Brasil
Luz do Povo amplia acesso à energia e fortalece inclusão social em Minas Gerais
O Ministério de Minas e Energia (MME) promoveu nesta sexta-feira (12/12) uma oficina dedicada à apresentação do programa Luz do Povo. A iniciativa, apresentada durante a programação da Caravana Federativa em Belo Horizonte (MG), amplia o acesso à energia elétrica a preços compatíveis com a renda das famílias brasileiras em situação de vulnerabilidade social.
Criado para enfrentar o impacto do custo da energia no orçamento das famílias de baixa renda, o Luz do Povo aprimora a Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) e estabelece novos benefícios. O programa garante gratuidade total na tarifa para o consumo essencial de até 80 kWh por mês, assegurando que o acesso à energia não represente um fator de exclusão social.
Adicionalmente, a partir de 2026, o programa será ampliado para também atender famílias com renda entre meio e um salário mínimo per capita mensal, que terão isenção da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para consumo de até 120 kWh por mês.
Em Minas Gerais, o programa já beneficia mais de um milhão e trezentas mil residências, reforçando a importância da atuação articulada entre governo federal, prefeituras e distribuidoras de energia para ampliar a divulgação, fortalecer a busca ativa de famílias elegíveis e maximizar o alcance da política pública no estado.
Durante a oficina, o MME também destacou o papel estratégico dos gestores municipais na conscientização da população sobre a importância de manter atualizado o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. A medida é fundamental para garantir o acesso automático das famílias elegíveis aos benefícios do Luz do Povo e assegurar que a política pública chegue, de forma efetiva, a quem mais precisa.
Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
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Brasil
Operação Recall desarticula grupo criminoso especializado em golpes digitais e lavagem de dinheiro
Canoas, 19/5/2026 – A Polícia Civil do Rio Grande do Sul (PCRS) deflagrou, nesta terça-feira (19), a Operação Recall, ação interestadual voltada ao combate de organização criminosa especializada em estelionatos eletrônicos e lavagem de dinheiro por meio de sites clonados e boletos falsificados relacionados a financiamentos de veículos.
A ação foi coordenada pela 3ª Delegacia de Polícia de Canoas (2ª DPRM/RS) e contou com apoio estratégico do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio da Coordenação-Geral de Repressão a Crimes Cibernéticos (Ciberlab), vinculada à Diretoria de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi/Senasp), além do apoio operacional da Polícia Civil do Estado de São Paulo (PCSP).
As diligências ocorreram simultaneamente nos municípios de São Paulo, Guarulhos, Piracicaba e Carapicuíba. A operação resultou no cumprimento de nove mandados de prisão temporária, 15 mandados de busca e apreensão e medidas judiciais de bloqueio de contas bancárias utilizadas pelo grupo criminoso.
As investigações começaram após o registro da ocorrência de uma vítima que sofreu prejuízo superior a R$ 22 mil ao tentar quitar o financiamento do próprio veículo. Segundo a apuração policial, os criminosos utilizavam links patrocinados fraudulentos que imitavam páginas oficiais de montadoras e instituições financeiras.
Ao acessar o site falso, as vítimas eram direcionadas para atendimentos por WhatsApp, onde os golpistas solicitavam dados pessoais e códigos de verificação. Com essas informações, acessavam sistemas legítimos de financiamento, repassavam dados reais dos contratos às vítimas e, posteriormente, enviavam boletos adulterados para suposta quitação dos débitos. Até o momento, foram identificadas 11 vítimas em diferentes estados brasileiros.
De acordo com informações da Polícia Civil, a organização criminosa possuía estrutura hierarquizada, com divisão de funções entre desenvolvedores das páginas fraudulentas, operadores de atendimento e integrantes responsáveis pela movimentação financeira e pela ocultação dos valores obtidos ilegalmente.
Para o diretor de Operações Integradas e de Inteligência (Diopi/Senasp), José Anchieta Nery, a integração entre as forças de segurança é fundamental para enfrentar organizações criminosas especializadas em crimes digitais.
“O crime cibernético exige atuação conjunta, inteligência e cooperação interestadual permanente. Essas organizações atuam de forma estruturada e sofisticada, utilizando tecnologia para lesar vítimas em diferentes regiões do País. A integração entre as polícias civis e o MJSP fortalece a capacidade de investigação, identificação e responsabilização desses grupos”, afirmou.
Segundo a delegada da Polícia Civil de Canoas, Luciane Bertoletti, responsável pela investigação, o principal objetivo da operação é interromper definitivamente a atuação da organização criminosa e responsabilizar todos os envolvidos no esquema.
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