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Marina Silva, Capobianco e Amy Fraenkel concedem entrevista coletiva de abertura da COP15

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A ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, o presidente da COP15 e secretário-executivo do MMA, João Paulo Capobianco, e a secretária-executiva da Convenção sobre a Conservação das Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), Amy Fraenkel, concedem coletiva de imprensa nesta segunda-feira (23/3) às 13h45 na Zona Azul em Campo Grande (MS).

Também participam a secretária-geral adjunta das Nações Unidas e diretora executiva adjunta do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), Elizabeth Mrema, e a chefe de Conservação da Natureza do PNUMA, Kelly Malsch.

Na entrevista, os participantes darão um panorama da COP15, incluindo seus principais objetivos e resultados esperados. Também apresentarão as conclusões e recomendações do relatório “Estado das Espécies Migratórias do Mundo, Relatório Intermediário: 2026”, que fornecerá o contexto para as negociações durante a COP.​​​​​​​​​​​​​​​​

SERVIÇO:

Marina Silva, Capobianco e Amy Fraenkel concedem entrevista coletiva de abertura da COP15

🗓️ Data: Segunda-feira, 23 de março de 2026 
⏰ Horário: 13h45 (hora local)
📍Local: Zona Azul da COP15, sala de Entrevistas Coletivas – Campo Grande (MS)
🎥 Transmissão: Acesse aqui 

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Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

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Brasil

AGU derruba 18 grupos e canais que vendiam passaportes vacinais falsos no Telegram

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A Advocacia-Geral da União (AGU) notificou o Telegram após o Ministério da Saúde identificar 18 grupos e canais na plataforma que comercializavam ilegalmente comprovantes e passaportes vacinais falsificados. Após a notificação, o aplicativo removeu os grupos e canais denunciados e também excluiu a conta de um usuário identificado na apuração. 

Os responsáveis pelos grupos ofereciam documentos falsificados e anunciavam, inclusive, a possibilidade de inserir registros adulterados nos sistemas oficiais de informação do Sistema Único de Saúde (SUS)

A notificação foi encaminhada pela Procuradoria Nacional da União de Defesa da Democracia (PNDD), da AGU, com base em relatório produzido pelo Ministério da Saúde. O documento apontou que a comercialização de documentos falsos compromete a integridade da política nacional de imunização e dos sistemas públicos de informação em saúde. 

O relatório do Ministério da Saúde também apontou que a circulação de pessoas não vacinadas com documentos fraudulentos prejudica as estratégias de vigilância, bloqueio e controle de doenças imunopreveníveis. A prática pode ainda gerar uma falsa percepção sobre a cobertura vacinal e mascarar a existência de bolsões de baixa vacinação, dificultando a identificação de populações mais vulneráveis. 

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Além da notificação ao Telegram, a AGU encaminhou as evidências reunidas pelo Ministério da Saúde à Polícia Federal (PF), para apuração de possíveis crimes. 

Dever de cuidado das plataformas 

Na notificação, a AGU destacou que a comercialização e a circulação de documentos vacinais falsificados podem violar direitos constitucionais relacionados ao acesso à informação e à saúde, além de dispositivos do Código de Defesa do Consumidor, do Código Penal e do Marco Civil da Internet. 

O documento também cita o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre a responsabilidade das plataformas diante de conteúdos ilícitos publicados por terceiros. A AGU ressaltou ainda os deveres atribuídos às empresas de tecnologia no enfrentamento à circulação de conteúdos criminosos ou ilícitos. 

Violação dos termos de uso 

A AGU também apontou que os grupos identificados pelo Ministério da Saúde violavam os próprios termos de uso do Telegram, que proíbem o compartilhamento de conteúdos ilegais e estabelecem medidas como a remoção de conteúdo e o banimento de contas. 

A atuação integra as ações do Ministério da Saúde de enfrentamento à desinformação e de proteção da integridade das informações relacionadas à vacinação no país. 

Ministério da Saúde com informações da AGU

Fonte: Ministério da Saúde

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