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Ministério de Portos e Aeroportos reafirma compromisso por passagens mais acessíveis e serviço aéreo de qualidade

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A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos Deputados recebeu nesta semana a secretária Nacional de Aviação Civil em exercício, Clarissa Barros, em audiência pública sobre o setor aéreo brasileiro. O debate também contou com representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e de entidades do setor.

Clarissa destacou que o Ministério de Portos e Aeroportos (MPor) vem atuando em diferentes frentes para garantir serviços de qualidade e tarifas mais justas à população. Entre as prioridades está a ampliação da concorrência como forma de estimular a redução de preços e diversificar a oferta de voos. “Nosso papel é criar condições para que as companhias tenham segurança jurídica e ambiente favorável para investir, de forma que o consumidor final seja beneficiado com mais opções de voos e preços competitivos”, afirmou a secretária.

Judicialização e impacto nos custos

Um dos gargalos apontados por Clarissa é o elevado índice de judicialização no Brasil, que encarece as operações e desestimula novos entrantes. Esse cenário gera custos expressivos para as empresas e afasta possíveis investidores internacionais. Para mitigar esse impacto, o Ministério de Portos e Aeroportos, em parceria com o Supremo Tribunal Federal (STF), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e a ANAC, assinou recentemente um acordo de cooperação para compartilhamento de dados e informações, com o objetivo de fornecer subsídios mais claros ao judiciário em casos de atrasos e cancelamentos de voos, muitas vezes causados por fatores externos, como condições climáticas.

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Laís Macedo, superintendente substituta da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), ressaltou as atribuições da agência na regulação e fiscalização da aviação civil brasileira. “A Anac é a autoridade responsável por regular e fiscalizar a aviação civil no Brasil. Nosso papel central é garantir a segurança operacional, pilar inegociável do setor. Mas também temos uma missão estratégica: promover um ambiente competitivo e estimular a entrada de novas empresas, de forma a gerar mais diversidade de serviços, qualidade e preços justos ao consumidor”, afirmou Laís.

Ela destacou ainda que a agência trabalha para desburocratizar processos, revisar normas e ampliar a transparência, citando iniciativas como o programa Voo Simples, que modernizou regras e facilitou a atuação de novos operadores. Além disso, lembrou que todas as informações coletadas pela Agência sobre tarifas, oferta de voos, atrasos, cancelamentos e qualidade de serviço são públicas e disponibilizadas em painéis abertos à sociedade.

Desafios de frota e rotas regionais

Outro ponto debatido durante a audiência foi a escassez global de aeronaves e peças de reposição, que tem limitado a capacidade de expansão da malha aérea. “O olhar de política pública do ministério é justamente identificar caminhos para ampliar a concorrência e atrair operadores que possam atuar nesses mercados menores. Isso ajuda a garantir conectividade regional e, ao mesmo tempo, contribui para a redução de preços”, destacou Clarissa.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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MME publica quinta emissão do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica 2025

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O Ministério de Minas e Energia (MME) divulgou, nesta quinta-feira (18/6), a quinta emissão do Plano de Outorgas de Transmissão de Energia Elétrica (POTEE) ciclo 2025. O documento incorpora 31 novas obras de transmissão e reforça seu papel como principal instrumento de planejamento da expansão do Sistema Interligado Nacional (SIN).

Um dos principais destaques desta emissão é a expansão estrutural da Rede Básica nas regiões de Pecém, no Ceará, e Parnaíba, no Piauí, com o objetivo de viabilizar para conexão de novas cargas eletrointensivas na região Nordeste. As obras incluem a implantação da nova Subestação Pecém IV 500 kV, concebida como hub de conexão dedicado a grandes consumidores industriais, e mais de 1.800 km de novas linhas de transmissão em 500 kV interligando os estados do Rio Grande do Norte, Ceará e Piauí. Essas obras atendem à crescente demanda por acesso à rede de projetos de hidrogênio de baixa emissão de carbono e de data centers, segmentos estratégicos para a política energética e industrial nacional.

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No estado do Pará, o relatório da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) sobre o atendimento ao Sudeste do Pará identificou restrições operativas associadas ao crescimento da carga mineral na região. Em resposta, o POTEE 2025 – 5ª Emissão inclui a implantação da nova SE 230 kV Ourilândia do Norte e novos circuitos de transmissão interligando as subestações existentes da área, ampliando a capacidade de atendimento ao sistema de distribuição local e às novas cargas industriais.

Para o estado de São Paulo, esta emissão incorpora obras recomendadas em três estudos da EPE. O conjunto abrange reforços nas redes de 345 kV, 440 kV e 500 kV que suprem a Grande São Paulo, incluindo recondutoramentos de linhas de transmissão, substituição e instalação de transformadores nas subestações Embu-Guaçu e Poços de Caldas, instalação de compensadores síncronos e de dispositivos FACTS para controle dinâmico de potência. Essas obras são essenciais para garantir o atendimento ao crescimento acelerado da demanda de data centers e para a confiabilidade do sistema na região.

Sobre o POTEE
Principal instrumento de planejamento do setor, o Plano consolida tanto as obras que serão licitadas quanto as que serão autorizadas, incluindo novas linhas de transmissão, subestações e equipamentos de reforço em instalações existentes em diversas regiões do país.

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Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | Email: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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