Educação
MEC assina ACT para criação de hospital universitário da UFRN
Em agenda nesta quarta-feira, 19 de novembro, na cidade de Caicó, o ministro Camilo Santana participou da solenidade de assinatura de Acordo de Cooperação Técnica (ACT) entre o governo do Rio Grande do Norte, a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) para implantação do Hospital Universitário da UFRN, a ser construído no município.
“Não tenho dúvida de que esse hospital será um marco para a região. Será um hospital com mais de 180 leitos e que vai atender pelo SUS os 25 municípios da região do Seridó, ficando aqui em Caicó. Também vai ser importante para a formação dos nossos profissionais de saúde. Nossa ideia é levar os hospitais universitários para o interior para atender não só as universidades que foram para o interior, mas também a população, através da atenção à saúde”, explicou Santana.
O chefe da pasta também anunciou a criação de dois novos cursos de graduação no campus Caicó da UFRN, a partir do primeiro semestre de 2026: bacharelado em arqueologia, com 25 vagas anuais; e bacharelado em engenharia de computação, com 40 vagas anuais.
A UFRN conta hoje com 2.163 docentes e 29.219 estudantes. Destes, 344 são residentes de medicina, que cursam um dos cinco programas de residência da universidade: cirurgia geral; clínica médica; medicina de família e comunidade; medicina de família e comunidade – saúde do campo da floresta e das águas; e medicina de família e comunidade – saúde mental. Além disso, outros 212 alunos cursam a residência multiprofissional em atenção à saúde da mulher e da criança.
Novo PAC – O Hospital Universitário da UFRN em Caicó é um dos muitos investimentos que o MEC tem feito no Rio Grande do Norte. Os recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento totalizam R$ 707 milhões em diferentes níveis de ensino. São investimentos de R$ 509,6 milhões para a educação básica, R$ 88,6 milhões destinados à educação profissional e tecnológica e R$ 108,7 milhões voltados à educação superior. Os recursos permitem a construção de 24 escolas em tempo integral e 50 creches; além da aquisição de 129 ônibus escolares, beneficiando 16 municípios maranhenses. O programa também viabiliza a criação de três novos campi do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) — em Touros, São Miguel e Umarizal — e a realização de 29 obras de melhoria em universidades e institutos federais já existentes, distribuídas por 16 municípios, ampliando o alcance e a qualidade da educação pública no estado.
Agendas – Ainda no município, Santana visitou as obras da Creche Municipal Professor Oriel Segundo de Oliveira, na zona norte de Caicó, que recebeu investimentos de R$ 3,5 milhões do MEC, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Implementada no padrão arquitetônico Tipo 1 do FNDE, a unidade pode atender até 376 crianças em dois turnos, ou 188 em período integral, na faixa etária que vai de 0 a 1 ano (berçário) e de 1 a 3 anos (maternal 1 e 2). As atividades seguem no prazo estabelecido, com previsão de inauguração no segundo semestre de 2026.
O ministro também participou da abertura da 3ª Caravana Federativa Estadual do Rio Grande do Norte, em Caicó, ao lado da governadora do estado, Fátima Bezerra. A iniciativa tem como objetivo aproximar os governos federal e estadual e as prefeituras municipais, fortalecendo o diálogo e a cooperação técnica para acelerar a execução de investimentos estratégicos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC) e de outras políticas públicas essenciais. Durante as caravanas, são realizadas oficinas temáticas, além de painéis de capacitação e atendimentos especializados, com foco na execução de políticas públicas e investimentos do Novo PAC.
Resumo | Mais Educação para o Rio Grande do Norte
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Educação Superior (Sesu)
Fonte: Ministério da Educação
Educação
MEC participa da 6ª Teia Nacional dos Pontos de Cultura
A 6ª edição da Teia Nacional dos Pontos de Cultura aconteceu nesta quinta-feira, 21 de maio, em Aracruz (ES), com a presença do presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, da ministra da Cultura, Margareth Menezes, e do ministro da Educação, Leonardo Barchini, entre outras autoridades. O encontro, realizado após um hiato de 12 anos, teve início em 19 de maio e prossegue até o dia 24, sendo realizado pela primeira vez fora de uma capital e em um território indígena com forte presença dos povos Tupiniquim e Guarani.
Criados em 2004, com o lançamento do Programa Cultura Viva, os Pontos de Cultura são grupos e entidades que desenvolvem ações culturais de base comunitária em seus territórios. A política consolidou-se como Política Nacional de Cultura Viva em 2014, por meio da Lei nº 13.018, e completa mais de 20 anos como a principal iniciativa de cultura comunitária do país. A iniciativa tornou-se uma das principais políticas culturais do país e inspirou iniciativas semelhantes em 14 países, que deram origem ao IberCultura Viva em 2014.
“É uma alegria imensa ver de perto a força e a resistência dessa Teia tecida a tantas mãos. Nós, brasileiras e brasileiros, somos admirados no mundo inteiro pela nossa cultura e pela nossa extraordinária capacidade de transformar a essência brasileira em música, literatura, teatro, dança, cinema e artes visuais”, disse Lula.
Atualmente, o Brasil conta com 16.057 Pontos de Cultura e 681 Pontões certificados, totalizando 16.738 iniciativas reconhecidas. Até o início de 2023, eram 4.329. Nos últimos três anos, o Cultura Viva foi retomado e intensificado por meio de investimento histórico de quase R$ 1 bilhão. Entre as ações de recomposição orçamentária para a cultura, está a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (Pnab), que garante piso anual de R$ 400 milhões para o fortalecimento da Cultura Viva em todo o território nacional.
“Em junho deste ano, a nossa política nacional Cultura Viva completa 22 anos, com cerca de 16 mil pontos e pontões de culturas cadastrados. Mesmo com a extinção do Ministério da Cultura e o desmonte das políticas culturais do governo passado, os pontos e pontões sempre se mantiveram firmes, ativos e cheios de vida. A Teia é a materialização do nosso compromisso com o potencial social e popular como elemento estruturante de nossas políticas públicas e do país que queremos”, afirmou Margareth Menezes.
Normas – A solenidade foi marcada pela assinatura do presidente Lula em dois decretos. Um deles cria a Política Nacional para as Culturas Tradicionais e Populares, com a finalidade de promover medidas intersetoriais e integradas de reconhecimento, preservação, promoção, valorização e proteção das culturas tradicionais e populares no país. Com ela, o Brasil, pela primeira vez, passa a contar com uma política nacional dedicada exclusivamente à valorização e à proteção das culturas tradicionais e populares. O segundo decreto, por sua vez, reestrutura o Conselho Nacional de Política Cultural (CNPC). O conselho é órgão de caráter consultivo, fiscalizador e deliberativo, integrante da estrutura regimental do Ministério da Cultura (MinC), e funciona como instância de controle social da política pública de cultura, com composição paritária.
Além dos decretos, a ministra da Cultura, Margareth Menezes, assinou duas portarias. A primeira regulamenta a Rede Nacional de Mestras e Mestres das Culturas Tradicionais e Populares, desse modo, a sabedoria dos mestres e mestras finalmente ganha uma casa na rede do Estado. A segunda portaria regulamenta o programa Festejos Populares do Brasil, a fim de fomentar as festas tradicionais e populares do calendário nacional, do São João ao Carnaval, do Boi Bumbá à Folha de Reis.
Assessoria Comunicação Social do MEC, com informações da Secretaria de Comunicação Social da Presidência
Fonte: Ministério da Educação
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