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Política Nacional

Izalci critica programas sociais e aponta falhas na educação

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Em pronunciamento no Plenário nesta quarta-feira (8), o senador Izalci Lucas (PL-DF) declarou que a dependência de programas sociais do governo agrava a falta de qualificação profissional no país. O parlamentar ressaltou que setores como tecnologia, agricultura e comércio já enfrentam dificuldades para contratar. 

Izalci defendeu a implementação de políticas públicas que priorizem a geração de empregos, a valorização da educação e o estímulo à ciência e tecnologia. Para ele, auxílios como o Bolsa Família e o Pé-de-Meia não podem substituir oportunidades de estudo e trabalho.

— Ninguém nasceu para viver de cesta básica, as pessoas querem dignidade. Dignidade é emprego, é geração de emprego, educação de qualidade, que infelizmente não temos mais. O governo quer que todo mundo seja dependente dele, vivendo de miséria, vivendo de cesta básica, vivendo de programas sociais. O que este país precisa fazer é se desenvolver, investir em ciência e tecnologia — afirmou.

O senador também criticou a situação da educação, apontando a falta de infraestrutura nas escolas, a baixa valorização dos professores e a descontinuidade de políticas públicas. O parlamentar citou dados que, segundo ele, revelam a gravidade da situação.

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— Os jovens saem do ensino médio, 70% sem saber matemática, 60% sem saber português. Os professores hoje se formam em EaD [educação a distência], não conseguem ter a prática como tinham antigamente, vão direto para a sala de aula, onde não se respeita mais o professor, e aí querem que esses jovens vençam na vida.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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Política Nacional

Proposta orçamentária prevê preenchimento de 53.530 vagas no setor público

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O projeto do Orçamento de 2027 (PLN 24/2026) prevê o preenchimento de 48.826 vagas nos diversos Poderes e a criação de outras 4.704 vagas no setor público. O custo total estimado para o ano que vem será de R$ 4,4 bilhões.

Em relação a reajustes salariais e outros custos em negociação, a previsão é de um gasto de R$ 14,3 bilhões em 2027.

O governo anunciou que foram acionados dispositivos do arcabouço fiscal que limitam os gastos com pessoal a partir do próximo ano por causa dos déficits fiscais observados em 2025 e 2026. O crescimento das despesas acima da inflação ficou limitado a 0,6% até que as contas sejam equilibradas.

De acordo com o ministro do Planejamento e Orçamento, Bruno Moretti, o limite é global, ou seja, alguns órgãos poderão ter aumentos menores que outros.

Desta forma, a despesa total com pessoal tem um limite de R$ 471 bilhões, mas a proposta orçamentária traz um valor menor, de R$ 464 bilhões.

Vagas previstas

As vagas previstas para 2027 são:

  • Legislativo: 330

  • Judiciário: 5.131 (1.868 novas)

  • Ministério Público e Conselho Nacional do Ministério Público: 277

  • Defensoria Pública: 183 (91 novas)

  • Executivo: 47.609 (2.745 novas)

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Da Agência Câmara

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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