Paraná
Jornalista Otávio Alves lança projeto social “Mão Amiga” em Lunardelli, Paraná
Iniciativa busca auxiliar famílias carentes com alimentação e acesso a exames médicos
No mês de julho, o renomado jornalista Otávio Alves lançará o projeto social “Mão Amiga” na cidade de Lunardelli, com o objetivo de atender famílias carentes que enfrentam dificuldades financeiras e não têm acesso adequado à alimentação diária. Além disso, o projeto visa auxiliar mães solteiras, idosos que vivem sozinhos e pessoas que não têm condições de arcar com exames médicos complexos, cujo agendamento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) pode ser demorado.
Nascido e criado em Lunardelli, o jornalista Otávio Alves compartilhou que sempre teve o desejo de contribuir e ajudar as famílias carentes de sua cidade natal. Rememorando sua infância, Otávio revelou ter vivenciado momentos de escassez em Lunardelli, o que o levou a fazer uma promessa pessoal: caso alcançasse sucesso em sua carreira, estabeleceria um projeto social para ajudar aqueles que mais precisam.
O projeto “Mão Amiga” abrangerá diferentes aspectos da assistência social, visando proporcionar uma abordagem holística e atender às necessidades básicas das famílias carentes em Lunardelli. A principal frente de atuação será a garantia de três refeições diárias para as famílias que enfrentam insegurança alimentar.
Para as mães solteiras, o projeto oferecerá apoio por meio de orientação, workshops e cursos que visam auxiliá-las em aspectos como educação infantil, saúde e capacitação profissional. O objetivo é empoderar essas mulheres, proporcionando-lhes oportunidades para se tornarem independentes e garantir um futuro melhor para si e para seus filhos.
Os idosos que vivem sozinhos também serão assistidos pelo projeto “Mão Amiga”. A iniciativa buscará oferecer companhia, suporte emocional e cuidados básicos a essas pessoas, visando amenizar a solidão e a vulnerabilidade que podem enfrentar.
Além disso, o projeto social se propõe a auxiliar as pessoas que não possuem condições financeiras para realizar exames médicos complexos, que muitas vezes não são cobertos pelo SUS ou têm um agendamento demorado. Por meio de parcerias com profissionais de saúde da região, o projeto buscará agilizar o acesso a esses exames, garantindo que aqueles que necessitam possam receber o diagnóstico adequado e o tratamento necessário.
Otávio Alves, com uma trajetória consolidada no jornalismo, expressa sua gratidão por poder finalmente concretizar seu sonho de ajudar a comunidade de Lunardelli. “Este projeto é uma maneira de retribuir a minha cidade e dar oportunidades às pessoas que, assim como eu, enfrentaram dificuldades em algum momento de suas vidas. É uma forma de estender a mão e proporcionar uma mudança real e significativa na vida daqueles que mais precisam”, afirmou Otávio.
A população de Lunardelli recebeu a notícia com entusiasmo e gratidão, demonstrando confiança no impacto positivo que o projeto poderá trazer para a cidade. As expectativas são de que a iniciativa ajude a promover uma maior igualdade social, oferecendo esperança e oportunidades para aqueles que enfrentam dificuldades diárias. O lançamento oficial do projeto “Mão Amiga” está previsto para o próximo mês de julho.
Com a iniciativa do jornalista Otávio Alves, Lunardelli se tornará palco de uma transformação social, onde a solidariedade e a empatia serão os pilares para a construção de uma comunidade mais justa e inclusiva. O projeto “Mão Amiga” se apresenta como uma luz de esperança para aqueles que enfrentam adversidades, reforçando a importância do comprometimento social e da responsabilidade coletiva em auxiliar os mais necessitados.
É com a expectativa de mudança e melhoria na qualidade de vida das famílias carentes de Lunardelli que o projeto social “Mão Amiga” se prepara para fazer a diferença, um gesto generoso que reforça o potencial de transformação que cada um de nós pode ter na sociedade em que vivemos.
Por Daniela Milani.
