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Novas obras vão transformar a Região Metropolitana de Curitiba, afirma Ratinho Junior

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Com novas ligações entre os municípios e o aumento de capacidade de importantes rodovias, como os Contornos Norte e Sul da Capital, além da Rodovia dos Minérios, a Região Metropolitana de Curitiba (RMC) passa por um novo momento em termos de mobilidade e logística. O governador Carlos Massa Ratinho Junior participou nesta terça-feira (2), em Araucária, da assembleia da Associação dos Municípios da Região Metropolitana de Curitiba (Assomec) e destacou as obras que melhoram a infraestrutura nesse eixo.

Os projetos compreendem desde a pavimentação de Doutor Ulysses, um dos únicos municípios paranaenses que ainda não tinha ligação asfáltica, até a ampliação do Contorno Sul, que terá quatro pistas em cada sentido, fruto de investimento da concessionária vencedora do Lote 1 das concessões rodoviárias do Paraná.

“Estamos passando por uma importante evolução da Região Metropolitana de Curitiba, que está vivendo um bom momento, com grandes obras estruturantes”, afirmou o governador. “São projetos que melhoram a mobilidade, dão mais segurança aos motoristas, mais agilidade e mobilidade no trânsito e reforçam a logística e a qualidade de vida da população que mora aqui”.

Com 29 municípios, a Região Metropolitana de Curitiba concentra um terço da população do Paraná e foi a que mais cresceu em termos populacionais no Estado, de acordo com o último Censo. “São muitos projetos importantes acontecendo nas nossas cidades”, afirmou Helder Lazarotto, presidente da Assomec e prefeito de Colombo. “Muita coisa que estava no papel e na gaveta há muitos anos agora está se tornando realidade. A Região Metropolitana está em um momento muito especial, que nunca tinha vivido antes”.

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OBRAS – Entre as novas ligações, está a pavimentação entre Mandirituba e São José dos Pinhais, conectando as rodovias BR-116 e BR-376, o que fortalece o eixo logístico do Sul da Região Metropolitana. “São 25 quilômetros de pavimento de concreto, em um novo trecho que vai desafogar o Contorno Sul”, ressaltou Ratinho Junior. 

Além dele, o Governo do Estado também está preparando a construção do novo Corredor Metropolitano de Curitiba, um prolongamento da PR-423, que liga a BR-476, em Araucária, com a BR-116, na divisa entre Curitiba e Fazenda Rio Grande. O projeto também ajuda a desafogar o trânsito do Contorno Sul e faz a ligação com outra obra, que é a duplicação da PR-423, entre Campo Largo e Araucária.

Na parte Norte da RMC, a duplicação do Contorno Norte (PR-418), que pega da Rodovia do Café, passa por Almirante Tamandaré e vai até Colombo, também já foi iniciada. A obra também faz parte do pacote de concessões e tem 17 quilômetros de extensão, com previsão de ser entregue em 2027.

Outros projetos em execução ou já entregues também incluem a duplicação da Rodovia dos Minérios, entre Curitiba e Almirante Tamandaré, que será estendida até Itaperuçu e Rio Branco do Sul, e a duplicação da Rodovia da Uva, ligando a Capital a Colombo.

Além disso, a RMC também é palco de uma inovação do transporte público com o Bonde Urbano Digital (BUD), projeto inédito na América do Sul. O veículo, que circula sobre um trilho magnético instalado no asfalto, está em fase de testes, ligando os terminais de Pinhais e São Roque, em Piraquara.

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AMEP – Recentemente a Agência de Assuntos Metropolitanos do Paraná (Amep) divulgou a nova delimitação do Núcleo Urbano Central (NUC) da Região Metropolitana de Curitiba (RMC). O estudo, elaborado pelos Departamentos de Planejamento e Inteligência Geográfica da Agência, redefine os limites da mancha urbana contínua da metrópole e identifica as áreas que passaram por maior transformação, subsidiando diretamente as diretrizes do Plano de Desenvolvimento Urbano Integrado (PDUI-RMC).

As maiores transformações ocorreram sobretudo ao sul, abrangendo novas urbanizações em Fazenda Rio Grande, Mandirituba e São José dos Pinhais. Na região oeste, o limite do NUC passou a contemplar áreas urbanizadas de Balsa Nova, especialmente na localidade do Bugre e no entorno da indústria de cimento Itambé.

