Brasil
Marina Silva participa da abertura da VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente em Luziânia (GO)
Nesta segunda-feira (6/10), às 11h, em Luziânia (GO), a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, participa da abertura da 6ª Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente (VI CNIJMA). Representantes do Ministério da Educação (MEC) e do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) também estarão presentes no evento, que ocorre até 10 de outubro.
Com o tema “Vamos Cuidar do Brasil com Educação e Justiça Climática”, a conferência, que mobiliza escolas de todo o Brasil com turmas do 6º ao 9º ano do ensino fundamental, busca fortalecer a educação ambiental, estimulando que as escolas se consolidem como espaços sustentáveis e resilientes. Para isso, propõe jornadas pedagógicas, pesquisas e produção de conhecimento voltadas ao enfrentamento da mudança do clima nos territórios.
O evento é coordenado pelo órgão gestor da Política Nacional de Educação Ambiental (PNEA), formado pelos ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA) e do MEC, em parceria com MCTI. A VI CNIJMA reunirá cerca de 800 participantes, entre delegados infantojuvenis, educadores, jovens, acompanhantes e representantes das Comissões Organizadoras Estaduais (COE).
Em 2025, a mobilização alcançou 8.732 escolas em 2.307 municípios, representando a diversidade socioambiental do Brasil. Desse total, 1.293 escolas estavam em áreas de risco socioambiental e 158 atendiam estudantes com deficiência (PCDs). Participaram também 1.478 escolas da zona rural, 186 indígenas e 139 quilombolas, abrangendo todos os estados e o Distrito Federal. No recorte por biomas, a Mata Atlântica concentrou o maior número de instituições (2.818 escolas), seguida pela Caatinga (2.467), Cerrado (1.695) e Amazônia (1.300).
Entre 2003 e 2018, as cinco edições da CNIJMA reuniram mais de 20 milhões de estudantes, professores e gestores, consolidando-se como processo pedagógico estratégico para a cidadania ambiental crítica e participativa.
👉🏼 Os profissionais de imprensa interessados em participar devem preencher este formulário.
SERVIÇO:
Marina Silva participa da abertura da VI Conferência Nacional Infantojuvenil pelo Meio Ambiente em Luziânia (GO)
🗓️ Data: Segunda-feira, 6 de outubro de 2025
⏰ Hora: 11h
📍 Local: Centro de Treinamento Educacional – CTE, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Indústria – CNTI – Luziânia (GO).
Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
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(61) 2028-1227/1051
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Brasil
MCTI firma parceria para ampliar capacitação tecnológica de mulheres em situação de violência
Na busca por ampliação dos direitos e proteção das meninas e mulheres brasileiras, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) assinou na quinta-feira (28) um protocolo de intenções com o Instituto Maria da Penha (IMP) e o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Ceará (IFCE).
A colaboração busca estabelecer cooperação institucional para promover a autonomia econômica, a inclusão produtiva e a qualificação tecnológica de vítimas de violência doméstica e familiar.
O acordo abre espaço para a construção científica nessa luta e cria uma base de cooperação entre as três instituições, destacando iniciativas relacionadas à formação em competências digitais, tecnologia da informação, inteligência artificial, inovação social, empreendedorismo e inserção produtiva. O protocolo também poderá subsidiar a estruturação do Programa Resgata Digital, proposta institucional de capacitação tecnológica e fortalecimento da autonomia financeira desse público.
Durante a assinatura, a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos, ressaltou que a ciência e a tecnologia também devem contribuir para ampliar direitos e criar oportunidades para meninas e mulheres em situação de vulnerabilidade.
“Com essa parceria, vamos avançar em pesquisas que aprofundem a compreensão sobre a inserção de mulheres vítimas de violência no mercado de trabalho e desenvolver programas concretos de capacitação tecnológica, por meio da Lei de Informática, para garantir oportunidades e caminhos reais de emancipação e dignidade. A autonomia financeira é um dos passos para o enfrentamento do ciclo da violência”, concluiu a ministra.
O protocolo prevê a articulação entre as instituições para compartilhar conhecimentos, viabilizar estudos e diagnósticos, promover diálogos técnicos e identificar oportunidades para outras ações de cooperação relacionadas à inclusão produtiva, qualificação profissional e desenvolvimento de competências tecnológicas.
Além de dialogar com legislações sobre inovação e enfrentamento da violência contra a mulher, o documento tem entre seus fundamentos o Pacto Brasil entre os Três Poderes para Enfrentamento do Feminicídio, firmado em fevereiro de 2026. O documento reforça a necessidade de estratégias articuladas entre Poder Público e sociedade civil para ampliar a proteção, a autonomia e a garantia de direitos das mulheres.
Pelo acordo, cada instituição contribuirá conforme suas competências. O MCTI atuará com sua expertise em ciência, tecnologia, inovação, transformação digital e desenvolvimento social. O Instituto Maria da Penha aportará sua experiência na promoção da conscientização, do empoderamento feminino e no enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Já o IFCE contribuirá com sua atuação em educação profissional, científica e tecnológica, pesquisa aplicada, extensão e formação de recursos humanos.
O documento tem vigência de 24 meses e não prevê transferência de recursos financeiros nem execução imediata de projetos. Seu objetivo é formalizar a cooperação entre as instituições e criar as condições para o desenvolvimento de futuras iniciativas de qualificação tecnológica e inclusão produtiva de mulheres em situação de violência doméstica e familiar.
SNCT 2026
A assinatura do acordo conversa diretamente com o tema da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia (SNCT) de 2026, que ocorrerá de 26 de outubro a 1º de novembro: Ciência Delas. Além disso, soma às demais prioridades da pasta em torno da valorização e reparação do espaço e da proteção dados às meninas e mulheres durante a trajetória história do País.
A iniciativa reforça a centralidade de jornadas que demonstram como a produção científica liderada por elas amplia o impacto social da ciência, une conhecimento às necessidades da população e contribui para a construção de um sistema científico mais diverso, representativo e conectado com a realidade.
Instituída em 2004 por decreto do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a SNCT ocorre anualmente e é promovida pelo MCTI em parceria com universidades, instituições de pesquisa, agências de fomento, escolas, museus, governos locais, empresas e entidades da sociedade civil.
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