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Ministro da Pesca e Aquicultura cumpre agenda no Pará entre 24 e 26 de abril; confira as atividades

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O Ministro de Estado da Pesca e Aquicultura, Edipo Araujo, estará no Pará, nas cidades de Belém, Bragança, Capitão Poço e São Miguel do Guamá, entre os dias 24 e 26 de abril, para cumprir agenda relacionada à capacitação do Programa Nacional de Regularização de Embarcação de Pesca – Propesc, bem como à visita a empreendimentos de piscicultura e ao fortalecimento dos setores da pesca e da aquicultura do estado.

Na ocasião, o ministro se reunirá com lideranças da pesca artesanal, da aquicultura e com gestores públicos para ampliar o diálogo do Ministério da Pesca e Aquicultura – MPA com esses setores e fortalecer as políticas públicas voltadas às demandas locais.

Confira agenda completa:

Dia 24/04 (sexta-feira)

08h – Participação na Capacitação do PROPESC.
Local: Av. Presidente Tancredo Neves, 2.501, Bairro Terra Firme, Belém/PA

13h30 – Almoço e visita à empresa AMASA
Local: Amazonas Indústria Alimentícias S/A (AMASA), Bairro Pratinha/Icoaraci – Belém/PA

16h – Reunião com o Presidente do PSD do Município de Cametá/PA.
Local: A confirmar.

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Dia 25/04 (Sábado)

08h30 – Café da Manhã com Prefeito de Bragança.
Local: Usina da Paz – Av. Juscelino Kubitschek – Perpetuo Socorro – Bragança.

09h30 – Encontro com Setor Produtivo com Prefeito de Bragança/PA.
Local: GPesca Ind de Pescado Rodovia Braganca Ajuruteua Ramal do Café, 2.

11h00 – Visita Técnica a Empreendimento de Piscicultura em Bragança/PA.
Local: Fazenda D’ Paula – PA 112 KM 08.

15h30 – Visita à Fazenda de Piscicultura em Capitão Poço.
Local: Seixeira Aurora, Rodovia PA 124, s/n, Bairro Zona Rural

DIA 26/04 (Domingo)

08h30 – Café da Manhã Institucional.
Local: Fábrica de Ração Nutriforte. São Miguel do Guamá/PA

10h00 – Visita técnica fluvial com Prefeito de São Miguel do Guamá e Irituia/PA.
Local: Áreas ribeirinhas do Rio Guamá.

Contato

[email protected]  
(61) 3276-5193 / (61) 8141-7229  
Erika Meneses – Coordenadora da Assessoria de Comunicação do MPA  
Geilson Silva – 79 998341267
www.gov.br/mpa  
@minpescaeaquicultura 

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Fonte: Ministério da Pesca e Aquicultura

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Brasil consolida desenvolvimento de vacinas com RNA mensageiro e amplia respostas contra crises sanitárias

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O Ministério da Saúde investiu R$ 210 milhões no desenvolvimento de plataformas de RNA mensageiro (mRNA) no Brasil, uma estratégia para ampliar a capacidade científica, tecnológica e produtiva do país e garantir respostas próprias a emergências sanitárias. A iniciativa reúne três centros nacionais com capacidade para desenvolver vacinas com essa tecnologia — Fiocruz, Instituto Butantan e Centro de Competência em Vacinas da UFMG — e já produz resultados concretos: a Fiocruz vai iniciar os estudos clínicos da primeira vacina desenvolvida integralmente no país com RNA mensageiro.

Esses investimentos fazem parte do fortalecimento do Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) e da redução da dependência de tecnologias externas. Por meio do Novo PAC Saúde, foram destinados R$ 77 milhões à plataforma de RNAm da Fiocruz e R$ 73 milhões ao Butantan, enquanto o Centro de Competência em Vacinas da UFMG recebeu R$ 60 milhões. Os recursos apoiam a infraestrutura de pesquisa e produção, o desenvolvimento de produtos estratégicos para o SUS e a realização de estudos clínicos.

