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Investimentos no programa Luz para Todos chegam a R$ 6 bilhões no ano de 2026

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O Ministério de Minas e Energia (MME) abriu, nesta sexta-feira (5/12), a Consulta Pública nº 207, que apresenta a proposta de orçamento da Conta de Desenvolvimento Energético (CDE) para o programa Luz para Todos (LPT) em 2026. De acordo com a publicação, R$ 2,63 bilhões serão destinados ao atendimento de 124.744 novas unidades consumidoras em regiões remotas e rurais do país, valor somado aos R$ 3,4 bilhões já empenhados para execução do programa.

A estimativa é que sejam feitas 32.850 novas ligações na Amazônia Legal. O Pará lidera a distribuição de recursos, com previsão de mais de R$ 1,1 bilhão devido aos desafios logísticos para levar energia elétrica ao estado. 

O orçamento também contempla metas excepcionais para estados que alcançaram a universalização rural em ciclos anteriores. Essas metas visam atender famílias em situação de vulnerabilidade social ou localizadas em regiões antes não contempladas, garantindo que o benefício chegue a todas as comunidades que ainda permanecem sem acesso à energia.

A proposta segue as diretrizes estabelecidas pelo Decreto nº 11.628/2023, que orienta o programa e define metas de universalização até 2026 nas áreas rurais e até 2028 nas regiões remotas da Amazônia Legal. O avanço do programa contribui para a redução de desigualdades regionais, fortalece a inclusão produtiva e melhora as condições de vida de milhares de famílias brasileiras, especialmente nas localidades isoladas.

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A iniciativa reforça o compromisso do Governo do Brasil com a transparência e a participação social no planejamento das políticas públicas de universalização do acesso à energia elétrica no país.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: 
(61) 2032-5759 | E-mail: [email protected]


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Fonte: Ministério de Minas e Energia

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Brasil

Com apoio do Projeto Captura, polícia prende foragido investigado por roubos e furtos de veículos

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Rio de Janeiro, 9/6/26 – O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), por meio do Projeto Captura, apoiou ação que resultou na prisão de um foragido da Justiça investigado por integrar organização criminosa envolvida em roubos, furtos e receptação de veículos nos estados de Minas Gerais e São Paulo. A operação foi realizada pela Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro (PCRJ), nesta terça-feira (9), em articulação com a Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG).

A Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro prendeu o foragido da Justiça Mario Sergio Junqueira no bairro de Campo Grande. Ele estava com mandado de prisão em aberto em Minas Gerais pelos crimes de roubo, tráfico de drogas, receptação, posse de arma de fogo, uso de documento falso, adulteração de sinal identificador de veículo automotor e resistência.

O preso estava morando no Rio de Janeiro há três anos e usava o nome falso de Diogo Matarazzo. O investigado, de 40 anos, atuava encomendando veículos a criminosos especializados em roubos e furtos, com pagamentos que variavam de R$ 5 mil a R$ 10 mil por veículo. Depois, os veículos eram adulterados e revendidos. Ele também é investigado por ser um dos principais responsáveis pelo aumento dos roubos de veículos na região de Poços de Caldas (MG), especialmente de caminhonetes de grande porte.

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Histórico criminal

Em decorrência das investigações conduzidas em Minas Gerais, o suspeito mudou-se para o estado de São Paulo, onde passou a utilizar identidade falsa. Naquele estado, foi preso pelos crimes de roubo, clonagem de veículos e tráfico de drogas. Em 2022, fugiu da Penitenciária de Araraquara (SP).

Após a fuga, transferiu-se para o estado do Rio de Janeiro, onde voltou a utilizar identidade falsa e manteve a atuação criminosa, sendo responsável por encomendar veículos subtraídos em Minas Gerais, que eram posteriormente enviados para o território fluminense.

O investigado é considerado de altíssima periculosidade e possui condenações que somam 40 anos de prisão. Informações obtidas durante as investigações indicam que ele mantém ligação com uma facção criminosa.

Além disso, o investigado mantinha um padrão de vida elevado utilizando identidade falsa, possuindo empresa formalmente registrada em nome fraudulento e até mesmo uma filha registrada sob a identidade falsa utilizada por ele.

A ação policial contou com o apoio do Projeto Captura, força-tarefa voltada ao apoio aos estados na localização e prisão de foragidos da Justiça.

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Fonte: Ministério da Justiça e Segurança Pública

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