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Agro

Mapa e representantes da Câmara de Comércio dos Estados Unidos discutem temas comerciais do agronegócio

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O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) recebeu, nesta terça-feira (28), representantes da Câmara de Comércio dos Estados Unidos e do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos para tratar de oportunidades comerciais entre os dois países. O encontro ocorreu na sede da Pasta, em Brasília (DF).

O ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, e o secretário-executivo do Mapa, Cleber Soares, participaram da abertura da reunião.

Entre os temas abordados, estiveram os pontos de interesse agrícola entre os países, o fluxo comercial dos últimos meses e as oportunidades ligadas à ciência e tecnologia, biocombustíveis, entre outros. 

O secretário-adjunto de Comércio e Relações Internacionais do Mapa, Augusto Billi, destacou o potencial de ampliação da pauta exportadora brasileira e as negociações em curso para abertura de ampliação do acesso ao mercado americano.

Os Estados Unidos se destacam como um dos principais destinos das exportações do agronegócio brasileiro. Em 2025, o Brasil exportou cerca de US$ 11,4 bilhões em produtos agropecuários para o mercado norte-americano, enquanto as importações somaram aproximadamente US$ 1,05 bilhão. Entre os principais itens exportados estão café, carnes, produtos do complexo sucroalcooleiro e cacau.

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CÂMARA DE COMÉRCIO DOS EUA

A Câmara de Comércio dos Estados Unidos (US Chamber Of Commerce) é considerada a maior organização comercial do mundo, representando os interesses de empresas americanas. Atua como o principal braço de influência em Washington e globalmente, trabalhando para promover políticas públicas que estimulem o crescimento econômico, a livre iniciativa e o comércio internacional.

Já o Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos (Brazil-U.S. Business Council) faz parte da Câmara e é a principal organização empresarial dedicada exclusivamente a fortalecer a parceria econômica entre o Brasil e os EUA.

Informações à imprensa
[email protected]

Fonte: Ministério da Agricultura e Pecuária

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Agro

Irrigação por gotejamento no inverno: 3 cuidados essenciais para evitar perdas e aumentar a eficiência no campo

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Com a chegada do inverno, parte dos produtores rurais tende a reduzir a atenção dedicada à irrigação, diante da expectativa de menor demanda hídrica das culturas. No entanto, especialistas alertam que o período exige ajustes técnicos importantes para manter a eficiência dos sistemas de irrigação por gotejamento e evitar perdas produtivas.

Mesmo com temperaturas mais amenas, o manejo inadequado pode resultar em desperdício de água, deficiência hídrica ou até prejuízos ao desenvolvimento das plantas. Nesse cenário, três práticas se destacam como essenciais: ajuste do manejo da irrigação, manutenção preventiva dos equipamentos e monitoramento constante da lavoura.

Segundo o engenheiro agrônomo e diretor da Hydra Irrigações, primeira revenda Netafim do Brasil, Elídio Torezani, o período exige atenção técnica contínua.

“Cada época do ano apresenta características diferentes. No inverno, é fundamental avaliar o clima e o comportamento da cultura para que a irrigação atenda exatamente à necessidade da planta, sem desperdícios e sem comprometer o desenvolvimento da lavoura”, afirma.

Ajuste do manejo da irrigação é essencial no inverno

Um dos principais erros no período é manter os mesmos parâmetros de irrigação utilizados em épocas mais quentes. As condições climáticas do inverno alteram a evapotranspiração das culturas, o que pode reduzir ou modificar a demanda por água.

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No entanto, isso não significa simplesmente irrigar menos, mas sim irrigar com maior precisão.

“O manejo deve acompanhar a realidade da lavoura. Quando o produtor observa as necessidades da cultura e realiza os ajustes corretos, ele consegue usar a água de forma mais eficiente e reduzir riscos para a produção”, explica Torezani.

A recomendação é que o produtor considere fatores como tipo de solo, estágio fenológico da cultura e variações climáticas regionais para definir a lâmina ideal de irrigação.

Manutenção preventiva evita falhas no sistema de gotejamento

Outro ponto crítico durante o inverno é a manutenção dos equipamentos de irrigação. Mesmo com funcionamento aparentemente normal, sistemas de gotejamento podem apresentar falhas silenciosas que comprometem a distribuição uniforme da água.

Filtros, válvulas, conexões e linhas de gotejamento devem ser inspecionados com frequência para evitar entupimentos, vazamentos ou perda de pressão.

“Muitas perdas de eficiência acontecem por detalhes que poderiam ser corrigidos com uma simples inspeção. A manutenção preventiva ajuda a preservar o funcionamento do sistema e evita problemas maiores no futuro”, destaca o engenheiro agrônomo.

A revisão periódica do sistema é considerada uma das principais estratégias para garantir longevidade dos equipamentos e eficiência operacional.

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Monitoramento constante da lavoura garante decisões mais assertivas

Mesmo no inverno, o acompanhamento da área irrigada continua sendo uma prática indispensável. As condições climáticas podem variar ao longo da estação, com períodos de estiagem que impactam diretamente o desenvolvimento das culturas.

O monitoramento do solo, do estado das plantas e do desempenho do sistema de irrigação permite identificar rapidamente qualquer necessidade de ajuste.

“A tecnologia oferece ferramentas importantes para aumentar a eficiência da irrigação, mas nada substitui o olhar atento sobre a lavoura. O monitoramento permite identificar necessidades específicas e agir rapidamente quando necessário”, reforça Torezani.

A irrigação por gotejamento no inverno exige mais do que redução de lâmina: requer estratégia, manutenção e acompanhamento técnico constante. O conjunto dessas práticas contribui para o uso racional da água, maior eficiência operacional e proteção da produtividade no campo.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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