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Paraná volta aos treinos, mas sem novidades

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Por Luiz Ferraz Tribuna Paraná

Com paz e tranquilidade para trabalhar, depois das duas vitórias, conquistadas sobre Coritiba, no Couto Pereira, e Operário, na Vila Capanema, o Paraná Clube, depois de quase dez dias de folga, se reapresentou na tarde desta quinta-feira (20) no CT Ninho da Gralha, em Quatro Barras, para retomar a preparação para a sequência da Série B. Serão 23 dias de preparação até o duelo contra o Bragantino, líder da Segundona, dia 13 de julho, às 19h, na Vila Capanema.

Segundo a assessoria de imprensa do clube, ainda não há a confirmação se o elenco ficará concentrado no CT em algum período nesta intertemporada. Esses primeiros dias, além dos treinamentos físicos e técnicos, serão destinados a algumas avaliações físicas com o elenco.

Neste período, o Tricolor deverá fazer alguns jogos-treinos. Um deles já está confirmado. No dia 2 de julho, o adversário será o Cerro Porteño, do Paraguai. O time do país vizinho virá ao Brasil para enfrentar o Athletico e a equipe paranista em partidas amistosas visando a sequência da temporada, inclusive a Libertadores. O clube ainda não confirmou se a partida será aberta ao público.

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O Paraná retornou aos treinamentos sem muitas novidades. O clube ainda busca um diretor de futebol, já que recentemente perdeu Mário André Mazzuco para o Vasco. Nos bastidores, a diretoria tem estudado algumas opções, mas ainda não definiu quem será seu novo responsável pelo departamento de futebol para o segundo semestre.

Desta forma, a busca por reforços segue parada. O técnico Matheus Costa admitiu a necessidade de novos jogadores para a sequência da Série B. O time paranista, segundo o treinador, precisa atletas de meio de campo e de ataque. O certo mesmo é que o Tricolor terá dias calmos para trabalhar.

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Antonelli domina o caos em Mônaco e dispara na liderança do Mundial

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Em uma tarde marcada por acidentes e abandonos em série, o jovem Kimi Antonelli provou por que é a nova sensação da Fórmula 1. O piloto da Mercedes ignorou a pressão das ruas de Monte Carlo e venceu o Grande Prêmio de Mônaco, consolidando uma vantagem ainda mais confortável no topo da tabela do Campeonato de Pilotos. Lewis Hamilton e Isack Hadjar completaram o pódio de uma corrida que viu sete carros ficarem pelo caminho.

A prova começou com um balde de água fria para a Red Bull. Logo na largada, o atual campeão Max Verstappen enfrentou uma falha mecânica crítica, perdendo posições rapidamente até se tornar a primeira baixa do dia. Enquanto isso, Antonelli mantinha a ponta com uma frieza impressionante, abrindo distância para as Ferraris de Hamilton e Charles Leclerc.

Sobrevivência e Estratégia

A corrida de rua, conhecida por não perdoar erros, fez outras vítimas de peso. Nomes como Lando Norris e Valtteri Bottas também abandonaram devido a problemas técnicos. A tranquilidade de Antonelli só foi testada a 20 voltas do fim, quando Lance Stroll colidiu na última curva, forçando a entrada do Safety Car.

O incidente reagrupou o pelotão e abriu uma janela para paradas estratégicas nos boxes. Para alguns pilotos, o Safety Car foi a salvação, permitindo o cumprimento de punições por excesso de velocidade no pit lane sem grandes perdas de posição.

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Drama Local e Pódio Inédito

A relargada trouxe o momento mais dramático para a torcida monegasca. Charles Leclerc, que lutava pelo pódio, sofreu um acidente idêntico ao de Stroll, provocando uma bandeira vermelha para reparos na pista. O abandono do “dono da casa” abriu caminho para Isack Hadjar, que herdou a terceira posição e conquistou seu primeiro pódio com a Red Bull.

Pierre Gasly, que cruzou a linha de chegada em terceiro, acabou despencando na classificação final após ser penalizado em dez segundos por infrações anteriores. Com isso, Oscar Piastri e Liam Lawson herdaram o quarto e quinto lugares, respectivamente.

Feitos Históricos no Pelotão Intermediário

A Racing Bulls celebrou o sexto lugar de Arvid Lindblad, enquanto a Cadillac fez história ao pontuar pela primeira vez na categoria com Sergio Perez, que terminou em décimo. O resultado do mexicano, contudo, segue sob análise dos comissários devido a uma possível largada queimada.

Desempenho do brasileiro Gabriel Bortoleto

Bortoleto começaria a prova em 16º lugar, mas com a falha identificada no seu carro antes da largada, teve que recolher para a garagem da Audi e começar a prova de lá. Ele seguiu sem grandes avanços no decorrer da disputa: fez seu pit stop logo no segundo giro, para trocar os pneus médios pelos duros e estender sua permanência na pista.Por fim, o jovem conseguiu avançar na terceira relargada na 70ª volta: ultrapassou Franco Colapinto, capitalizou a punição de George Russell e também o abandono de Carlos Sainz – que rodou após um toque de rodas com Nico Hulkenberg. Após a bandeirada, o alemão foi punido em 10s pelo incidente, alçando Bortoleto do 13º ao 12º lugar.

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Resultado

  1. Kimi Antonelli (Mercedes)
  2. Lewis Hamilton (Ferrari) +6s271
  3. Isack Hadjar (Red Bull) +23s394
  4. Oscar Piastri (McLaren) +24s261
  5. Liam Lawson (Racing Bulls) +26s553
  6. Arvid Lindblad (Racing Bulls) +29s010
  7. Pierre Gasly (Alpine) +30s369
  8. Alexander Albon (Williams) +33s413
  9. Esteban Ocon (Haas) +37s140
  10. Sergio Pérez (Cadillac) +39s153
  11. Fernando Alonso (Aston Martin) +41s899
  12. Gabriel Bortoleto (Audi) +42s748
  13. George Russell (Mercedes) +43s353
  14. Nico Hulkenberg (Audi) +44s102
  15. Franco Colapinto (Alpine) +48s964

Fonte: Esportes

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