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Paraná registra abertura de 196 mil novas empresas de janeiro a agosto de 2023

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O Paraná contabilizou a abertura de 196.719 novas empresas nos primeiros oito meses de 2023, segundo o Mapa de Empresas do Paraná, divulgado nesta quarta-feira (6) pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar). Houve um aumento de 3,46% em relação mesmo período do ano passado, que contabilizou abertura de 190.132 empresas.

Os meses com maiores registros até o momento foram março (27.823), agosto (26.219) e janeiro (25.409).

O registro de microempreendedores individuais (MEIs) representa a maior parte das solicitações – sete em cada 10, ou 147.125 novas empresas. Em seguida, estão os registros de Sociedades Limitadas (LTDA), com 23% ou 44.688, e de empresários, com 2% do total, ou 4.171 em números absolutos.

Já o saldo de empresas – diferença entre o número de abertas e fechadas – chegou a 91.991 empreendimentos em 2023. Atualmente o Paraná possui cerca de 1,7 milhão de empresas ativas, sendo cerca de 1,6 milhão matrizes e em torno de 77 mil filiais.

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TEMPO DE ABERTURA – Em agosto deste ano, o tempo médio de abertura de empresas no Paraná ficou em 12 horas e 8 minutos, melhor da região Sul e 5º melhor do País. Em primeiro lugar ficou Sergipe (6 horas e 40 minutos), seguido por Bahia (8 horas e 54 minutos), Piauí (9 horas e 55 minutos) e Tocantins (10 horas e 21 minutos).

Apesar de Sergipe ter sido o mais rápido do Brasil, o volume de processos foi 12 vezes menor do que no Paraná. Enquanto no estado sergipano foram emitidos 498 registros no cadastro nacional de pessoa jurídica (CNPJ) em agosto, no Paraná houve 6.317 processos no mesmo período.

O tempo total de abertura de empresas e demais pessoas jurídicas leva em consideração o tempo na etapa de viabilidade e da validação cadastral dos órgãos envolvidos para efetivação do registro e obtenção do CNPJ. No cálculo não são considerados os tempos de inscrições municipais ou estaduais e nem a obtenção de licenças para o funcionamento do negócio.

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O Paraná segue com indicador abaixo de 17 horas em todos os meses do ano. O menor índice foi em abril, com 11 horas e 16 minutos. 

Confira os dados completos sobre o período para a abertura de empresas AQUI .

Fonte: Governo PR

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Tribunal do Júri de Guaíra condena a 31 anos e três meses de prisão homem denunciado pelo MPPR por feminicídio de adolescente indígena

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O Tribunal do Júri de Guaíra, no Oeste do estado, condenou nesta sexta-feira, 24 de julho, um homem de 68 anos denunciado pelo Ministério Público do Paraná pelo feminicídio de uma adolescente de 17 anos, integrante da comunidade indígena Avá-Guarani. A pena fixada foi de 31 anos e 3 meses de reclusão, em regime inicial fechado. O réu, que já estava preso preventivamente, permanecerá recolhido para o cumprimento da condenação.

Áudio do Promotor de Justiça Renan Guilherme Góes de Lima

O crime ocorreu em 20 de fevereiro de 2025, na Aldeia Tekoha Yhovy, em Guaíra. Conforme apurado nas investigações, o denunciado foi até a residência da vítima e, aproveitando-se do momento em que ela estava sozinha na companhia de duas crianças, desferiu diversos golpes de arma branca contra a adolescente, que morreu no local. Após o crime, o autor fugiu.

Denúncia – Na denúncia, o Ministério Público sustentou que o homicídio foi praticado por razões da condição do sexo feminino, no contexto de relação íntima de afeto e de menosprezo à condição de mulher, configurando o crime de feminicídio. Também foram reconhecidas as qualificadoras do emprego de meio cruel e do recurso que dificultou a defesa da vítima, surpreendida em sua própria residência.

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Durante o julgamento, os integrantes do Conselho de Sentença acolheram integralmente as teses apresentadas pelo Ministério Público, condenando o réu por feminicídio qualificado, conforme descrito na denúncia. Os jurados rejeitaram os argumentos da defesa, que buscava afastar a qualificadora do feminicídio e sustentava a ocorrência de legítima defesa.

Indenização – Na sentença, o Juízo também fixou indenização mínima de R$ 50 mil aos familiares da vítima pelos danos decorrentes do crime.

Justiça – O julgamento foi integralmente acompanhado por representantes da comunidade indígena Avá-Guarani. O crime chocou toda a comunidade e a presença foi modo encontrado pelos indígenas para demonstrar a busca pela justiça e respeito à memória da adolescente.

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4226

Fonte: Ministério Público PR

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