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IAT caminha para novo recorde de aprovações de planos de uso e conservação de reservatórios

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Antes do fim do primeiro semestre de 2026, a Divisão de Licenciamento Estratégico (Dilio) do Instituto Água e Terra (IAT) já aprovou o Plano Ambiental de Conservação e Uso do Entorno de Reservatórios Artificiais da Usina Hidrelétrica (UHE) Santa Clara, localizada nos municípios de Candói e Pinhão, na região Centro-Sul do Paraná. Além disso, mantém três projetos em fase final e outros 15 planos dos chamados Pacueras em análise técnica para complementações.

Mantido o ritmo, 2026 tende a superar os números de 2025 e estabelecer novo recorde. No ano passado, cinco Pacueras foram aprovados, o que representa quase a metade dos 12 documentos validados desde 2019, período da reestruturação do setor. Entre os empreendimentos que receberam a certificação estão os Pacueras das UHEs Salto Santiago e Salto Osório, além das PCHs Beira Rio, Lucia Cherobim e Paredinha. O IAT é vinculado à Secretaria de Estado do Desenvolvimento Sustentável (Sedest).

A expectativa para 2026 é concluir a análise e aprovação de todos os planos em fase final e em complementação técnica dentro do Plano de Licenciamento Estratégico. Os três Pacueras em estágio conclusivo para validação neste primeiro semestre são os projetos das Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs) Tito, em Clevelândia e Honório Serpa (Sudoeste); Zeca Golin, em Anahy e Iguatu (Oeste); e Cavernoso IV, em Candói e Cantagalo (Centro-Sul).

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Em média, a aprovação de uma proposta ambiental deste tipo leva entre dois e três anos. Os avanços em certificação, viabilidade técnica e atuação multidisciplinar do IAT permitiram reduzir em até três vezes esse prazo, o que acelera a regulamentação e a reorganização das áreas de reservatórios artificiais.

“A partir de 2019, a Dilio promoveu a reestruturação de um setor vinculado à Divisão de Licenciamento Estratégico para análise dos Planos Ambientais de Conservação e Uso do Entorno dos Reservatórios Artificiais (Pacueras), voltados a empreendimentos de geração de energia elétrica e abastecimento público”, destacou a engenheira florestal Maria do Rocio Lacerda Rocha, responsável pelo setor.

Desde então, ocorreram análises técnicas, vistorias com grupos multidisciplinares, consultas públicas e a aprovação de 12 Pacueras, além de projetos em fase final e em complementação.

FUNÇÃO ESTRATÉGICA – Os Pacueras funcionam como instrumentos de planejamento territorial no entorno de reservatórios artificiais. Assim como um plano diretor, estabelecem regras para uso e ocupação do solo, orientam a conservação ambiental e evitam conflitos sociais.

Também contribuem para a proteção da fauna e da flora, a preservação dos mananciais e a manutenção da qualidade da água, fatores essenciais para o equilíbrio ambiental das regiões impactadas.

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O processo de regulamentação é técnico e criterioso, com base na Lei Federal nº 12.651/2012, na Resolução Conama nº 302/2002 e na Instrução Normativa IAT nº 64/2025. Inclui análise técnica, formação de grupos multidisciplinares, vistorias, consultas públicas e elaboração de relatório final até a aprovação.

As normas estabelecem critérios, diretrizes e procedimentos para o licenciamento ambiental de intervenções de baixo impacto em Áreas de Preservação Permanente (APPs) no entorno de reservatórios artificiais.

Os estudos aprovados ficam disponíveis no site do IAT, com mapas de zoneamento e arquivos técnicos.

INVESTIMENTO BILIONÁRIO – O Paraná deve receber cerca de R$ 1,1 bilhão em investimentos nos próximos dois anos oriundos da construção de 11 PCHs em 15 municípios. Os projetos foram contratados no Leilão de Energia Nova A-5, com fornecimento previsto a partir de 2030.

O Estado ocupa a segunda posição no país em número de projetos vencedores, com 110 megawatts contratados. A energia abastecerá residências e pequenas e médias empresas.

As PCHs serão instaladas em municípios como Nova Cantu, Laranjeiras do Sul, Toledo, Clevelândia, Moreira Salles e Goioerê, entre outros.

Fonte: Governo PR

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Com três frentes, Estado avança na restauração em concreto e novas faixas entre Nova Tebas e Pitanga

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O Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER/PR) está avançando com três frentes de trabalho na obra de restauração em concreto e terceiras faixas da PRC-487 e PR-460 entre Nova Tebas e Pitanga, na região do Centro. Já foram investidos R$ 18.772.817,48, representando 7,01% do total previsto. O DER/PR é uma autarquia da Secretaria de Infraestrutura e Logística (SEIL).

A restauração em concreto das rodovias é o serviço mais avançado no trecho. Ela consiste em melhorias no pavimento asfáltico existente, que na sequência serve como base para a execução de uma nova camada de pavimento rígido de concreto. Essa técnica de restauração é conhecida como whitetopping.

Após a concretagem, é necessário deixar a pista interditada até a cura do material, ficando o tráfego restrito a somente uma das faixas de tráfego, utilizando operação pare-e-siga. Atualmente o tempo de espera para cada sentido está em 60 minutos, sendo inevitável para avançar na obra.

A frente de terraplenagem, que é a movimentação de solos, está concentrada na correção de curvas, alterando a plataforma da pista para solucionar pontos com curvas muito agudas ou com elevação que podem facilitar sinistros.

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O outro principal serviço em andamento é a implantação e ampliação do sistema de drenagem de águas, com a construção de bueiros de concreto e a instalação de drenos transversais, que cruzam a pista.

OBRA – O trecho contemplado da PRC-487 começa na ponte sobre o Rio Muquilão, limite entre os municípios de Nova Tebas e Iretama, e segue até o entroncamento com a PR-460 no acesso para Manoel Ribas. O trecho da PR-460 começa neste ponto e segue até o entroncamento com a PR-239 e a PRC-466 no perímetro urbano de Pitanga. Ao todo são 51,52 quilômetros de extensão.

A obra contempla também a implantação de terceiras faixas em pontos críticos de ultrapassagem, a construção de um viaduto no entroncamento da PRC-487 e PR-460 e duas rótulas alongadas em nível, uma no acesso a Nova Tebas e a outra no perímetro urbano do distrito de Catuporanga.

E será instalada nova iluminação viária nas três interseções mencionadas, realizadas melhorias em quatro pontes, implantada nova sinalização horizontal e vertical, e dispositivos de segurança, entre outras melhorias. 

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A previsão é de concluir a obra em outubro de 2027, um investimento de R$ 267,8 milhões.

Fonte: Governo PR

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