Educação
MEC firma convênio para 3ª etapa de implantação do Campus ITA-CE
O ministro da Educação, Camilo Santana, assinou, neste sábado, 14 de março, convênio para início da terceira etapa do projeto de implantação do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) no Ceará, que diz respeito à consolidação do campus. Os investimentos totais do MEC na implantação da unidade somam R$ 436,6 milhões. A previsão é que a primeira etapa seja entregue no dia 2 de abril deste ano.
“O ITA só existia em São Paulo e nós o trouxemos do eixo Sudeste para o eixo Nordeste. Em breve, vamos inaugurar a primeira etapa da obra, mas já estamos com duas turmas em funcionamento, lá em São Paulo. Acredito que o ITA passa a ser um grande patrimônio do Ceará também”, destacou Santana.
Em dezembro de 2025, o presidente Lula autorizou a terceira etapa de implantação, de modo que o MEC pudesse transferir recursos ao governo do Ceará para construções e reformas de edificações existentes, além de urbanização e infraestruturas no Campus ITA-Ceará.
Com a autorização assinada neste sábado, estão previstas novas obras, tais como a construção do segundo alojamento de estudantes, do prédio administrativo, do complexo da área esportiva, da urbanização do campus, infraestrutura de pavimentação e drenagem, e reformas de edificações antigas da Base Aérea, como hangar de esportes, garagem, hotel de trânsito, dentre outras. O valor total estimado para essa etapa é de R$ 186,9 milhões. O prazo do contrato será de 24 meses, considerando o início das obras em agosto de 2026, finalizando em agosto de 2028.
Além das obras, a pasta está investindo na estruturação física e operacional do novo campus do ITA em Fortaleza por meio da aquisição de bens e da contratação de serviços voltados à implantação de ambientes acadêmicos e laboratoriais, necessários ao desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa, inovação e extensão. O valor previsto para transferências é de R$ 94,4 milhões e a aquisição é de responsabilidade da Força Aérea Brasileira.
ITA Ceará – Criado pelo Decreto nº 11.887/2024, o ITA Ceará surgiu após estudos técnicos que demonstraram a viabilidade da primeira expansão do instituto para fora da cidade de São José dos Campos (SP), onde fica sua sede. O campus avançado em Fortaleza receberá dois cursos inovadores, diferentes dos que são lecionados em São Paulo: engenharia de energia e engenharia de sistemas. Os currículos serão baseados em cursos de universidades de excelência no exterior.
A localização do campus é estratégica, tendo em vista que o Ceará é o maior produtor nacional de energias renováveis, destacando-se no desenvolvimento do hidrogênio verde. Além disso, 40% dos alunos aprovados no instituto são do Ceará ou fizeram a formação em escola cearense.
O primeiro processo seletivo específico para o ITA Ceará ocorreu em 2024, com ampliação de 30 vagas. A primeira turma iniciou o curso fundamental (ciclo comum de dois anos) em 2025 e 2026, ainda no Campus São José dos Campos, conforme o modelo acadêmico tradicional da instituição.
Após a conclusão das obras do campus no Ceará, os estudantes que optarem pelos cursos de engenharia de sistemas ou engenharia de energia cursarão o ciclo profissional (últimos três anos) em Fortaleza. As aulas no novo campus estão previstas para começar em 2027.
Nesta semana, o Governo do Brasil nomeou, ainda, 57 professores e técnicos educacionais para cargos no ITA. No total, no novo campus Fortaleza, foram selecionados 27 professores do magistério superior, quatro pesquisadores, seis tecnologistas e sete técnicos.
ITA – O Instituto Tecnológico de Aeronáutica é uma instituição pública de educação superior do Comando da Aeronáutica localizada em São José dos Campos, que oferece alimentação gratuita e moradia de baixo custo aos seus alunos. É um centro de excelência, com cursos de graduação e pós-graduação em áreas afins da engenharia. O setor aeroespacial, por exemplo, é o de maior destaque. O instituto é reconhecido nacional e internacionalmente.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações do Ministério da Defesa
Fonte: Ministério da Educação
Educação
MEC autoriza reforma no Campus Franco da Rocha do IFSP
O Ministério da Educação (MEC) autorizou, nesta sexta-feira, 3 de julho, o início das obras no Campus Franco da Rocha do Instituto Federal de São Paulo (IFSP). Ao todo, estão previstos R$ 42,1 milhões em investimentos para a reforma de uma área tombada de 14 mil m² e aquisição de equipamentos e mobiliários para a unidade, que faz parte do plano de expansão dos institutos federais. A assinatura do termo de autorização ocorreu no Complexo Hospitalar do Juquery, no município de Franco da Rocha (SP), com a presença do ministro da Educação, Leonardo Barchini.
