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Com 3,3 mil procedimentos, atendimentos da PCPR crescem no Verão Maior Paraná

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A Polícia Civil do Paraná (PCPR) realizou 3,3 mil procedimentos de polícia judiciária na primeira fase do Verão Maior Paraná, que acontece na região litorânea do Estado e na Costa Noroeste. O número refere-se ao período de 15 de dezembro de 2023 a 16 de janeiro de 2024. O balanço foi divulgado nesta terça-feira (23). Na primeira etapa da temporada anterior foram 2,7 procedimentos – o crescimento foi de 22,2%.

A PCPR atua de forma intensa aumentando o efetivo regular para garantir maior segurança aos moradores e turistas, além prestar serviços de polícia judiciária e promover ações educativas. O reforço contempla os municípios de Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná, Antonina, Morretes e Porto Rico.

A Polícia Civil já concluiu 85% dos inquéritos policiais iniciados no período. Ao todo, há 605 instaurados e, destes, 519 já foram relatados, com todos os encaminhamentos realizados. Em relação à primeira fase do Verão Maior Paraná 2022/23, o incremento na instauração de inquéritos foi de 69%. Naquele período, eram 356 inquéritos instaurados e 296 relatados.

Foram registrados 1.440 boletins de ocorrência, além de solicitadas 159 medidas protetivas. O registro de boletins de ocorrência se manteve dentro de um mesmo padrão, com 1.440 nesta temporada e 1.473 na anterior, uma queda de 2,2%. Nas medidas protetivas a alta foi de 11,1% no comparativo (143 em 2022/2023).

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De acordo com o balanço, 386 pessoas foram presas e encaminhadas pelas forças de segurança para as Delegacias de Polícia que integram Verão Maior Paraná 2023/2024. São 81 prisões feitas exclusivamente pela PCPR, oriundas de operações de repressão qualificada com base em investigações policiais. No ciclo anterior foram 274 pessoas presas. A alta foi de 56,7%.

A Polícia Civil também elaborou 138 termos circunstanciados (+ 38%) e registrou 39 boletins de ocorrência circunstanciados (+105%). No mesmo período da temporada passada, foram elaborados 100 termos circunstanciados e registrados 19 boletins de ocorrência.

De acordo com o delegado e coordenador do Verão Maior Paraná pela PCPR, Fábio Amaro, os bons resultados são fruto do trabalho de uma equipe dedicada. “Isso também reflete a capacitação que nossos servidores tiveram antes de vir atuar na temporada, para atender o munícipe, o veranista da melhor forma. Nesta segunda fase continuaremos prestando um serviço de excelência, um serviço eficiente”, afirma.

INCINERAÇÃO – Durante estes 23 dias, a PCPR também incinerou 79,3 quilos de drogas. Entre os entorpecentes estão crack, maconha, cocaína, ecstasy e LSD, todos apreendidos em ações durante o Verão Maior Paraná 2023/24 pelas delegacias da PCPR em Matinhos, Guaratuba, Pontal do Paraná e Antonina, no Litoral do Estado.

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PCPR NA COMUNIDADE – Entre diversas atividades, o programa PCPR na Comunidade promove exposições nas praias paranaenses, com viaturas históricas e modernas, materiais de perícia papiloscópica, materiais táticos e armamentos. Durante os eventos, os policiais oferecem orientações sobre os serviços de polícia judiciária, distribuem pulseiras de identificação para as crianças e entregam materiais orientativos. Foram atendidas 19,7 mil pessoas, distribuídos 14,1 materiais, além de 3,1 mil pulseirinhas de identificação para crianças.

SEGUNDA FASE – Para a segunda fase do Verão Maior Paraná, que iniciou na semana passada, o efetivo regular em atuação no Litoral foi reforçado com mais policiais civis, entre delegados, agentes de polícia judiciária e papiloscopistas. As equipes vão atuar nas unidades dos mesmos municípios.

VERÃO MAIOR PARANÁ – O Verão Maior Paraná reúne uma série de ações voltadas aos veranistas e moradores dos municípios do Litoral, além de Porto Rico e São Pedro do Paraná, no Noroeste. São atividades esportivas e de lazer que englobam aulas de ginástica, dança, caminhadas, recreação infantil, shows, torneios e competições nacionais e internacionais, programação inclusiva e educação ambiental. A agenda completa pode ser consultada no site www.verao.pr.gov.br.

Fonte: Governo PR

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Justiça Militar recebe denúncia do Ministério Público do Paraná contra quatro policiais investigados na Operação Rapina por roubo qualificado a caminhoneiro

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O Ministério Público do Paraná, por meio do Núcleo de Curitiba do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ofereceu denúncia criminal contra quatro policiais militares suspeitos de praticarem roubo qualificado durante o horário de serviço. A ação penal, decorrente da Operação Rapina, foi recebida pela Vara da Auditoria da Justiça Militar Criminal de Curitiba nesta quinta-feira, 20 de agosto.

Acesse o áudio do Promotor de Justiça Fernando Cubas César

Conforme as investigações, os crimes teriam ocorrido em 26 de setembro de 2025. Os denunciados, que compunham a guarnição de uma viatura policial, abordaram um motorista de caminhão-cegonha no pátio de um posto de combustíveis às margens da rodovia BR-376. Com o emprego ostensivo de arma de fogo e grave ameaça, os policiais teriam obrigado a vítima a conduzir o veículo de carga até um local ermo, restringindo sua liberdade, e subtraíram aparelhos celulares para proveito próprio, sem efetuar qualquer registro ou apreensão formal que conferisse legalidade à ação.

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A denúncia imputa aos agentes do Estado a prática de roubo qualificado, crime previsto no artigo 242 do Código Penal Militar. Com o recebimento da ação, a Justiça Militar manteve as medidas cautelares diversas da prisão que já haviam sido fixadas em fevereiro de 2026 contra os investigados. Entre as restrições impostas estão o afastamento das atividades operacionais, a proibição do uso de fardamento e de armamento (seja da corporação ou particular), bem como a suspensão de acessos aos sistemas de investigação policial. Os réus também estão proibidos de se ausentarem da comarca sem prévia autorização judicial e têm a obrigação de comparecer a todos os atos processuais.

Além da condenação na esfera penal militar, o Ministério Público requereu que seja fixado um valor mínimo de R$ 50 mil a título de indenização por danos morais em favor da vítima. O Gaeco solicitou ainda o compartilhamento do procedimento investigatório com a Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Paraná, para viabilizar a apuração administrativa dos fatos e a investigação de eventuais outros crimes identificados no curso do processo.

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Processo 0016498-43.2025.8.16.0013

Notícia anterior:

26/02/2026 – Gaeco cumpre quatro mandados de busca e apreensão em Curitiba e Joinville em operação que apura o envolvimento de policiais militares em subtração de carga

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[email protected]
(41) 3250-4249

Fonte: Ministério Público PR

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