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MPPR em Cornélio Procópio cumpre mandados de busca e prisão em operação contra associação criminosa com atuação no tráfico de drogas na região

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O Ministério Público do Paraná, por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Cornélio Procópio, no Norte Central do Estado, com o apoio da agência de inteligência do 18° Batalhão da Polícia Militar, deflagrou nesta terça-feira, 16 de dezembro, a Operação Jeremias, voltada a desarticulação de associação dedicada à prática do crime de tráfico de drogas na comarca de Cornélio Procópio e região. Foram cumpridos 50 mandados de busca domiciliar e 14 mandados de prisão temporária.

Áudio do Promotor de Justiça Carlos Eduardo de Souza

As buscas e prisões ocorreram nos municípios de Cornélio Procópio, Santa Mariana, Bandeirantes, Uraí e Jataizinho e foram realizadas com o apoio de mais de duzentos policiais militares de todos os Batalhões do 2° Comando Regional de Polícia Militar de Londrina. Foram apreendidas munições, drogas, aparelhos celulares, folhas de cheque, notas promissórias e grande quantidade de dinheiro em espécie.

Na mesma investigação, foi identificado um grupo criminoso voltado para a prática de homicídios na cidade de Cornélio Procópio (Operação Faroeste Caboclo). O nome da operação faz alusão ao personagem Jeremias, retratado na música Faroeste Caboclo, da banda Legião Urbana, como um traficante traiçoeiro e violento.

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Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4264

Fonte: Ministério Público PR

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Ministério Público do Paraná denuncia por corrupção e posse ilegal de armas em delegacia de Bandeirantes três pessoas investigadas na Operação Fim da Trilha

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O Núcleo de Londrina do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Paraná ofereceu nesta quarta-feira, 9 de setembro, duas denúncias criminais contra três pessoas investigadas no âmbito da Operação Fim da Trilha. A ação apura o recebimento de vantagens indevidas e outros ilícitos envolvendo servidor lotado na 39ª Delegacia Regional de Polícia Civil, localizada em Bandeirantes, no Norte Pioneiro do estado.

Áudio do Promotor de Justiça Leandro Antunes Meirelles Machado

As apurações que culminaram no oferecimento das denúncias tiveram origem a partir de um relatório encaminhado pelo 18º Batalhão de Polícia Militar. Ao longo das investigações, o Gaeco constatou que um investigador de polícia se valia da atuação de advogados para intermediar o recebimento de propina. Em um dos episódios detalhados pelo MPPR, o servidor teria cobrado e efetivamente recebido R$ 10 mil para franquear o acesso de um advogado a um aparelho celular que havia sido apreendido e estava sob custódia da unidade policial. A manobra ilícita tinha como objetivo permitir a exclusão dos dados probatórios armazenados no dispositivo.

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Outros crimes – Além dos crimes contra a administração pública, os fatos denunciados englobam delitos previstos no Estatuto do Desarmamento. No dia 23 de abril deste ano, durante o cumprimento dos mandados de busca e apreensão expedidos no contexto da mesma operação nas cidades de Bandeirantes e Cambará, o investigador foi flagrado mantendo sob sua guarda no interior da delegacia, de forma irregular, um revólver e dezenas de munições de calibres variados, contemplando armamento de uso permitido e de uso restrito.

Os três investigados foram denunciados pela prática dos crimes de corrupção passiva, corrupção ativa, posse irregular de arma de fogo de uso permitido e posse ou porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Junto aos pedidos de condenação criminal, o Ministério Público solicitou à Justiça a decretação da perda do cargo público do policial civil. O MPPR requereu ainda o perdimento dos valores ilicitamente auferidos com o esquema criminoso e o arbitramento cumulativo de dano moral coletivo no valor de R$ 100 mil, montante que deverá ser revertido aos cofres do Estado do Paraná.

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Notícia anterior:

23/04/2026 – Gaeco cumpre mandados de busca e apreensão em Bandeirantes e Cambará na Operação Fim da Trilha, que investiga possíveis crimes cometidos por policial civil

Informações para a imprensa:
Assessoria de Comunicação
[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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