A reforma tem investimento previsto de R$ 37,1 milhões e abrange o conjunto de prédios que foram cedidos para uso do IFSP, denominado Área Central, e o Complexo Hospitalar do Juquery. A iniciativa também contará com aporte de R$ 5 milhões do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) para a aquisição de equipamentos e mobiliário.
O ministro da Educação, Leonardo Barchini, destacou os investimentos e ampliação dos Institutos Federais pelo país.
“Em 1909, quando foi criado o primeiro Instituto Federal, existiam apenas 140 escolas no país. O estado de São Paulo tinha três. Hoje, o Brasil passa de 140 para 799 Institutos Fede, só nesse governo. Isso é resultado de decisão política e da prioridade dada à educação.”
Leonardo Barchini, ministro da Educação
Até a conclusão da sede definitiva, as atividades do campus serão realizadas em um espaço provisório cedido pela Prefeitura de Franco da Rocha. A estrutura conta com quadra poliesportiva, duas salas de aula com capacidade para 40 estudantes cada, laboratório de informática com instalação prevista para 40 computadores, cozinha, área de convivência, banheiros feminino e masculino, sala da direção e sala dos professores.
Expansão e consolidação – Por meio do Novo PAC, o governo federal está investindo R$ 2,7 bilhões para expansão dos institutos federais, implantando mais de 100 novas unidades em todo o país. A previsão é criar mais de 155 mil novas vagas de educação profissional e tecnológica, principalmente de cursos técnicos integrados ao ensino médio. Cada campus recebe investimento médio de R$ 25 milhões e terá capacidade de atender, em média, 1.400 estudantes. O MEC destina, por meio do Novo PAC, R$ 370 milhões para a implementação e aquisição de equipamentos e mobiliário das unidades de São Paulo – Jardim Ângela; São Paulo – Cidade Tiradentes; São Paulo – Jaçanã; Osasco; Santos; Diadema; Ribeirão Preto; Sumaré; Franco da Rocha; Cotia; Carapicuíba; São Vicente; Mauá; Guarujá; Serrana; e São Bernardo do Campo.
O Novo PAC também prevê recursos para a consolidação dos institutos federais, com investimento de R$ 1,6 bilhão. Essa ação tem como foco os campi que ainda não possuem infraestrutura completa. Durante a consolidação, as prioridades para investimento são a construção de restaurantes estudantis, bibliotecas, blocos de salas de aula e laboratórios, quadras poliesportivas e unidades em instalações definitivas. Para o IFSP, os investimentos na ação de consolidação somam R$ 247,7 milhões. No período de 2023 a 2026, já foram repassados R$ 167 milhões. Ainda estão previstos outros R$ 80 milhões no âmbito do Novo PAC. Para os valores descentralizados, já estão inclusos os aditivos, no valor de R$ 24,9 milhões.
Institutos Federais – Cada instituição é composta por estruturas multicampi que atuam como unidades descentralizadas de ensino, pesquisa, extensão e inovação, garantindo a presença da Rede Federal de Educação Profissional, Científica e Tecnológica em todo o território nacional. Além de ofertarem cursos de educação profissional e tecnológica (EPT), essas unidades promovem o desenvolvimento local e regional, alinhadas às vocações e aos setores produtivos.
A Rede Federal é composta atualmente por 730 unidades, vinculadas a 39 institutos federais, a dois Centros Federais de Educação Tecnológica (Cefets), à Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), a 22 escolas técnicas vinculadas às universidades federais e ao Colégio Pedro II.
Resumo | Mais educação para São Paulo
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica (Setec)
Fonte: Ministério da Educação
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