Paraná
Paraná amplia capacidade de coleta de perfis genéticos em pessoas privadas de liberdade
A coleta de material genético representa um avanço direto para a segurança pública: permite identificar suspeitos, localizar pessoas desaparecidas, conectar crimes e elucidar investigações antigas. Para expandir essa atuação em todo o Estado, a Polícia Científica do Paraná (PCIPR) e a Polícia Penal do Paraná (PPPR) concluíram nesta semana uma capacitação voltada à formação de 50 policiais para a coleta de material genético de pessoas privadas de liberdade. O objetivo é preparar servidores para atuarem como multiplicadores do conhecimento dentro das unidades prisionais.
“A iniciativa demonstra o alinhamento entre as forças de segurança e o compromisso do Estado com o aprimoramento dos processos na política penal. Ao estruturar a coleta de perfis genéticos de forma contínua e qualificada, avançamos na integração de informações e fortalecemos a capacidade de investigação, com rigor técnico e em conformidade com a legislação”, destaca o secretário de Estado da Segurança Pública, Saulo Sanson.
Com o respaldo da legislação vigente, a Polícia Penal passará a assumir a responsabilidade direta pela coleta do material, enquanto a inserção dos perfis genéticos no BNPG seguirá sendo realizada pela Polícia Científica.
“A coleta de material genético nas unidades penais e sua inserção no Banco Nacional é uma ferramenta de grande importância para Segurança Pública e sistema de justiça criminal. Representa um avanço na gestão prisional e no trabalho integrado com outras forças de segurança. É um investimento direto na resolução de crimes, na prevenção da reincidência e na credibilidade da nossa instituição”, destacou a diretora-geral da PPPR, Ananda Chalegre.
Para o diretor-geral da PCIPR Ciro Pimenta, a capacitação reforça a importância do trabalho integrado entre as forças no Paraná. “Ao mesmo tempo em que a Polícia Penal assume essa atribuição, a Polícia Científica segue oferecendo suporte técnico, padronização de procedimentos e garantia da qualidade dos perfis genéticos coletados. Essa atuação conjunta fortalece o Banco Nacional de Perfis Genéticos (BNPG) e contribui diretamente para a segurança pública no Estado”, afirmou.
- PMPR forma 34 policiais para uso de cães em operações e patrulhamentos
- Maior apreensão do ano: PCPR encontra 4,1 toneladas de maconha em Foz do Iguaçu
CAPACITAÇÃO – A iniciativa foi realizada em duas etapas, reunindo servidores das duas instituições e capacitando 27 policiais da PPPR e 23 da PCIPR. A programação teve início na quarta-feira (15), na sede da PCIPR no Tarumã, em Curitiba, com atividades teóricas sobre os procedimentos de coleta de perfis genéticos e o uso de leitores biométricos. Já na quinta-feira (16), a capacitação seguiu com uma etapa prática na Penitenciária Central do Estado – Unidade de Segurança (PCE-US), em Piraquara.
Na PPPR, o trabalho é coordenado pela Divisão de Saúde, vinculada à Diretoria de Tratamento Penal, responsável por estruturar os fluxos e garantir que a coleta seja realizada com rigor técnico, padronização e eficiência em todas as unidades do sistema prisional.
Fonte: Governo PR
-
Entretenimento7 dias agoCarlos Alberto de Nóbrega conhece bisneto recém-nascido e se emociona na web
-
Agro6 dias agoEstado avança como nova fronteira de grãos fora da janela tradicional
-
Esportes6 dias agoGrenal sem graça termina zerado no Beira-Rio e frustra torcidas gaúchas
-
Paraná6 dias agoVice-governador é homenageado na Palmas Exposhow 2026
-
Esportes6 dias agoCruzeiro vira para cima do Bragantino e sai da lanterna no Brasileirão
-
Política Nacional4 dias agoCAE aprova piso de R$ 13.662 para médicos e cirurgiões-dentistas
-
Esportes7 dias agoVitória surpreende São Paulo no Barradão e complica vida do Tricolor no Brasileirão
-
Agro6 dias agoFenagra expõe pressão sobre custo da ração e reúne indústria estratégica
