Connect with us


Brasil

MJSP retoma diálogo para avanço da PEC da Segurança Pública com lideranças do Congresso

Publicado em

Brasília, 05/02/2026 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) promoveu, nessa quarta-feira (4), no Palácio da Justiça, reunião estratégica para retomar o debate sobre a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/25 da Segurança Pública. O encontro foi conduzido pelo ministro Wellington César Lima e Silva e contou com a presença de deputados federais e representantes do Governo Federal, em demonstração do compromisso institucional com o avanço da matéria. 

Participaram da reunião o presidente da Comissão Especial que analisa a PEC, deputado Aluísio Mendes; o relator da proposta, deputado Mendonça Filho; o vice-presidente da comissão, deputado Alberto Fraga; e o secretário especial Bruno Moretti, da Secretaria de Análise Governamental da Casa Civil da Presidência da República. O encontro reforçou a convergência entre os Poderes Executivo e Legislativo para a construção de consensos que permitam o avanço da proposta com solidez técnica e político-institucional. 

A discussão teve como objetivo alinhar aspectos institucionais e técnicos relacionados à tramitação da proposta no Congresso Nacional, além de discutir os próximos encaminhamentos no âmbito da Comissão Especial. 

A PEC 18/25 busca aprimorar a integração das forças de segurança, racionalizar a governança do sistema nacional do setor e estabelecer diretrizes gerais para políticas públicas de prevenção e repressão ao crime organizado. 

Leia mais:  "Trabalhadores devem estar no centro da Transição Justa", defende Perioto

Durante o encontro, o ministro Wellington César destacou a importância do diálogo institucional na construção de respostas duradouras para a segurança pública. Segundo ele, a articulação entre os Poderes é essencial para o avanço de uma agenda de proteção à população. 

Histórico da PEC 18/25 

A Proposta de Emenda à Constituição da Segurança Pública foi apresentada com o objetivo de conferir status constitucional ao Sistema Único de Segurança Pública (Susp), instituído pela Lei nº 13.675, de 2018. O sistema estabelece diretrizes para a integração entre os órgãos de segurança pública da União, dos estados, do Distrito Federal e dos municípios. 

A PEC propõe a inclusão, no texto constitucional, de princípios, competências e mecanismos de cooperação federativa relacionados à segurança pública, além de disciplinar a governança do sistema nacional. Entre os pontos previstos, estão a definição de diretrizes gerais para a atuação integrada das forças policiais, dos órgãos de inteligência e das instâncias de gestão. 

Desde a apresentação, a proposta vem sendo debatida no Congresso Nacional, com a realização de audiências públicas, reuniões técnicas e análises por comissões temáticas. Em 2025, foi instituída comissão especial para examinar o mérito da matéria, responsável por consolidar o relatório e conduzir os debates. 

Leia mais:  Ministério da Saúde realiza segunda edição do Dia B - Dia da Saúde Bucal, nesta sexta-feira (29)

Atualmente, a PEC encontra-se em fase de apreciação na Comissão Especial, etapa que antecede a votação em dois turnos no Plenário da Câmara dos Deputados. Concluída essa fase, a proposta seguirá para análise do Senado Federal, conforme o processo legislativo constitucional. 

Com a retomada das discussões, o MJSP mantém acompanhamento permanente da tramitação e presta apoio técnico e institucional aos parlamentares envolvidos, no âmbito de suas competências legais. O ministério seguirá engajado nas próximas etapas do processo, com interlocução contínua com lideranças parlamentares e demais atores institucionais, para contribuir com a construção de um arcabouço constitucional alinhado às necessidades da sociedade brasileira na área da segurança pública. 

Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

Comentários Facebook

Brasil

Saiba o que é piracuí de bodó

Published

on

Com influência direta da tradição dos povos indígenas, o piracuí é uma forma de aproveitar o pescado por meio da desidratação da carne. É um tipo de “farinha” de peixe. Em tupi significa: pira=peixe; cuí=farinha. É muito apreciado na região norte do Brasil.

Geralmente é feito da espécie bodó/acari-bodó (Liposarcus pardalis). A produção artesanal começa na etapa em que o peixe fresco é assado ou cozido. Em seguida, é feita a separação da carne, da carcaça e dos ossos. Depois, é feita a desidratação em tachos de barro ou fornos abertos. É adicionado o sal. Por fim, é feito um resfriamento da “farinha” em temperatura ambiente. 

Conforme a portaria de n° 3250, de 01 de setembro de 2018 da Agência de Defesa Agropecuária do Estado do Pará (Adepará), o processo de produção é o seguinte:

 I – Farinha de Pescado Tipo Piracuí: o produto obtido de matéria-prima fresca ou congelada, convenientemente lavada com água hiperclorada, cozido ou assado a uma temperatura e tempo ideal para a obtenção do produto desejado, resfriado e a sua carne separada da carcaça e da espinha. Posteriormente, o produto é disposto à secagem sob temperatura e tempo apropriado para a obtenção do produto final desejado e conservado sob temperatura ambiente, que atenda a todos os padrões microbiológicos;

Leia mais:  Nova Ficha Digital de Hóspedes agiliza o check-in em mais 3.700 meios de hospedagem de todo o Brasil

II – Lavagem com água hiperclorada: pré-lavagem do peixe antes do cozimento ou assamento com água a uma concentração de 5 ppm de cloro;

III – Cozimento: processo a que se submete o peixe utilizando-se de equipamento com fonte de calor indireta, que propicie uma cocção uniforme da matéria-prima, sob condições de tempo e temperatura compatíveis com o tipo de produto a ser obtido.

ASCOM 

Ministério da Pesca e Aquicultura 

[email protected]

Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262