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Combinação de tempo seco e frio potencializa a ocorrência de queimadas no Paraná

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Bem Paraná

O inverno também tem mais frequência das ocorrências e incêndios ambientais graças à combinação de tempo seco, frio e imprudência. O frio deixa a vegetação rasteira com pouca umidade, o clima seco também favorece o fogo e por fim a imprudência humana, que por causa de uma bituca de cigarro atirada ou uma fogueira, pode provocar grandes incêndios.

Nesta quinta-feira (11), uma área na Avenida das Torres, entre Curitiba e São José dos Pinhais, pegou fogo e provocou muita fumaça na via. A tarde foi baixa umidade do ar. Em Curitiba o nível chegou perto dos 30%, quando se entra em atenção. No Norte Pioneiro o índice bateu em 28%. Abaixo dos 20% entra-se no nível de alerta e, abaixo dos 12%, em emergência.

O clima mais seco deve durar até o fim de semana, quando uma frente fria provoca chuvas no Estado. A segunda-feira também deve ter chuva. Depois esfria, e novas geadas podem ocorrer na quarta-feira na parte Sul do Paraná.

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Em Campina Grande do Sul, Ministério Público do Paraná denuncia por homicídio culposo médica que dirigia UTI pediátrica na qual morreram seis crianças em 2024

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Campina Grande do Sul, na Região Metropolitana de Curitiba, ofereceu denúncia criminal contra uma médica que exercia a direção técnica da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica de um hospital. A profissional é acusada da prática de homicídio culposo contra seis crianças e recém-nascidos. A peça acusatória, oferecida no dia 14 de agosto, foi recebida pelo Judiciário nesta segunda-feira, 17 de agosto.

Áudio do Promotor de Justiça Éder Teodorovicz

As mortes ocorreram entre maio e julho de 2024. De acordo com a denúncia, os óbitos foram decorrentes de choque séptico e falência múltipla de órgãos, ocasionados por uma grave contaminação intra-hospitalar por bactérias multirresistentes no interior do setor.

A denúncia do Ministério Público aponta que a investigada deixou de observar regras técnicas de sua profissão e agiu com grave negligência ao se omitir na fiscalização e na garantia de aplicação de protocolos básicos de assepsia e biossegurança. A omissão da profissional permitiu um ambiente propício à contaminação cruzada por conta de práticas inaceitáveis realizadas pela equipe técnica, como a reiterada reutilização de luvas de procedimento entre pacientes distintos, a falta de higiene, incluindo privação de banhos, e o manuseio inadequado de tubos de intubação e acessos venosos.

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Além da responsabilização penal, o MPPR requereu a fixação de reparação financeira mínima de R$ 50 mil para cada família afetada.

Processo 0015945-30.2024.8.16.0013 (sob sigilo)

Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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