Brasil
MJSP cria Centro Nacional de Inteligência Penal para fortalecer o enfrentamento ao crime organizado
O CNIP será o ambiente operacional de integração e coordenação estratégica da Rede Nacional de Inteligência Penitenciária (RENIPEN), reunindo os órgãos de inteligência das polícias penais dos estados, do Distrito Federal e da Polícia Penal Federal. A iniciativa amplia a capacidade de compartilhamento de informações, produção de conhecimento estratégico e apoio às operações de inteligência em âmbito nacional.
Coordenado pela Diretoria de Inteligência Penal da SENAPPEN, o Centro funcionará como um núcleo nacional de fusão de informações, responsável por integrar, consolidar, analisar e difundir informações de inteligência penal, além de operar soluções tecnológicas voltadas ao enfrentamento das organizações criminosas que atuam a partir do sistema prisional.
Entre as atribuições do CNIP estão a coordenação e o acompanhamento de operações nacionais de inteligência penal, o monitoramento de situações de crise, a operação de sistemas e plataformas tecnológicas, a produção de conhecimentos estratégicos e o suporte técnico à tomada de decisões da alta gestão do Ministério da Justiça e Segurança Pública, da SENAPPEN e dos entes federativos.
O Centro funcionará em regime contínuo, permitindo atuação permanente na integração de informações, no monitoramento de cenários críticos e no apoio às operações de inteligência penal em todo o território nacional.
“O enfrentamento ao crime organizado exige integração entre inteligência, tecnologia e atuação operacional. A criação do Centro Nacional de Inteligência Penal representa mais um passo do Programa Brasil Contra o Crime Organizado na consolidação de uma política nacional de inteligência penal. Ao integrar as estruturas de inteligência das polícias penais de todo o país, ampliamos a capacidade do Estado de produzir conhecimento estratégico, apoiar operações e enfrentar de forma cada vez mais eficiente a atuação das organizações criminosas”, afirmou o secretário nacional de Políticas Penais, André Garcia.
Para o diretor de Inteligência Penal da SENAPPEN, Antônio Glautter Morais, o CNIP representa um novo modelo de atuação integrada da inteligência penal brasileira.
“O Centro Nacional de Inteligência Penal permitirá que as estruturas de inteligência das polícias penais atuem de forma cada vez mais coordenada, compartilhando informações estratégicas, produzindo conhecimento e apoiando operações em âmbito nacional. Mais do que integrar dados, o CNIP fortalece a capacidade de antecipação do Estado diante das ações do crime organizado, amplia a eficiência das operações e apoia a tomada de decisões estratégicas em benefício da segurança pública”, destacou.
Padrão Segurança Máxima
O Centro Nacional de Inteligência Penal integra o projeto Padrão Segurança Máxima, iniciativa do Programa Brasil Contra o Crime Organizado coordenada pela SENAPPEN.
Estruturado em três eixos, inteligência e operações, modernização tecnológica e capacitação de servidores, o projeto prevê investimentos de aproximadamente R$ 324 milhões em equipamentos, tecnologia, infraestrutura e qualificação profissional para fortalecer o sistema prisional brasileiro.
As 138 unidades prisionais estratégicas contempladas pelo programa foram selecionadas com base em critérios de inteligência penal e receberão equipamentos de alta tecnologia, scanners corporais, aparelhos de raio X, viaturas cela, drones, georradares, sistemas de monitoramento e outras soluções voltadas ao fortalecimento do controle prisional.
A iniciativa busca difundir, de forma cooperativa, protocolos, procedimentos e referências operacionais consolidados no Sistema Penitenciário Federal, administrado pela Polícia Penal Federal, fortalecendo a cooperação entre União e estados e ampliando a capacidade de enfrentamento ao crime organizado dentro e fora das unidades prisionais.
Brasil
Turismo de pesca como vetor de desenvolvimento regional
Nesta quinta-feira (25/06), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) organizou o Simpósio Sul Brasileiro de Pesca Esportiva, realizado durante a Expomar 2026, em Itajaí (SC). O encontro reuniu representantes do poder público, organizadores de eventos, entidades do setor e praticantes da modalidade.
Na abertura do evento, o secretário nacional de Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Carlos Mello, destacou a importância da integração entre o poder público, o setor produtivo, as entidades representativas e a sociedade para o fortalecimento da pesca amadora e esportiva no Brasil. “A modalidade representa um importante vetor de desenvolvimento regional, capaz de impulsionar o turismo, gerar emprego e renda, promover a conservação dos recursos pesqueiros e ampliar a valorização dos ambientes aquáticos por meio de políticas públicas estruturantes”, destacou.
A coordenadora-geral de Desenvolvimento da Pesca Industrial, Amadora e Esportiva, Lariessa Soares, ministrou a palestra “Políticas Públicas e Ferramentas para o Fortalecimento da Pesca Amadora e Esportiva”. Ela apresentou as principais iniciativas conduzidas pelo MPA para ampliar o desenvolvimento sustentável da atividade no país.
Outro momento de destaque da programação foi a mesa-redonda “Torneios de Pesca: Casos de Sucesso”, que reuniu organizadores de importantes competições realizadas na região Sul. O debate abordou a profissionalização dos eventos, seus impactos econômicos e turísticos nos municípios-sede, estratégias para atração de atletas e visitantes, além da adoção de boas práticas voltadas à sustentabilidade e à conservação dos recursos pesqueiros.
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