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Na Boleia do Brasil: Renan Filho roda o Rio Grande do Sul, estado que recebeu o maior investimento em obras em 2025

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A caravana “Na Boleia do Brasil”, capitaneada pelo ministro dos Transportes, Renan Filho, percorre importantes rodovias do Rio Grande do Sul nesta quinta-feira (29). As obras do estado receberam o maior investimento em 2025: cerca de R$570 milhões.

Somente na BR-116/RS o Ministério dos Transportes aplicou cerca de R$462 milhões. Renan Filho irá vistoriar as melhorias na rodovia, no trecho de Canoas, e percorrer os chamados caminhos assistenciais, iniciativa criada pela pasta após as enchentes de 2024 para assegurar, à época, acessos seguros, mobilidade e integração entre os serviços essenciais e a população gaúcha.

A comitiva também irá fiscalizar as obras em andamento na BR-470/RS, no trecho de Bento Gonçalves, rodovia também recuperada após a catástrofe climática de 2024.

Na sexta-feira (30), último dia da caravana, o ministro dos Transportes fará a entrega da ponte sobre o Rio Camaquã, nas proximidades do município de Cristal. A duplicação da estrutura vai garantir maior fluidez ao trânsito da região, uma das principais rotas para escoamento da produção ao Porto de Rio Grande, pela BR-116/RS.

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Cobertura de imprensa
Não há necessidade de credenciamento prévio para os jornalistas interessados na cobertura das vistorias.

Serviço
Caravana “Na Boleia do Brasil” – edição Sul
Data: Quinta-feira, 29 de janeiro
Horário: Às 17h
Local: BR-116/RS, km 264 (próximo ao viaduto) – Canoas (RS)

Assessoria Especial de Comunicação
Ministério dos Transportes

Fonte: Ministério dos Transportes

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Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

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O Mercado Livre de Energia é a modalidade em que os consumidores habilitados podem escolher de quem comprar energia elétrica e negociar condições contratuais diretamente com fornecedores, geradores ou comercializadores, ampliando a competitividade. Nesse ambiente, é possível definir aspectos como preço, quantidade de energia contratada, prazo de fornecimento, forma de pagamento e, em alguns casos, a origem da energia adquirida.

Todos os consumidores conectados em média e alta tensão, classificados no Grupo A (tensão igual ou superior a 2,3 kV), já estão aptos a migrar. Se a carga individual do consumidor for menor que 500 kW, a participação exige a intermediação de um agente varejista, que gerencia a compra e assume a representação do consumidor junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse formato simplifica toda a gestão da comercialização no mercado livre para consumidores com pequenas cargas.

No Brasil, a comercialização ocorre em dois ambientes:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR) – A energia é fornecida pelas distribuidoras com condições definidas pela regulação setorial.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL) – As condições comerciais são negociadas entre compradores e vendedores.

Como funciona a contratação?

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No Mercado Livre de Energia, o fornecimento do serviço da entrega da energia para o consumidor continua utilizando a rede da distribuidora local, que permanece responsável pela entrega e manutenção do serviço de energia elétrica. A diferença está no modelo comercial, o consumidor segue pagando pelo uso da rede de distribuição (fio), mas ganha a liberdade de negociar o preço e as condições da energia diretamente com geradores, comercializadores ou produtores independentes.

Essa modalidade envolve diferentes agentes do setor elétrico:

  • Geradores – Responsáveis pela produção da energia elétrica;
  • Comercializadores – Realizam a compra e venda da energia;
  • Consumidores livres e especiais – Empresas e unidades consumidoras habilitadas a contratar energia no ACL;
  • Distribuidoras – Responsáveis pela operação e manutenção das redes de distribuição; e
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – Entidade responsável pelo registro dos contratos e pela contabilização e liquidação das operações de mercado.

Quando os consumidores de baixa tensão poderão migrar?

A partir do final de 2027 os consumidores atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV), como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e indústrias de menor porte, hospitais e escolas, poderão exercer o direito de escolha do seu fornecedor de energia, de acordo com o Decreto nº 13.097/2026. Segundo o texto do regulamento, a abertura de mercado ocorrerá nas seguintes datas para esses consumidores: 

  • Em novembro de 2027 – Todos os consumidores industriais e comerciais com qualquer carga e tensão poderão começar a migrar para o mercado livre;
  • Em novembro de 2028 – Para todos os demais consumidores.
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O texto estabelece o prazo mínimo para que esses consumidores comuniquem à distribuidora a escolha de um novo fornecedor de energia elétrica, de acordo com as próprias necessidades, e determina as regras que precisarão ser obedecidas para fazer a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Isso inclui requisitos para formalizar a opção, representação por agentes varejistas e prestação de informações aos consumidores. O texto também disciplina o chamado Supridor de Última Instância (SUI), que é quem vai garantir a energia elétrica ao consumidor, caso o novo fornecedor dele tenha algum problema.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

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