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Maio Amarelo: seminário reúne forças de segurança para discutir melhorias nas ações de trânsito

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A Polícia Militar do Paraná realiza nesta quarta, quinta e sexta-feira (24 a 26) o 1º Seminário Estadual de Trânsito, reunindo representantes das forças de segurança que atuam na segurança viária. O objetivo é apresentar soluções integradas para prevenir os acidentes nas ruas e rodovias. Outro intuito é debater procedimentos administrativos e operacionais, além de discutir as diferentes realidades dos órgãos no combate aos acidentes de trânsito. O encontro acontece em Curitiba.

O secretário estadual de Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira, ressaltou a importância da inciativa da Polícia Militar de promover o evento. “Nós temos um trabalho de integrar cada vez mais as forças de segurança que atuam no Paraná, promovendo mais segurança para toda a população e este seminário possibilita discutir medidas e melhorias no trânsito, prevenindo, principalmente, os acidentes graves que causam ferimentos e mortes de motoristas, passageiros e pedestres”, destacou.

De acordo o comandante do Batalhão de Polícia de Trânsito, tenente-coronel Walter Antônio Cardoso de Aguiar, no seminário serão discutidas também melhorias que podem ser efetivadas nos atendimentos às ocorrências de trânsito em todo o Estado.

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“Isso vai possibilitar uma integração e uma agilidade maior no atendimento dessas ocorrências, sejam nas ruas e avenidas, como também nas estradas federais e estaduais. Temos que destacar ainda que essas soluções vão possibilitar um trânsito mais seguro para todos os usuários, salvando muitas vidas”, completou.

Participam do seminário policiais militares de unidades especializadas como o Batalhão de Polícia de Trânsito (BPTran), Batalhão de Polícia Rodoviária (BPRv) o Batalhão de Polícia Militar de Operações Aéreas (BPMOA), além de agentes de trânsito da Secretaria Municipal de Trânsito de Curitiba (Setran), policiais rodoviários federais e agentes do Departamento de Trânsito do Paraná (Detran-PR).

Fonte: Governo PR

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Edição da semana trata do abandono afetivo e suas consequências legais

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O MP Responde desta semana traz duas perguntas relacionadas ao chamado “abandono afetivo”, abordando consequências legais dessa atitude, configurada quando um genitor ou responsável descumpre o dever legal e moral de cuidar, conviver e prestar assistência emocional a um filho durante o seu desenvolvimento. As respostas são da Promotora de Justiça Simone Lúcia Lorens, do Ministério Público do Paraná. Confira:

– Alguém que tem pais separados e não recebe nenhuma atenção de um deles pode denunciar por abandono afetivo?

– Quais podem ser as consequências legais para alguém que comete o chamado “abandono afetivo” em relação a um filho?

Serviço à população – O MP Responde tem o formato de spot com até um minuto e meio de duração, nos quais procuradores e promotores de Justiça respondem perguntas relacionadas ao trabalho do Ministério Público e a assuntos jurídicos.

Os spots podem ser veiculados gratuitamente por qualquer rádio interessada. As perguntas são baseadas em questões da comunidade que chegam ao MPPR, e também é possível sugerir temas. Os contatos são o e-mail: [email protected] ou nossas redes sociais, no perfil @mpparana.

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Podcasts – Os programas de rádio do MPPR também são disponibilizados nas plataformas Spotify e Apple.

Edições anteriores:

– Meu filho estava brincando num joguinho em um site para crianças, e apareceu propaganda de uma casa de apostas. Isso não é proibido?

– Um influenciador posta numa rede social vídeos de agressões e humilhações contra adolescentes. Ele pode ser denunciado?

– Fui ver um jogo da Copa do Mundo em um bar, e cobraram ingresso. O bar pode fazer isso?

– Jantei com a família num restaurante onde o serviço era muito ruim. Nesses casos, posso me recusar a pagar os dez por cento da taxa de serviço?

– As calçadas do meu bairro estão em péssimo estado, impedindo a passagem de idosos, carrinhos de bebê e cadeirantes. De quem é a obrigação de arrumar a calçada?

– Um terreno baldio na minha rua está abandonado há anos, com mato e lixo, atraindo ratos e insetos. Se o dono não limpa, a quem eu devo recorrer?

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Fonte: Ministério Público PR

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