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Paraná

Pavimentação da rodovia entre Pitanga e Mato Rico tem 30 quilômetros concluídos

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL), completou aproximadamente 30 quilômetros de pavimento novo na PR-239, entre Pitanga e Mato Rico, na Região Central do Estado. Continuam em execução os últimos 13 quilômetros da obra, com previsão de conclusão até o final deste semestre.

A rodovia terá uma pista simples de 43,15 quilômetros com duas faixas de rolamento de 3,5 metros cada, e acostamentos de 2,6 metros em ambos lados. A obra de pavimentação inclui ainda 14,8 quilômetros de terceiras faixas, cinco correções de traçado em relação à pista original, duas interseções em nível, sinalização horizontal e vertical, novo sistema de drenagem de águas e serviços complementares, como enleivamento e novos abrigos para parada de ônibus.

Serão beneficiados cerca de 33 mil habitantes dos dois municípios, garantindo mais segurança e conforto para o deslocamento dos usuários, bem como mais agilidade para o transporte da produção agropecuária local. Além disso, a obra é um marco por trazer o pavimento asfáltico a um dos últimos municípios sem ligação pavimentada à malha rodoviária estadual, Mato Rico.

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Ao longo da rodovia foram atendidos 40 pedidos da comunidade para adequação de acessos a lotes lindeiros, que incluíram execução de plataforma e revestimento primário, dispositivos de drenagem, além de proteção de mina d’água e deslocamento de poço.

A obra está incluída no Programa Estratégico de Infraestrutura e Logística de Transportes do Paraná, uma parceria do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) com a SEIL para o desenvolvimento da malha paranaense, cabendo ao DER/PR a execução de obras e elaboração de projetos executivos de engenharia com recursos do banco.

Recentemente uma equipe de representantes do BID realizou visita técnica à obra, acompanhados pela diretoria técnica do DER/PR e técnicos de sua Superintendência Regional Campos Gerais.

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Recentemente uma equipe de representantes do BID realizou visita técnica à obra. Foto: DER/PR

CHUVAS – A execução da obra de pavimentação da PR-239 entre Pitanga e Mato Rico enfrentou uma série de desafios, principalmente as chuvas frequentes, que impossibilitam os serviços de pavimentação e prejudicam a terraplenagem – no final de 2023 inclusive causaram escorregamento de talude sobre a pista no segmento inicial da rodovia, atualmente passando por obra de recuperação emergencial.

A obra também ficou mais de um ano paralisada por disputa judicial entre empreiteiras participantes da licitação, situação superada em 2021, e também passou por ajustes do projeto original, principalmente quanto aos serviços de terraplenagem, que precisaram ser modificados para se adequar às condições do solo na região.

Com a maioria destas situações adversas já deixadas para trás, a perspectiva é de concluir a obra até junho, com o prazo podendo ser prorrogado caso as condições climáticas não sejam favoráveis.

Fonte: Governo PR

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Seca recua em várias regiões do Paraná, aponta monitor nacional

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Com o recuo da seca fraca, o extremo Noroeste, Norte, Norte Novo e região Central do Paraná são as áreas que não têm mais nenhum registro de seca relativa no Estado. É o que aponta o Monitor de Secas, divulgado nesta quarta-feira (17). O estudo da Agência Nacional de Águas é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.

Também houve recuo da área com seca moderada no Norte Pioneiro, Noroeste, Campos Gerais, norte da Região Metropolitana de Curitiba e de cidades no Sul, próximas à divisa com Santa Catarina. Por outro lado, foi registrado avanço da seca moderada em cidades do Sudoeste e Oeste que ficam na área de fronteira com o Paraguai e a Argentina.

“A chuva foi acima da média no último bimestre em algumas regiões, o que motivou o recuo da seca. Já na área de fronteira a chuva ficou abaixo da média nos últimos meses, o que levou ao avanço da área com registro de seca moderada”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar que participa do Monitor de Secas.

Os impactos são de curto e longo prazo no Centro-Leste e Nordeste do Paraná, ou seja, podem ter reflexos na agricultura, e de curto prazo nas demais áreas, interferindo também nas atividades agrícolas.

O Boletim Agroclimático do Simeagro, divulgado em maio, aponta que o milho, já em proximidade de colheita, estava com uma área cultivada estimada em 2,9 milhões de hectares – a maior área já registrada para a cultura no Paraná. Já o trigo, favorecido pelas condições de umidade do solo, avançou para 67% da área prevista no Estado.

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CHUVAS – Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para mês. Em 18 delas, o volume médio histórico foi atingido nos primeiros dez dias de maio.

Com mais chuva, a temperatura média ficou dentro a abaixo da média histórica em todo o Paraná. As temperaturas mais baixas de maio de 2026 também foram as mais baixas do ano até o momento, registradas entre os dias 11 e 13, datas em que também houve registro de geada em cidades da metade sul do Estado, e chuva congelada em General Carneiro. 

A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.

MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.

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O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.

No Brasil, no mapa divulgado nesta quarta-feira (17), não há registro de seca extrema ou seca excepcional em nenhum estado. A seca grave está concentrada em uma pequena área de São Paulo. A seca moderada, além de atingir o Oeste e Sudoeste do Paraná, é registrada no Noroeste de Santa Catarina e em áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia, Leste do Mato Grosso do Sul, Oeste do Rio de Janeiro, Sudeste do Tocantins, em várias áreas do Nordeste e em pequenas áreas ao Oeste da Amazônia.

A seca fraca está espalhada por todas as regiões do país. Os únicos estados que não têm nenhum registro de seca relativa no mapa de maio do Monitor de Secas são Roraima, Amapá e Mato Grosso.

Fonte: Governo PR

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