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Brasil

MME lidera redução histórica de emissões nos sistemas isolados e avança na transição energética

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O Ministério de Minas e Energia (MME) consolidou, em 2025, um avanço histórico na transição energética dos sistemas isolados, que registraram o menor nível de emissões de gases de efeito estufa da série histórica. Os resultados constam do Planejamento do Atendimento aos Sistemas Isolados – Ciclo 2025, disponível no site da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), vinculada ao MME.

Para o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, os resultados refletem uma mudança estrutural na política pública para a região. “Estamos promovendo uma transformação histórica nos sistemas isolados, com menos emissões, mais eficiência e mais segurança energética. A combinação entre interligações, fontes renováveis e armazenamento mostra que é possível reduzir custos, proteger o meio ambiente e levar energia de qualidade à população da Amazônia”, afirmou o ministro.

No campo econômico, a Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) colocou em consulta pública o orçamento da Conta de Consumo de Combustíveis (CCC) para 2026, que estima uma redução de 8,8% nos custos de geração dos sistemas isolados. A proposta segue aberta para contribuições da sociedade e dos agentes do setor elétrico e ainda será consolidada pela agência reguladora.

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Entre os principais vetores desse resultado está a interligação de 15 localidades isoladas ao Sistema Interligado Nacional (SIN) em 2025, incluindo Boa Vista (RR), última capital brasileira a operar fora do sistema nacional. A medida reduz de forma estrutural a necessidade de geração térmica local, amplia a segurança do suprimento e contribui diretamente para a queda das emissões e dos custos operacionais, no âmbito das diretrizes definidas pelo MME.

Outro destaque do planejamento divulgado pela EPE é a transformação no perfil de suprimento energético. A capacidade instalada de geração solar fotovoltaica e de armazenamento em baterias dobrou em 2025 em relação a 2024, impulsionada pela entrada de projetos híbridos nos sistemas isolados. No horizonte de planejamento, a expansão é ainda mais significativa: a geração fotovoltaica cresce cerca de 30 vezes e a capacidade de armazenamento em baterias aproximadamente 300 vezes até 2029, reforçando a confiabilidade do atendimento e reduzindo a dependência do óleo diesel.

O conjunto dessas ações reforça o protagonismo do MME na condução da transição energética dos sistemas isolados, com foco na descarbonização, na redução dos subsídios da CCC e na construção de um modelo energético mais sustentável, eficiente e alinhado às metas climáticas do país.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil

Parceria entre Ministério da Saúde e Caixa garante cerca de R$ 1 bilhão para instituições filantrópicas

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O Ministério da Saúde e a Caixa Econômica Federal firmaram, nesta quarta-feira (3/6), contratos que viabilizam a liberação de aproximadamente R$ 1 bilhão para oito instituições hospitalares filantrópicas do país. As unidades integram a rede complementar do Sistema Único de Saúde (SUS) e são referência na oferta de atendimentos especializados. Os recursos serão destinados por meio da linha de crédito “Caixa Hospitais FGTS”, que oferece condições facilitadas de financiamento, contribuindo para o equilíbrio financeiro dos hospitais e Santas Casas para a continuidade da assistência para pacientes da rede pública.

“Temos a expectativa de chegar, nos próximos dias, a R$ 2 bilhões em contratos de financiamento da Caixa para essas instituições. Essas instituições têm um papel importante para a população atendida pelo SUS. Para se ter uma ideia, em 2025, nós realizamos 14,9 milhões de cirurgias, 42% a mais do que foi feito em 2022. A maior parte dessas cirurgias foram feitas pelos hospitais filantrópicos e pelas Santas Casas”, destacou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Foto: Rafael Nascimento/MS
Foto: Rafael Nascimento/MS
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Os contratos assinados nesta quarta-feira contemplam:

  • Associação de Combate ao Câncer de Goiás (GO)
  • Santa Casa da Misericórdia de São Paulo (SP)
  • Santa Casa de Porto Alegre (RS)
  • Hospital José Silveira (BA)
  • Instituto de Câncer de Londrina (PR)
  • Associação Hospitalar Vila Nova (RS)
  • Sociedade Portuguesa de Beneficência de Campos (RJ)
  • Fundação Assistencial da Paraíba (PB)

Além das contemplações desta etapa, outras 115 instituições já receberam aval para apresentar propostas de financiamento à linha CAIXA Hospitais FGTS. São unidades hospitalares habilitadas pelo programa Agora Tem Especialistas na modalidade crédito financeiro.

Hospitais filantrópicos e Santas Casas no Brasil

No total, existem 1.959 instituições filantrópicas no país, sendo 324 Santas Casas. As unidades oferecem uma ampla variedade de especialidades e serviços, incluindo clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, cardiologia, oncologia, pediatria, ginecologia e obstetrícia, além de leitos de terapia intensiva e atendimento de urgência e emergência. Com essa estrutura, as instituições contribuem diretamente para a redução do tempo de espera, ampliação do acesso a tratamentos especializados e o fortalecimento da assistência hospitalar em municípios de diferentes localidades.

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Toda essa rede assistencial registrou nos últimos três anos (2023-2025), um total de 839,6 milhões de atendimentos ambulatoriais e 17,3 milhões de internações. O custo desses procedimentos para o Governo do Brasil foi de R$ 56,3 bilhões. Os números refletem a dimensão da rede filantrópica no atendimento à população brasileira e sua importância para a garantia do acesso aos serviços de saúde em todo o país.

Eduarda Paixão
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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