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i4sea: startup baiana de inteligência climática transforma riscos em oportunidades estratégicas

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Startup baiana lidera inteligência climática no Brasil e no exterior

Fundada em Salvador (BA) em 2015, a i4sea é uma startup brasileira especializada em inteligência climática e gestão de riscos. Criada pelos oceanógrafos Mateus Lima (CEO), Davi Mignac (CTO) e Bruno Balbi, a empresa tem como missão transformar riscos climáticos em oportunidades estratégicas para decisões corporativas, com foco nos setores portuário e de energia renovável (eólica offshore).

“Nosso objetivo é reduzir a vulnerabilidade de pessoas e negócios diante dos riscos climáticos. O desafio do clima é real e imediato”, afirma Mateus Lima, CEO da i4sea.

A empresa já contribui para a tomada de centenas de decisões estratégicas, atendendo clientes como Porto de Santos, Vale e a Capitania dos Portos de Salvador, e atua internacionalmente em países como Portugal e Chile, além de participar de projetos de energia eólica no Mar do Norte e no Báltico, em parceria com a Vattenfall.

i4cast®: plataforma de alta tecnologia para previsões climáticas precisas

A i4sea desenvolveu a plataforma i4cast®, baseada em modelagem numérica, oceanografia, meteorologia e machine learning, capaz de fornecer previsões hiperlocais em escala de até 1 km sobre variáveis como ondas, ventos e correntes. As janelas operacionais das previsões podem variar de algumas horas até 15 dias, permitindo ações estratégicas e planejamento operacional com maior precisão.

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Além das previsões em tempo real, a plataforma permite o acesso a dados históricos de mar e tempo de alta resolução, integráveis a qualquer sistema via API, otimizando processos e decisões estratégicas em diferentes setores.

Aporte de R$ 7,5 milhões impulsiona expansão e internacionalização

Em abril de 2025, a i4sea garantiu um aporte de R$ 7,5 milhões em rodada Seed liderada pelo Fundo GovTech, gerido pela KPTL e Cedro Capital, com participação da Polaris Investimentos.

Os recursos serão destinados para escalar a inteligência climática da empresa, fortalecer o desenvolvimento do i4cast® e acelerar a expansão internacional. Entre os próximos passos, a startup pretende ampliar sua atuação em setores ainda não priorizados, como Agronegócio e Engenharia Civil e Costeira, aproveitando a tecnologia já validada.

i4sea conecta tecnologia, ciência e estratégia empresarial

A atuação da i4sea evidencia a importância crescente da gestão de riscos climáticos na tomada de decisões corporativas e na resiliência de operações estratégicas. Com tecnologia de ponta e presença global, a startup se posiciona como referência no mercado brasileiro e internacional em soluções climáticas inteligentes.

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Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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Epagri desenvolve tecnologias para combater a Mancha de Glomerella na macieira e reduzir uso de fungicidas em SC

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Santa Catarina, maior produtor de maçã do Brasil, intensifica investimentos em pesquisa para enfrentar uma das principais ameaças à produtividade dos pomares: a Mancha Foliar de Glomerella. A doença fúngica, que atinge especialmente a variedade Gala durante o verão, provoca queda precoce das folhas, compromete o desenvolvimento das plantas e impacta diretamente a rentabilidade dos produtores.

Nesse cenário, a Epagri, por meio da Estação Experimental de Caçador, no Meio-Oeste catarinense, conduz estudos voltados ao desenvolvimento de soluções mais eficientes e sustentáveis para o controle da doença.

Pesquisa busca novas moléculas e tecnologias de aplicação no campo

As equipes técnicas da Epagri trabalham na identificação de novas moléculas com potencial de controle da Mancha de Glomerella, além da avaliação de fungicidas protetores já existentes e de novas formulações para uso em campo.

Paralelamente, os pesquisadores testam tecnologias de aplicação, como atomizadores e pulverizadores de torre, com o objetivo de reduzir o volume de calda aplicado e melhorar a cobertura nos pomares, aumentando a eficiência das pulverizações e reduzindo desperdícios.

Segundo o engenheiro-agrônomo e pesquisador Claudio Ogoshi, a doença representa um dos principais desafios da fruticultura brasileira devido ao impacto direto na produtividade e nos custos de produção. A expectativa é que os resultados das pesquisas possam ser incorporados ao manejo dos pomares, tornando a atividade mais sustentável e economicamente viável.

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Estudo genético busca resistência duradoura em novas cultivares

Além das soluções químicas e tecnológicas, a Epagri também aposta no melhoramento genético como estratégia de longo prazo. A pesquisa envolve a identificação de genes associados à resistência à doença, com foco na análise transcriptômica de macieiras resistentes.

Essa técnica permite mapear a expressão de genes ativados durante o ataque do fungo, oferecendo uma visão detalhada dos mecanismos naturais de defesa da planta. O objetivo é ampliar a base genética de resistência atualmente utilizada, considerada limitada por depender de poucos genes.

De acordo com o engenheiro-agrônomo e pesquisador Marcus Vinícius Kvitschal, a meta é identificar múltiplos genes de resistência e incorporá-los em novos cultivares por meio de melhoramento convencional, com cruzamentos e seleção de plantas mais resistentes.

Objetivo é reduzir custos e impacto ambiental na produção

A expectativa dos pesquisadores é desenvolver cultivares de macieira com resistência mais duradoura à Mancha de Glomerella, reduzindo a necessidade de aplicações frequentes de fungicidas — hoje um dos principais desafios do setor produtivo.

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Com isso, o sistema produtivo tende a se tornar mais eficiente, com menor custo de produção e menor impacto ambiental, já que a dependência de defensivos químicos pode ser significativamente reduzida.

Para os pesquisadores, a resistência genética é considerada a forma mais eficiente, econômica e sustentável de controle da doença, especialmente diante da agressividade e da dificuldade de manejo da Mancha de Glomerella nos pomares brasileiros.

Fonte: Portal do Agronegócio

Fonte: Portal do Agronegócio

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