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MON terá programação especial da nova exposição africana para público com mais de 60 anos

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A edição de julho do tradicional programa Arte para Maiores, realizado pelo Museu Oscar Niemeyer, terá como tema a nova edição da exposição da Sala 4: “África: Diálogos com o Contemporâneo”. Haverá visita mediada e oficina artística, conduzidas pela equipe do setor Educativo do MON. Os encontros presenciais serão nos dias 4 e 11/7, das 14h às 17h. 

Para se inscrever, é necessário preencher o formulário online. As vagas são limitadas e não é necessário possuir conhecimento prévio em artes visuais. A participação é gratuita para pessoas com mais de 60 anos e outros grupos isentos de pagamento de ingresso no MON (confira aqui). Para os outros públicos, o ingresso do museu deve ser pago para ter acesso à atividade. 

O Arte para Maiores tem a missão de aproximar o público com mais de 60 anos do Museu Oscar Niemeyer. Em 2019, o programa conquistou um importante reconhecimento nacional na área de educação em museus – o Prêmio Darcy Ribeiro 2019, concedido pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).

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A exposição “África, Expressões Artísticas de um Continente”, realizada pelo Museu Oscar Niemeyer (MON) com obras de seu acervo, acaba de ganhar uma segunda edição: “África: Diálogos com o Contemporâneo”. A curadoria é de Paula Braga e Renato Araújo da Silva.

A mostra é um recorte da grandiosa doação feita pela Coleção Ivani e Jorge Yunes (CIJY) ao MON, em 2021, com aproximadamente 1.700 obras de uma das mais importantes e significativas coleções de objetos de arte africana do século 20.

MON – O Museu Oscar Niemeyer (MON) é patrimônio estatal vinculado à Secretaria de Estado da Cultura. A instituição abriga referenciais importantes da produção artística nacional e internacional nas áreas de artes visuais, arquitetura e design, além de grandiosas coleções asiática e africana. No total, o acervo conta com aproximadamente 14 mil obras de arte, abrigadas em um espaço superior a 35 mil metros quadrados de área construída, o que torna o MON o maior museu de arte da América Latina. 

Serviço:

Encontro Arte para Maiores na exposição “África: Diálogos com o Contemporâneo”

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Terça-feira, 4 de julho – das 14h às 17h

Terça-feira, 11 de julho – das 14h às 17h

Link para inscrição: bit.ly/APMjulho2023

Fonte: Governo PR

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Monitoramento no Porto de Paranaguá registra quase 25 mil aves e reforça conservação no Litoral

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O equilíbrio entre o desenvolvimento econômico e a preservação ambiental segue como prioridade nas ações da Portos do Paraná. Prova disso são os resultados atualizados do Programa de Monitoramento da Avifauna nos primeiros nove meses de 2026, que contabilizou a presença de 24.941 indivíduos pertencentes a 149 espécies de aves na região portuária. O levantamento funciona como um indicador da saúde ecológica do Litoral paranaense diante das atividades portuárias.

Luiz Fernando Garcia, diretor-presidente da Portos do Paraná, destaca que a eficiência logística do Estado caminha lado a lado com a responsabilidade socioambiental. “Nossos programas voltados à preservação do meio ambiente são reconhecidos internacionalmente. Somos o único porto do mundo convidado pela ONU a participar, desde 2019, das edições da COP. E no próximo mês estaremos presentes novamente na COP31, na Turquia.”

O monitoramento ocorre de forma ininterrupta desde 2016. Os biólogos realizam censos mensais que combinam caminhadas terrestres e um transecto embarcado, percurso de barco que se estende desde Pontal do Sul, na Ilha do Mel, até o município de Antonina.

De acordo com o biólogo Elliezer Correia, responsável pela execução do programa, o grupo das aves é estratégico para a conservação por funcionar como um indicador biológico imediato. “A comunidade de avifauna é bem diversa e serve como o que podemos chamar de sentinelas ambientais. As aves respondem muito mais rápido às alterações do ambiente do que outros grupos. Se houver qualquer acidente ou derramamento de óleo no entorno do porto que ninguém tenha visto, as aves que se alimentam nos baixios serão as primeiras a sofrer. Quando a contagem mensal aponta uma diminuição abrupta na riqueza ou abundância de uma espécie, acende-se um alerta de que algo está errado no ecossistema”, explica Elliezer.

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DIVERSIDADES E ABUNDÂNCIA DE ESPÉCIES – Os dados coletados entre janeiro e setembro de 2026 reforçam a alta diversidade biológica da área monitorada. A ordem dos Passeriformes, que engloba aves continentais e de mangue, manteve a liderança em diversidade, com 66 espécies registradas. Em seguida, destacam-se os Charadriiformes, representados por 19 espécies de aves de praias e lodaçais, e os Pelecaniformes, grupo que inclui garças e espécies afins, que somaram 12 espécies no período.

Em relação à abundância no semestre, a espécie mais numerosa foi o biguá (Nannopterum brasilianum), com 8.495 indivíduos observados. A segunda colocação ficou com o urubu-preto (Coragyps atratus), com 1.955 indivíduos, seguido pelo trinta-réis-de-bando (Thalasseus acuflavidus), que contabilizou 1.733 indivíduos.

“O biguá é historicamente a espécie mais abundante no nosso monitoramento, somando mais de 60 mil registros desde 2016. Como eles formam grandes bandos e são fáceis de identificar, é comum registrarmos mais de mil indivíduos em uma única campanha embarcada”, detalha o biólogo.

HISTÓRICO E DESTAQUE CONSERVACIONISTA – Além de acompanhar as espécies mais frequentes, o programa monitora aves raras ou de passagem, influenciadas pelos ciclos migratórios. Um dos principais destaques do levantamento contínuo iniciado em 2016 é o guará, ave de grande importância para a conservação que estava praticamente ausente no início das pesquisas e passou a apresentar aumento gradual de abundância nos últimos anos.

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“O guará passou muito tempo sumido da região. No início do programa, em 2016, quase não tínhamos registros dele. Nos últimos anos, percebemos um aumento gradual na sua abundância. Sua volta está ligada a fatores como a preservação dos manguezais para nidificação e a conscientização contra a caça”, conclui Elliezer Correia.

Os dados acumulados ao longo desta década de censos mensais servem de base técnica para que o Porto de Paranaguá continue desenvolvendo planos de recuperação ambiental e medidas mitigadoras, contribuindo para que a infraestrutura portuária paranaense cresça em harmonia com a natureza.

Fonte: Governo PR

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