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Paraná liderou contratações de jovens via Agências do Trabalhador no País em janeiro

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As Agências do Trabalhador e postos avançados de atendimento no Paraná intermediaram 7.061 contratos de trabalho de jovens com idade entre 18 e 29 anos em janeiro deste ano, um avanço de 55,9% em relação ao primeiro mês de 2023 (4.529). Com esse desempenho, o Estado ocupou a liderança nacional no ranking de empregos para a juventude no primeiro mês de 2024, concentrando 42,4% dos 16.525 encaixes deste público via Sine registrados em todo o País.

O resultado do Paraná foi 287,12% superior ao estado de São Paulo, segundo colocado, que registrou 1.824 contratos via Sine. Em terceiro lugar figura o Ceará, com 1.756 trabalhadores. Rio Grande do Sul (1.094), Mato Grosso do Sul (994), Minas Gerais (791), Mato Grosso (634), Bahia (451) e Santa Catarina (442) aparecem na sequência.

Os setores que mais empregaram jovens no Paraná através do sistema foram a indústria, com 3.317 contratos de trabalho formalizados por intermédio das Agências do Trabalhador (47%), seguido de Serviços, com 1.800 (25,5%), Comércio, com 1.433 (20,3%), Agropecuária, com 322 (4,7%), e Construção Civil, com 179 (2,5%).

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As regiões paranaenses que mais empregaram esse público no período foram o Oeste (1.582), Grande Curitiba (1.542), Sudoeste (863), Noroeste (857), Norte Central (843), Centro Ocidental (411), Norte Pioneiro (346), Centro-Oeste (316), Sudeste (161) e Centro-Sul (129).

O secretário de Estado do Trabalho, Qualificação e Renda, Mauro Moraes, ressalta a força de trabalho jovem no Paraná e que as diversas ações do governo estadual contribuíram para liderança no ranking nacional de empregabilidade deste público com ampla vantagem.

“As faixas etárias mais jovens têm recebido uma atenção especial do Governo do Estado. Além das ações de empregabilidade, direcionadas aos trabalhadores que buscam o primeiro emprego, ou seja, vagas sem a exigência de experiência, o Estado também oferece formação profissional gratuita direcionando esses trabalhadores para um mercado de trabalho competitivo”, pontuou.

Além da robusta oferta de vagas em cursos de qualificação profissional, o Governo também oferece um subsídio de R$ 600 para alunos matriculados em projetos e programas de capacitação executados pela SETR, como o Qualifica Paraná, Mais Qualificação, Carretas do Conhecimento e Bora Paraná, entre outros. Outra iniciativa é o aumento do ensino profissionalizante, com mais de 100 mil alunos matriculados.

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Confira a relação dos empregos via Sine em janeiro AQUI .

Fonte: Governo PR

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Riscos de incêndios, corte de energia e acidentes de trânsito: soltar balão é crime no Brasil

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Junho e julho costumam trazer um cenário conhecido dos paranaenses: céu aberto, baixa ocorrência de chuvas e as tradicionais festas juninas. Neste período, o Corpo de Bombeiros Militar do Paraná (CBMPR) reforça um alerta importante: fabricar, vender, transportar ou soltar balões é crime previsto na legislação brasileira devido aos riscos que a prática representa para a população, o meio ambiente e o patrimônio público e privado.

A proibição está prevista na Lei Federal nº 9.605/1998, conhecida como Lei de Crimes Ambientais. O artigo 42 estabelece pena de detenção de um a três anos, multa ou ambas as penalidades para quem fabricar, vender, transportar ou soltar balões. Eles podem provocar incêndios em florestas, áreas de vegetação, zonas urbanas ou qualquer tipo de assentamento humano. A legislação também prevê sanções administrativas que podem resultar em multas aos infratores.

Diferente de outras tradições associadas às festas juninas, como as fogueiras, que podem ser feitas sem problemas quando observadas as orientações de segurança, não é possível controlar os balões após a soltura.

O problema está justamente na imprevisibilidade. Ao transportar uma chama acesa durante o voo, o artefato geralmente percorrer grandes distâncias antes de atingir o solo, sem que seja possível prever onde ocorrerá a queda. Por isso, representa uma ameaça tanto para áreas de vegetação quanto para regiões urbanas densamente ocupadas.

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CONSEQUÊNCIAS – Um único balão pode provocar desde incêndios florestais até a destruição de residências, empresas e estruturas essenciais para a população. Embora os incêndios em vegetação estejam entre as ocorrências mais lembradas quando o assunto é balão, os riscos vão muito além dos danos ambientais.

Também há risco de interrupção no fornecimento de energia quando os balões atingem redes ou equipamentos do sistema elétrico, além de acidentes de trânsito.

“Já tivemos casos de balões atingindo a rede elétrica e provocando interrupção no fornecimento de energia em bairros inteiros. Houve também situações registradas próximas a hospitais e unidades de saúde. Mesmo que essas estruturas contem com sistemas de emergência, a interrupção de energia gera riscos e transtornos para toda a população”, explica a porta-voz do CBMPR, capitã Luisiana Guimarães Cavalca.

PREVENÇÃO – O alerta sobre balões ganha ainda mais importância neste período do ano, fase de maior atenção aos incêndios em vegetação. O CBMPR já iniciou a Operação de Prevenção e Combate a Incêndios Florestais 2026, que intensifica as ações de prevenção, monitoramento e resposta em todo o Estado. Nesta época, com a redução da umidade do ar e o aumento da quantidade de material seco disponível para queima, qualquer fonte de ignição pode favorecer o surgimento e a propagação do fogo.

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“Um balão pode percorrer longas distâncias carregando uma chama acesa e iniciar incêndios de grandes proporções. A prevenção continua sendo a principal ferramenta para evitar ocorrências que colocam em risco a população, o meio ambiente e o patrimônio”, ressalta a capitã.

Ela orienta que a população denuncie a prática ao presenciar situações relacionadas à fabricação, transporte, comercialização ou soltura de balões, por meio do telefone 190 da Polícia Militar do Paraná. “É importante que as pessoas entendam que soltar balão não é uma brincadeira. As consequências podem ser muito graves. Um único balão pode provocar incêndios, acidentes e problemas na rede elétrica. Ao perceber essa prática, a orientação é denunciar”, reforça a bombeira.

Orientações do Corpo de Bombeiros Militar do Paraná:

– Não fabricar, comprar, transportar ou soltar balões, pois é crime

– Não incentivar a prática durante festas juninas

– Acionar a Polícia Militar pelo telefone 190 ao presenciar a prática ou fazer uma denúncia anônima pelo 181

– Ligar para os bombeiros pelo telefone 193 em caso de princípio de incêndio

– Redobrar os cuidados com fontes de calor durante o período de estiagem

– Compartilhar informações sobre os riscos e a ilegalidade da prática

Fonte: Governo PR

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