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Ministro André de Paula visita Embrapa e destaca importância da pesquisa agropecuária

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O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, realizou, nesta quinta-feira (9), uma visita institucional à Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), com o objetivo de conhecer mais profundamente a estrutura, os projetos e o papel estratégico da empresa para o desenvolvimento do agro brasileiro.

Durante a agenda, o ministro foi recebido pela presidente Silvia Massruhá e pela diretoria da empresa, que apresentaram um panorama geral das ações conduzidas pela instituição, que celebra 53 anos de atuação.

Criada em 1973, a Embrapa nasceu a partir de uma estratégia de Estado voltada ao investimento em ciência e tecnologia para impulsionar a agropecuária nacional. Ao longo de sua trajetória, a empresa se consolidou como referência mundial ao desenvolver soluções inovadoras para a agricultura tropical.

“O sucesso da agropecuária brasileira está diretamente ligado à decisão estratégica de investir em ciência e tecnologia para a criação da Embrapa”, destacou o ministro. Ele também reafirmou o compromisso da atual gestão com o fortalecimento da empresa. “Fiz muita questão de que um dos primeiros passos dessa nova gestão fosse aqui na Embrapa. Se a gente quer entender o sucesso do agro brasileiro no mundo inteiro, é preciso compreender o que foi construído ao longo desses 53 anos. Quero reafirmar a prioridade que a Embrapa tem na minha gestão, com o fortalecimento do orçamento e das ações desenvolvidas”, afirmou.

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O ministro ressaltou ainda o impacto direto da atuação da empresa na vida dos brasileiros. “A Embrapa transforma a vida das pessoas no campo em todo o país. No semiárido pernambucano, por exemplo, o desenvolvimento da fruticultura está diretamente ligado às tecnologias geradas pela empresa”, completou.

A presidente Silvia Massruhá agradeceu a visita e reforçou a importância da parceria institucional com o Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). “Em nome dos mais de 8 mil empregados da Embrapa, damos as boas-vindas ao ministro. Estamos ansiosos para recebê-lo em nossas 43 unidades de pesquisa espalhadas pelo Brasil, para que possa conhecer de perto o trabalho realizado nos campos experimentais”, afirmou.

Silvia também destacou iniciativas recentes da empresa, como a criação da Embrapa Alimentos e Territórios, em Maceió (AL), voltada ao fortalecimento da gastronomia, da identificação geográfica e das comunidades tradicionais. A unidade será inaugurada em breve, com a presença do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva.

Ainda durante a visita, o ministro apresentou o nome de Guilherme Coelho como sua indicação para a presidência do Conselho de Administração da Embrapa (Consad).

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Participaram da visita à Embrapa o secretário-executivo, Cleber Soares; a chefe de gabinete do ministro, Adriana Toledo; a assessora, Sibelle Andrade; e a chefe da Assessoria Especial de Comunicação Social do Mapa, Carla Madeira.

Informação à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Exportações do Rio Grande do Sul somam US$ 4,4 bilhões no 1º trimestre de 2026, com destaque para carnes

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As exportações do Rio Grande do Sul totalizaram US$ 4,4 bilhões no primeiro trimestre de 2026. Em termos nominais, o resultado representa o quarto maior valor da série histórica iniciada em 1997, evidenciando a relevância do estado no comércio exterior brasileiro.

Carnes impulsionam desempenho da pauta exportadora

Entre os principais produtos exportados, o destaque ficou para o segmento de proteínas animais e animais vivos.

As exportações de carne suína registraram crescimento expressivo de 49,6%, com incremento de US$ 75,8 milhões. Também apresentaram avanço:

  • Vendas de bovinos e bubalinos vivos: alta de US$ 57,2 milhões;
  • Carne bovina: aumento de US$ 33,7 milhões.

O desempenho positivo desses produtos contribuiu para amenizar as perdas em outros segmentos relevantes da pauta exportadora.

Exportações caem em relação a 2025

Na comparação com o mesmo período de 2025, o valor total exportado pelo estado apresentou retração de 7,5%, o equivalente a uma queda de US$ 357,4 milhões.

O recuo foi influenciado principalmente pela redução nas vendas de produtos estratégicos:

  • Soja em grão: queda de 77,0% (-US$ 188,3 milhões);
  • Fumo não manufaturado: retração de US$ 172,9 milhões;
  • Celulose: recuo de US$ 68,1 milhões;
  • Polímeros de etileno: diminuição de US$ 45,5 milhões.
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Estado mantém posição no ranking nacional

Apesar da retração no valor exportado, o Rio Grande do Sul manteve a sétima colocação entre os principais estados exportadores do país.

O estado ficou atrás de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Mato Grosso, Pará e Paraná. No entanto, houve redução na participação relativa, que passou de 6,2% para 5,3% no período analisado.

Diversificação de destinos marca exportações gaúchas

No primeiro trimestre de 2026, o Rio Grande do Sul exportou para 169 destinos, reforçando a diversificação de mercados.

Os principais compradores foram:

  • União Europeia: 12,2% das exportações;
  • China: 9,2%;
  • Estados Unidos: 7,3%.

Entre os parceiros comerciais, a China apresentou a maior queda em termos absolutos, com retração de US$ 301,6 milhões, impactada pela redução nas compras de soja e fumo.

Os Estados Unidos também registraram recuo relevante (-US$ 148,7 milhões), influenciado principalmente pelos setores florestal e de armas e munições.

Egito e Filipinas ganham destaque nas compras

Em contrapartida, alguns mercados ampliaram significativamente suas importações de produtos gaúchos.

Destacam-se:

  • Egito: aumento de US$ 105,1 milhões;
  • Filipinas: alta de US$ 104,5 milhões.
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O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas de cereais e carnes.

Cenário internacional pressiona comércio exterior

O desempenho das exportações do estado ocorre em meio a um ambiente global de incertezas.

As vendas para o Irã, que representaram 1,8% do total exportado, recuaram 5,5% no período, refletindo impactos de sanções econômicas e restrições financeiras que historicamente afetam as relações comerciais com o país.

No caso dos Estados Unidos, a queda de 31,9% nas exportações foi superior à média geral do estado. O resultado está ligado, entre outros fatores, ao desempenho do setor de armas e munições, sensível a mudanças regulatórias e tarifárias.

Perspectivas indicam cenário desafiador

Apesar do bom desempenho de segmentos como o de carnes, a retração em produtos-chave como soja e celulose evidencia os desafios enfrentados pelo estado no comércio internacional.

O cenário para os próximos meses seguirá condicionado à demanda global, às condições de mercado e ao ambiente geopolítico, fatores que devem continuar influenciando o desempenho das exportações gaúchas ao longo de 2026.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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