Mais do que viabilizar uma vacina específica, a estratégia cria uma infraestrutura tecnológica nacional capaz de gerar diferentes vacinas e produtos de interesse do SUS. A tecnologia de RNA mensageiro funciona como uma plataforma: as instruções utilizadas para estimular o sistema imunológico podem ser modificadas de acordo com o agente infeccioso ou a doença que se pretende combater. Por isso, as estruturas apoiadas pelo Ministério da Saúde também têm potencial para o desenvolvimento de produtos contra doenças como leishmaniose e tuberculose, além de aplicações terapêuticas, inclusive na área de câncer.

A iniciativa integra ainda o Programa Nacional de Inovação Radical, criado pelo Ministério da Saúde para aproximar a pesquisa científica das necessidades do SUS e transformar conhecimento em soluções concretas, como vacinas, medicamentos, diagnósticos e terapias. A política organiza uma carteira de projetos estratégicos e amplia o acesso de pesquisadores e instituições à infraestrutura científica e tecnológica avançada, fortalecendo a articulação entre governo, academia, setor produtivo e parceiros estratégicos.

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“Enquanto tem país que cortou o investimento em RNA mensageiro, rasgou o contrato com empresa, parou pesquisa, o Brasil tem três plataformas, vem avançando e se preparando cada vez mais para o desenvolvimento de vacinas. Temos muito orgulho de que vamos nos apropriar, enquanto país, dessa plataforma tecnológica”, afirma o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Primeira vacina em testes clínicos

A primeira vacina com RNA Mensageiro é contra a Covid-19 e foi desenvolvida pelo Instituto de Tecnologia em Imunobiológicos (Bio-Manguinhos/Fiocruz) a partir da plataforma própria de RNAm, cuja planta piloto é a primeira da América Latina com certificação de Boas Práticas de Fabricação.

“A consolidação dessa plataforma amplia a capacidade nacional de responder a emergências sanitárias, reduz a dependência de tecnologias externas e cria uma base para o desenvolvimento de novos produtos voltados a diferentes desafios do Sistema Único de Saúde (SUS)”, diz o presidente da Fiocruz, Mario Moreira.

O estudo clínico autorizado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) avaliará a vacina como dose de reforço, conforme a estratégia atualmente prevista no calendário do Programa Nacional de Imunizações (PNI). O recrutamento dos voluntários para a primeira fase do estudo está previsto para começar no primeiro trimestre de 2027.

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A vacina passou por estudos pré-clínicos, que demonstraram eficácia na proteção contra a doença, além de avaliações toxicológicas e estudos de escalonamento. Agora, na Fase 1 dos testes clínicos, serão avaliadas principalmente a segurança e a capacidade de resposta da vacina. Os participantes serão acompanhados durante um ano.

Essa vacina é o primeiro produto desenvolvido na plataforma de RNAm de Bio-Manguinhos/Fiocruz. Mas o potencial da tecnologia vai além da Covid-19. A tecnologia de RNA mensageiro permite utilizar uma mesma plataforma e modificar as instruções destinadas ao sistema imunológico de acordo com o agente ou doença que se pretende combater.

Butantan e CTV-RNA

Além da Fiocruz, os investimentos do Ministério da Saúde impulsionam uma carteira diversificada de projetos baseados em RNA mensageiro e outras aplicações de RNA. No Centro de Competência em Vacinas da UFMG (CTV-RNA), estão em desenvolvimento projetos para vacinas contra dengue, malária, doença de Chagas, leishmaniose visceral e influenza, além de soluções terapêuticas inovadoras, como imunoterapia contra o câncer baseada em siRNA, vacinas contra o câncer com antígenos tumorais e uma metodologia para CAR-T baseada em RNA.

No Instituto Butantan, os recursos apoiam a implantação de uma unidade de desenvolvimento e produção de vacinas de RNA mensageiro, inicialmente voltada à produção de imunizantes contra Covid-19 e Raiva.

O projeto integra uma estratégia de cooperação internacional, com participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), para transformar a plataforma brasileira em um ativo de saúde de alcance global.

Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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