região Metropolitana de Curitiba. Esta é a segunda fase da operação, que já havia resultado em sete prisões no mês de março.
A ofensiva visou o cumprimento de cinco mandados de busca e apreensão nas cidades de Piraquara, na Região Metropolitana de Curitiba (RMC), e Curitiba. A operação é resultado da análise de inteligência dos elementos obtidos durante a primeira fase.
Entre os alvos da operação estão um advogado e uma loja de armas de fogo que forneceria armamentos para a prática criminosa. Com relação ao profissional, a PCPR identificou que ele realizou ações deliberadas para atrapalhar o andamento da investigação e a coleta de provas, além de receber produtos oriundos dos crimes praticados.
A investigação da PCPR mapeou sete roubos atribuídos ao grupo e ocorridos entre setembro do ano passado e janeiro deste ano. Em um dos casos, houve a participação de pelo menos 11 pessoas na ação. Os integrantes alternavam funções nas abordagens e no transbordo das cargas.
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De acordo com o delegado André Feltes, os crimes ocorriam em trechos de subida nas rodovias, região nas quais os caminhões reduziam a velocidade. Nesses locais, os criminosos utilizavam dois ou três veículos para fechar a pista e obrigar o motorista a parar. Em algumas situações, efetuaram disparos para interromper a condução do veículo.
“Após a abordagem, o motorista era colocado em um carro e levado para uma área de chácaras na região do bairro Tatuquara, em Curitiba. Enquanto isso, parte do grupo levava o caminhão para locais em Fazenda Rio Grande ou São José dos Pinhais, onde ocorria o transbordo da carga”, explica.
As cargas incluíam ração, papelão, bobinas e chapas de aço. O prejuízo estimado com os crimes é de aproximadamente R$ 2 milhões.
Na primeira fase da operação, a investigação teve o apoio da Polícia Militar do Paraná, da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e da Guarda Municipal de Campo Largo.
Fonte: Governo PR
Paraná
PCPR reforça alertas sobre uso de jogos e redes sociais por crianças e adolescentes
O Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, lembrado em 18 de maio, é um momento de conscientização sobre a importância de prevenir e denunciar casos de violência contra menores. A Polícia Civil do Paraná (PCPR) reforça orientações sobre prevenção, identificação de sinais e formas de denúncia para conscientizar famílias, escolas e a sociedade sobre a importância da proteção de crianças e adolescentes, especialmente em ambientes virtuais.
A delegada Mariana Coelho, que atua no Núcleo de Proteção à Criança e ao Adolescente Vítimas de Crimes (Nucria), explica que o uso cada vez mais frequente da internet por crianças e adolescentes exige atenção constante dos pais e responsáveis. Segundo ela, jogos online, redes sociais e aplicativos de mensagens são utilizados por criminosos para se aproximar das vítimas por meio de conversas e criação de vínculos de confiança.
“Em muitos casos, os autores utilizam interesses em comum para conquistar a confiança da criança ou do adolescente e, posteriormente, praticar crimes como aliciamento virtual, extorsão mediante uso de imagens íntimas e produção de material de abuso sexual envolvendo envolvendo menores de idade”, diz.
A orientação é que o acompanhamento das atividades digitais comece a ser praticado dentro de casa. Pais e responsáveis devem ter conhecimento sobre os conteúdos acessados pelas crianças, saber quem são as pessoas com quem elas conversam e utilizar ferramentas de restrição disponíveis nas plataformas digitais. Além dos crimes sexuais praticados no ambiente virtual, a PCPR também alerta para casos de bullying e cyberbullying, que podem causar impactos psicológicos em crianças e adolescentes.
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SINAIS – Mudanças bruscas de comportamento, isolamento, irritabilidade, ansiedade, depressão e resistência em permitir o acesso dos pais ao celular ou às redes sociais podem indicar situações de risco ou violência. A PCPR orienta que familiares, professores e responsáveis mantenham diálogo constante com crianças e adolescentes para identificar possíveis sinais de vulnerabilidade.
Conforme a delegada, a relação de confiança entre pais e filhos é uma das principais formas de prevenção. “Os responsáveis devem conversar abertamente sobre os riscos da internet, explicar os perigos do compartilhamento de imagens íntimas e acompanhar o uso de plataformas digitais de acordo com a faixa etária”, explica.
DENÚNCIA – Em casos de suspeita ou de confirmação de violência, a PCPR orienta que a denúncia seja feita imediatamente. O registro do boletim de ocorrência pode ser realizado em qualquer delegacia de polícia ou diretamente nas unidades do Nucria. Também é possível denunciar pelos telefones 197, da PCPR, e 181, do Disque-Denúncia, de forma anônima.
A PCPR reforça que, ao identificar qualquer indício de violência contra crianças e adolescentes, é fundamental procurar as autoridades competentes e evitar tentativas de investigação por conta própria, para não comprometer o andamento das apurações.
Fonte: Governo PR
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