No norte da RMC, também foram incorporadas áreas em Campina Grande do Sul, Colombo, Itaperuçu e Rio Branco do Sul, que registraram adensamento e novos loteamentos. Em contrapartida, áreas predominantemente rurais e de proteção ambiental, especialmente entre Campo Largo e Araucária, foram retiradas do NUC para manter a coerência com o conceito morfológico.

ASSOMEC – Última realizada em 2025, a Assembleia Geral Ordinária da Assomec reuniu prefeitos e prefeitas dos 29 municípios da RMC. O encontro marca o fechamento das atividades institucionais do ano, com prestação de contas, posse de nova câmara técnica e definição das diretrizes estratégicas para 2026. A entidade representa cerca de um terço da população do Estado e atua em áreas estratégicas como transporte, saúde, educação, habitação e projetos regionais.

Fonte: Governo PR

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UTI Adulto do Hospital Universitário da UEL recebe melhor selo do País

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A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Adulto do HU-UEL foi contemplada com o Selo UTI Top Performer, o reconhecimento mais alto concedido pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (AMIB) e pela Epimed Solutions. No Paraná apenas dois hospitais públicos obtiveram essa certificação (o outro foi o Hospital Regional de Toledo), que reconhece a excelência em práticas de segurança e do compromisso com a promoção do cuidado com pacientes em estado crítico. 

Nos anos de 2025 e 2023, a UTI Adulto já havia sido reconhecida com o selo UTI Eficiente, a segunda mais alta certificação do programa, que também evidencia alto desempenho assistencial.

Realizada anualmente, a certificação é concedida a unidades que apresentam indicadores acima da média, com base na avaliação de dois critérios: mortalidade hospitalar e utilização de recursos humanos e materiais ajustadas à gravidade. 

Avaliação de performance é baseada nos registros de Taxa de Mortalidade Padronizada (TMP), que compara e expectativa de mortalidade com o número de mortes reais ajustada a gravidade do paciente, e de taxa de utilização de recursos padronizada (TURP), que avalia se a UTI faz gestão eficiente dos recursos. As unidades são certificadas em dois níveis: UTI Top Performer, concedido às unidades situadas entre os 33% com melhores nos indicadores, e UTI Eficiente situada entre a faixa 33% a 50% de melhor desempenho.

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Esse resultado reafirma que é possível oferecer assistência intensiva de alta qualidade no Sistema Único de Saúde, mesmo em cenários de elevada complexidade e demanda. Mais do que um reconhecimento institucional, a certificação expressa o compromisso contínuo das equipes multiprofissionais com a segurança do paciente, a tomada de decisão baseada em evidências e a gestão responsável dos recursos públicos.

A conquista também dialoga diretamente com o ambiente acadêmico e assistencial do Hospital Universitário da Universidade Estadual de Londrina, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e assistência, e contribuindo para a formação de profissionais alinhados com os mais altos padrões da Medicina Intensiva contemporânea.

Resultados como este consolidam a região como referência em cuidado ao paciente crítico e reforçam o papel estratégico das instituições públicas na produção de saúde de qualidade para a população.

SOBRE A CERTIFICAÇÃO  A certificação nacional, criada em 2016 pela AMIB e pela empresa Epimed Solutions, visa reconhecer anualmente a qualidade e a excelência do atendimento prestado por UTIs, em conformidade com critérios de aperfeiçoamento na promoção da assistência sustentável, segura e eficiente para pacientes em estado crítico.

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A classificação é realizada por meio da análise dos dados clínicos registrados ao longo do ano por meio da plataforma Epimed Monitor, ferramenta que permite avaliação do desempenho clínica e gerencial da UTI e contribui para o aprimoramento da medicina intensiva e para o aumento da segurança dos pacientes.

Neste ano, 337 hospitais brasileiros, de um total de mais de 800 monitorados pelo Projeto UTIs Brasileiras, foram contemplados com os Selos Top Performer e UTI Eficiente. 

PROJETO UTIS BRASILEIRAS – O projeto denominado UTIs Brasileiras, iniciado em 2010, é resultado de uma parceria entre a AMIB e a Epimed Solutions. Seu principal objetivo é caracterizar o perfil epidemiológico das UTIs e compartilhar as informações que possam ser úteis para orientar as políticas de saúde e estratégias, para o aprimoramento do cuidado dos pacientes críticos no Brasil.

Fonte: Governo PR

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