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Museu Paranaense de Ciências Forenses registra recorde de visitantes em 2025

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O Museu Paranaense de Ciências Forenses (MPCF), da Polícia Científica do Paraná, fechou 2025 com o maior número de visitantes. Ao todo, mais de 110 mil pessoas passaram pelo espaço ou participaram das atividades externas promovidas pela instituição ao longo do ano – um crescimento de 41% em relação a 2024, quando foram contabilizadas cerca de 78 mil visitas. 

“2025 foi um ano maravilhoso para o Museu”, destaca a diretora do MPCF, Fabíola Machado. “Tivemos muitas mudanças, retornamos para o nosso espaço antigo, totalmente reformado, com nosso acervo renovado e podendo oferecer para o visitante uma nova Sala de Exposições e a visita no Antigo Necrotério num mesmo momento, num mesmo espaço. Isso foi um passo muito importante e estamos muito contentes com os resultados”, afirma.

O desempenho acompanha o aumento da atuação do museu em todo o Estado. Com o apoio das equipes das unidades do Interior, o museu percorreu 32 municípios, levando exposições itinerantes, oficinas e demonstrações de técnicas de perícia criminal. A agenda também incluiu a presença em 15 eventos e feiras, além da recepção de 33 escolas em visitas guiadas que apresentaram aos estudantes o trabalho e história da perícia.

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“Combinando atendimento no espaço físico, ações educativas e participação em iniciativas externas, o Museu fortalece sua presença no calendário científico e cultural do Paraná, ampliando o alcance das informações sobre o trabalho pericial junto à população”, destaca Fabíola Machado.

PERÍCIA MIRIM – Entre as ações que marcaram o ano, a Perícia Mirim ganhou destaque ao levar atividades sobre ciência forense e educação ambiental para 10 escolas, envolvendo cerca de 1.140 estudantes. As oficinas apresentaram, de forma prática e acessível, como ocorre a identificação de crimes ambientais, com análise de vestígios, observação de impactos e simulações de investigação. Integrada ao conjunto de iniciativas itinerantes do Museu, a ação reforça o compromisso da instituição em ampliar o alcance da educação científica entre crianças e jovens.

NOVO ESPAÇO – Em agosto, o Museu voltou ao antigo endereço, na Avenida Visconde de Guarapuava, 2652, no Centro de Curitiba, reunindo em um único local a sala de exposições e o antigo necrotério, agora transformado em acervo histórico. A mudança oferece ao público uma visão integrada da trajetória da perícia criminal no Estado, com acesso a ambientes originais, equipamentos utilizados pelos peritos, documentos e réplicas anatômicas. A sede amplia a visibilidade da instituição e reforça seu papel na preservação e divulgação das ciências forenses.

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SERVIÇO – Os atendimentos do MPCF ao público retornam a partir de 19 de janeiro, mediante agendamento prévio pelo e-mail: [email protected].

Fonte: Governo PR

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Paraná

Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre

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O Porto de Paranaguá movimentou 70% das exportações brasileiras de óleo de soja entre janeiro e março de 2026, de acordo com o Comex Stat, sistema do governo federal que reúne dados sobre o comércio exterior, divulgados pela Portos do Paraná nesta terça-feira (21). No período, o porto paranaense embarcou 386,3 mil toneladas do produto. .

Segundo o centro de estatísticas da Portos do Paraná, o volume representa um crescimento de 38% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 280 mil toneladas. Os principais mercados compradores estão concentrados na Ásia e na África.

Somente no mês de março, a participação de Paranaguá nas exportações nacionais de óleo de soja atingiu 75,3%, com 135 mil toneladas embarcadas.

GRANÉIS SÓLIDOS – Em volume, a soja em grão foi a commodity que mais cresceu em movimentação nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, segundo dados da Autoridade Portuária e do Comex Stat, o que representa uma em cada cinco toneladas das exportações brasileiras do produto.

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O volume embarcado de soja em grão registrou crescimento de 12% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram exportadas 4,1 milhões de toneladas.

“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

Com o envio de 1,3 milhão de toneladas, o farelo de soja também se destacou nas exportações do trimestre, representando 25,6% do volume nacional — o segundo maior do país, mesmo com uma ligeira queda se comparado com o mesmo período de 2025.

Somente em março, foram embarcadas 700 mil toneladas, principalmente para a Ásia e a Europa, volume equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras.

IMPACTOS – No acumulado até março, os portos paranaenses movimentaram 16,7 milhões de toneladas, volume 3,9% inferior ao registrado no mesmo período de 2025.

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Entre os fatores que influenciaram o resultado está a redução nas exportações de açúcar, impactadas pela queda nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais.

A exportação de milho também apresenta retração, já que parte da produção tem sido direcionada ao mercado interno para a fabricação de etanol, combustível alternativo ao petróleo. Esse movimento está relacionado ao cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas, como o conflito entre Estados Unidos e Irã.

Essas condições internacionais também começam a impactar a importação de fertilizantes. O Paraná é a principal porta de entrada desses insumos no Brasil. No primeiro trimestre do ano passado, foram importadas 2,7 milhões de toneladas, enquanto, no mesmo período de 2026, o volume caiu para 2,2 milhões de toneladas.

 Por outro lado, a importação de malte registrou alta de 227%, enquanto a cevada cresceu 10%. Já os derivados de petróleo apresentaram aumento de 9% nas importações em relação a 2025.

Fonte: Governo PR

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