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Mundo

Marinha dos EUA diz que fragmentos de minas apontam para o Irã em incidente com navios petroleiros

Publicado

Reuters

A marinha dos Estados Unidos mostrou, nesta quarta-feira (19), fragmentos de minas e um ímã que afirmou ter retirado de um dos navios petroleiros que foram danificados no Golfo de Omã na semana passada. Segundo os militares, as minas têm notável semelhança com as iranianas.

“A mina limpet [tipo de mina que é presa ao alvo por ímãs] que foi usada no ataque é reconhecível e também tem uma semelhança marcante com minas iranianas que já foram exibidas publicamente em paradas militares”, disse Sean Kido, comandante de um grupo de tarefas que cuida de explosivos e resgates na marinha dos Estados Unidos.

Kido falou com repórteres em uma instalação da marinha perto do porto de Fujairah, nos Emirados Árabes, cidade que é banhada pelo Golfo de Omã.

Os objetos, que os americanos afirmam ter retirado do navio japonês “Kokuka Courageous”, foram supostamente colocados ali pela Guarda Revolucionária do Irã, de acordo com a marinha.

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A empresa dona do “Kokuka Courageous” havia afirmado que o navio foi danificado por dois “objetos voadores”, mas a marinha rejeitou essa possibilidade.

“O dano no buraco da explosão é consistente com um ataque de mina, e não com um objeto voador externo atingindo o navio”, disse Kido. O comandante também acrescentou que havia furos de pregos visíveis no casco que indicavam como a mina estava presa ao navio.

Na semana passada, militares americanos já haviam divulgado um vídeo que, supostamente, mostrava a guarda iraniana removendo uma mina que não explodiu do “Kokuka Courageous”. No dia 13 de junho, a embarcação foi danificada junto com outro navio, norueguês, no Golfo de Omã. O Irã nega qualquer envolvimento no incidente.

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Mundo

Índices da China fecham em máxima de mais de 2 meses por alívio com trégua comercial

Publicado

Por Reuters

 O mercado acionário chinês terminou no nível mais alto em mais de dois meses nesta segunda-feira (1), impulsionado pelas expectativas de um fim na guerra comercial entre Estados Unidos e China depois que os países concordaram em retomar as negociações e que os EUA disseram que irão adiar mais tarifas.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, terminou com alta de 2,88%, enquanto o índice de Xangai subiu 2,22%.

Embora não tenha havido sinais de progresso em importantes pontos da disputa comercial, a promessa de mais negociações e as concessões oferecidas pelo presidente dos EUA, Donald Trump, incluindo um alívio das restrições à Huawei, sustentou os mercados.

“Acreditamos que os resultados alcançados na cúpula do G20 ajudarão a melhorar o sentimento e entusiasmo do investidor, e esperamos que a recuperação do mercado continue”, disse Yan Xiang, analista do Guosen Securities.

Embora Trump tenha dito que as negociações estão “de volta aos trilhos”, as tarifas atuais continuam em vigor e a reunião com o presidente chinês, Xi Jinping, não resultou em nenhum prazo para um avanço no acordo.

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Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 2,13%, a 21.729 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG permaneceu fechado. Em XANGAI, o índice SSEC ganhou 2,22%, a 3.044 pontos.

O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, avançou 2,88%, a 3.935 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,04%, a 2.129 pontos.

Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou alta de 1,53%, a 10.895 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES valorizou-se 1,52%, a 3.372 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,44%, a 6.648 pontos.

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