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NOTA À IMPRENSA

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O secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia (MME), Arthur Cerqueira Valério, deixa o cargo nesta semana, a pedido. A exoneração foi solicitada pelo próprio secretário-executivo, em carta encaminhada ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, na qual agradece a confiança, o diálogo permanente e a oportunidade de contribuir com a agenda estratégica dos setores energético e mineral brasileiro.

Nomeado em 11 de janeiro de 2024, Arthur Cerqueira Valério teve atuação central na gestão do MME, sendo um dos principais articuladores da implementação das políticas públicas conduzidas pelo ministro Alexandre Silveira. À frente da Secretaria-Executiva, desempenhou papel fundamental na coordenação administrativa, institucional e técnica do ministério, assegurando eficiência à execução das diretrizes estabelecidas pelo ministro. Durante sua gestão, participou ativamente do processo de modernização do marco legal do setor elétrico, com foco na abertura do mercado de energia, no reequilíbrio setorial e no fortalecimento da competitividade, em consonância com a visão do ministro Alexandre Silveira.

Arthur Cerqueira também teve papel relevante na implementação de programas estruturantes prioritários da atual gestão, como o Combustível do Futuro, Luz do Povo, Gás para Empregar, além dos marcos legais do hidrogênio de baixo carbono e das eólicas offshore. Essas iniciativas têm como eixo central a transição energética justa, a atração de investimentos, o estímulo à indústria nacional e a criação de oportunidades de trabalho, ao mesmo tempo em que contribuem para a redução de emissões e o crescimento econômico sustentável.

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Arthur Cerqueira atuou ainda na coordenação de leilões de energia, potência e de transmissão. Somente este último já soma cerca de R$ 60 bilhões em investimentos, impulsionando a expansão da infraestrutura energética, a segurança do suprimento e a geração de empregos diretos e indiretos. Também participou de ações voltadas à inclusão energética e ao desenvolvimento regional, como o Programa Energias da Amazônia e o Leilão dos Sistemas Isolados (Sisol).

Ao longo do período, prestou suporte institucional a políticas públicas estratégicas como Gás do Povo, Luz do Povo e Luz para Todos, contribuindo para o fortalecimento do planejamento energético nacional e para a ampliação do acesso à energia como vetor de desenvolvimento econômico, social e geração de renda. Manteve diálogo permanente com agentes públicos e privados, nacionais e internacionais, associações setoriais, empresas e organismos multilaterais.

Próximo ao ministro Alexandre Silveira, Arthur Cerqueira já havia manifestado ao ministro, em maio de 2025, o desejo de deixar a pasta. Contudo, em compromisso com a continuidade administrativa e com a conclusão de agendas estratégicas previamente pactuadas, decidiu permanecer no cargo até o início deste ano.

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Após cumprir as limitações legais relativas ao período de quarentena, Arthur Cerqueira Valério deverá iniciar atuação na advocacia privada, dando continuidade à sua trajetória profissional, agora, fora da administração pública.

O Ministério de Minas e Energia agradece a dedicação, o profissionalismo e a contribuição do secretário-executivo Arthur Cerqueira Valério ao fortalecimento das políticas públicas dos setores de minas e energia do país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 Email: i[email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

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O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.

“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Foto: Rafael Nascimento/MS
Foto: Rafael Nascimento/MS
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Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:

  • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
  • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
  • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
  • Hospital José Silveira (BA)
  • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
  • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
  • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
  • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.

Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil

No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.

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Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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