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Obra de R$ 187 milhões, pavimentação de rodovia entre Imbaú e Reserva avança

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A pavimentação remanescente da PR-160 entre Imbaú e Reserva, nos Campos Gerais, já chegou a 4,6% de execução no seu segundo mês de atividades, em abril. A obra é do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR), autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística do Paraná (SEIL), e representa um investimento de R$ 187.823.620,58.

Os serviços estão avançando com celeridade na terraplenagem, que incluem o aterro da plataforma do eixo central da rodovia, com extensão de 28,36 quilômetros, e a implantação de terceiras faixas, do Contorno de Imbaú e do Contorno de José Lacerda.

A pavimentação também está progredindo com execução de sub-base de macadame seco e de base de brita graduada da pista, que na sequência vai receber uma camada de concreto asfáltico usinado a quente (CAUQ).

O sistema de drenagem de águas começou a receber serviços em abril, com implantação de drenos e sarjetas de concreto. A construção da nova ponte sobre o Rio São Pedro também foi retomada, com início das atividades de fabricação das vigas longarina pré-moldadas, que serão lançadas sobre as estruturas já disponíveis, executadas na obra anterior.

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A obra prevê ainda acessos a estradas rurais e propriedades lindeiras, interseções em nível ao longo do trecho, sinalização horizontal e vertical, dispositivos de segurança viária, passa-fauna, plantio de grama e construção de abrigos para parada de ônibus, entre outros serviços. A previsão é concluir a obra em maio do ano que vem.

Fonte: Governo PR

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Governo do Paraná libera R$ 33 milhões para pesquisas voltadas a desafios do setor produtivo

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O Governo do Estado lançou nesta sexta-feira (15) uma chamada pública com recursos da ordem de R$ 33 milhões para financiar projetos de pesquisa voltados a 61 demandas do setor produtivo empresarial. A iniciativa é destinada a instituições paranaenses de ensino superior e de pesquisa científica e tecnológica (ICTs), públicas e privadas. As propostas podem ser enviadas até 25 de junho e o resultado será divulgado a partir de 16 de setembro. O início das pesquisas está previsto para outubro deste ano, com até quatro anos de duração.

O edital foi publicado pela Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), com investimento do Fundo Paraná de fomento científico, uma dotação orçamentária constitucional administrada pela pasta. A ação integra o Programa Agências de Desenvolvimento Regional Sustentável (Ageuni), que tem como objetivo articular universidades, empresas, governo e sociedade para encontrar soluções para os desafios socioeconômicos, promovendo a integração entre o conhecimento científico e as necessidades dos diferentes segmentos produtivos.

Segundo o secretário estadual da Seti, Aldo Nelson Bona, o modelo inovador do programa coloca o conhecimento a serviço do desenvolvimento e da geração de riqueza. “O Paraná consolida uma posição de referência nacional no fomento à pesquisa orientada por demandas reais. Ao transformar o conhecimento científico em soluções aplicáveis, contribuímos para aumentar a competitividade das cadeias produtivas e para gerar trabalho, emprego e renda, fortalecendo a economia circular”, afirma.

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As 61 demandas dessa chamada abrangem áreas da Política Estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação (Pecti), como agricultura e agronegócio, biotecnologia e saúde, energias sustentáveis, cidades inteligentes e sociedade, educação e economia. Entre os desafios estão o desenvolvimento de bioinsumos para controle de pragas, sistemas inteligentes de análise de sementes, reaproveitamento de resíduos da construção civil, mitigação de emissões de gases de efeito estufa na pecuária e produção de biometano a partir de resíduos agroindustriais.

SELEÇÃO – A seleção das propostas será feita em duas etapas. A primeira, de caráter eliminatório, consiste na análise de conformidade dos documentos enviados pelos proponentes. A segunda fase, de caráter classificatório, contará com especialistas e membros do Comitê Estadual da Ageuni para analisar o mérito e o interesse público. Os avaliadores atribuirão uma pontuação com base em critérios como relevância do desafio, impacto do projeto, viabilidade técnica, metodologia e sustentabilidade.

As instituições precisam vincular as propostas às respectivas agências de inovação ou núcleos de inovação tecnológica (NITs). Serão financiadas atividades como desenvolvimento de soluções inovadoras, estruturação de estratégias e de modelos organizacionais inovadores, além de ações de transferência e difusão de conhecimento e tecnologia. O edital prevê, ainda, a apresentação de matriz de riscos e a definição dos níveis de prontidão tecnológica (TRL), um tipo de escala que mede o estágio de maturidade das tecnologias.

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O diretor de Ciência e Tecnologia da Seti, Marcos Aurélio Pelegrina, disse que o modelo da Ageuni representa uma mudança estrutural na pesquisa aplicada. “O programa Ageuni financia projetos que partem de oportunidades identificadas pelas empresas e pela sociedade, indo além da curiosidade científica. Os pesquisadores são desafiados a apresentar soluções viáveis com entregas concretas, em uma lógica que aumenta a eficiência do investimento público e aproxima os acadêmicos do cotidiano produtivo do Paraná”.

RESULTADOS – No ciclo anterior do programa Ageuni, de 2023, foram apresentados 355 desafios do setor produtivo. Desse total, 64 foram convertidos em projetos de pesquisa contemplados com fomento público. O perfil das demandas incluiu 35% de microempresas, 14% de médias empresas, 18% de grandes empresas e 33% de outras organizações. Entre os resultados parciais, 80% das instituições confirmaram que a relação universidade-empresa foi positiva, com compartilhamento de conhecimento, acesso a infraestruturas e transferência de tecnologia.

Fonte: Governo PR

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