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Hub GovTech Paraná consolida atuação com agendas estratégicas pelo Estado

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O Hub GovTech Paraná vem consolidando sua atuação em diferentes regiões do Estado com uma agenda de presença ativa, articulação institucional e conexão com ecossistemas locais de inovação. Desde o início de suas operações, a iniciativa tem participado de encontros, fóruns, eventos e reuniões estratégicas com prefeituras, secretarias municipais, parques tecnológicos, universidades e lideranças regionais.

A movimentação faz parte da estratégia do Hub de descentralizar a inovação pública e aproximar soluções tecnológicas das necessidades reais dos municípios paranaenses. Mais do que atuar a partir da Capital, o objetivo é estar em campo, compreender os desafios enfrentados pelas gestões públicas e conectar atores capazes de desenvolver, testar e escalar soluções para melhorar serviços públicos.

Criado como uma iniciativa do Governo do Estado, por meio da Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial, e operacionalizado pela Associação Parque Tecnológico São José dos Campos, o Hub GovTech Paraná atua para aproximar o poder público, startups, universidades, investidores e ambientes de inovação. A proposta é fortalecer o Paraná como referência nacional em GovTechs, inovação aberta e modernização da gestão pública.

“Estar presente nas regiões é essencial para entender as dores reais dos municípios e construir soluções que façam sentido para cada território. O Hub nasce com essa missão: conectar governo, startups e ecossistemas locais para transformar desafios públicos em oportunidades de inovação”, afirma Gustavo Comeli, coordenador executivo do Hub GovTech Paraná.

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DA CAPITAL AO INTERIOR – A agenda começou em Curitiba, com os primeiros encontros do Comitê de Governança e a inauguração oficial do Hub. Em janeiro, foi realizado o primeiro encontro do Comitê de Governança na Secretaria de Inovação e Inteligência Artificial. Em março, a Capital recebeu a inauguração do espaço físico do Hub, o segundo encontro do Comitê de Governança e a participação da iniciativa no AI Tour, realizado no Sebrae.

Em abril, o Hub ampliou sua presença no Norte e no Sudoeste do Estado. Em Londrina, a equipe participou da Expo Londrina, do Encontro de Inovação e Impacto Social e do Inova 43, entre os dias 13 e 15. No Sudoeste, o Hub esteve presente no PRacelerar, em Pato Branco, e na Conexão SRI Noroeste, fortalecendo o relacionamento com lideranças regionais e atores do ecossistema de inovação.

Ainda em abril, a atuação se expandiu para o Oeste do Paraná em uma imersão de quatro dias por Toledo, Medianeira e Cascavel, entre os dias 27 e 30. A agenda incluiu reuniões com prefeituras locais, articulações no Biopark, a realização do evento Conexão Hub GovTech e a assinatura de parceria com a Fundação para o Desenvolvimento Científico e Tecnológico de Toledo, a Funtec.

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Em maio, o Hub acompanhou em Campo Mourão a entrega da tripla certificação internacional ISO de cidade inteligente, sustentável e resiliente, concedida pela ABNT. O município se tornou a primeira cidade do Paraná e de toda a região Sul do Brasil a conquistar a tríplice certificação nas normas voltadas a serviços urbanos e qualidade de vida, cidades inteligentes e cidades resilientes.

A presença do Hub no evento reforça a conexão da iniciativa com pautas estruturantes para o futuro das cidades, como dados públicos, resiliência urbana, transformação digital, inovação aberta e melhoria dos serviços ao cidadão.

PRÓXIMAS AGENDAS – O próximo destino estratégico será Foz do Iguaçu, em junho (10 a 12), durante o InnovaCities 2026 – 15ª Feira Internacional de Cidades Inteligentes e a FITCataratas. No evento, o Hub GovTech Paraná apresentará seus avanços e participará de debates sobre o futuro da gestão pública inteligente ao lado de lideranças de diferentes regiões do país.

Fonte: Governo PR

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Área do milho na primeira safra cresce 31% no Paraná e será recorde na segunda

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A área cultivada com milho no Paraná na primeira safra aumentou 31%. De acordo com o relatório mensal de safra do Deral (Departamento de Economia Rural) da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento (Seab), a cultura ocupou 364,9 mil hectares, frente à 278,3 mil ha na safra 24/25. O preço mais estável do milho, em relação ao da soja, foi a principal razão desse crescimento. A safra de soja ficou em 21,7 milhões de toneladas e está entre as três maiores colheitas do Estado.

De acordo com Edmar Gervásio, agrônomo do Deral, o aumento da área cultivada com milho no Paraná se deu, principalmente, pelo cenário menos favorável à comercialização da soja, o que não ocorria em períodos anteriores. “O milho tem uma capacidade produtiva maior do que a soja que está com preços não muito atrativos. Os preços mais estáveis levaram o produtor a optar pelo milho. A produção chegou a mais de 4 milhões de toneladas na primeira safra”, destacou.

Na segunda safra de milho, a área cultivada com o cereal avançou sobre o espaço do trigo. São 2,9 milhões de hectares, 7% a mais que a safra anterior e a maior área da história. Se não houver nenhum fenômeno climático adverso, o Paraná pode ter uma produção acima de 17,5 milhões de toneladas.

“As últimas geadas trouxeram problemas pontuais na região Sul do Estado que não tem relevância para a cultura do milho. Se não tiver geada nos próximos 15 dias, boa parte dessas áreas vão ter o seu potencial produtivo mais definido. As duas safras de milho somadas devem render mais de 21 milhões de toneladas. Quanto à safra de soja, a produção ficou em 21,7 milhões de toneladas, uma das maiores obtidas no Estado.

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TRIGO – Os cultivos de trigo encontram-se em bom estado de desenvolvimento. Mais de 61% da área do estado já foram plantados e a previsão é que a cultura ocupe 722 mil ha no Paraná. A produção estimada é de 2,4 milhões de toneladas.

Marcelo Garrido, do Deral, acredita que a previsão de um intenso El Niño, no segundo semestre, com menos frio e mais chuvas, aponte para um inverno menos rigoroso, o que pode beneficiar o trigo e o plantio da safra de verão do próximo ano.

OLERÍCOLAS – A primeira safra de batata já foi concluída e apresentou uma queda na área e produção, em relação à safra anterior. Paulo Andrade, do Deral, informou que as chuvas prejudicaram a colheita da segunda safra. A produção estimada teve uma redução de 2% e a produtividade também foi reduzida em 6%.

A área cultivada com cebola vem caindo no Brasil e no Paraná. Os primeiros números referentes à safra 2026/2027 apontam que já foram plantados 212 ha, representando 9% da área projetada de 2,4 mil ha. A expectativa da colheita é de 93,3 mil toneladas, devendo se iniciar em outubro, a depender do clima.

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De acordo com Andrade, a principal razão para a queda da área plantada é a pressão do excesso de produção dos últimos anos que resultaram em preço mais baixo ao produtor.

Porém, ele aponta que a melhoria da tecnologia no campo – uso de híbridos, semeadura direta e irrigação – ampliaram a produtividade que passou de 26.092 kg/há em 2018 para 39.075 kg/ha para esta safra.

Em 2024 o Paraná respondeu por 5,6% da produção brasileira de cebolas, segundo levantamento do IBGE (Instituto de Geografia e Estatística). Foi o sétimo produtor nacional. As regiões de Guarapuava, Irati e Curitiba concentram a atividade no Estado.

BOLETIM SEMANAL – O Deral também divulgou o boletim desta semana que mostra um cenário de valorização em toda a cadeia do leite, apoiada pela menor captação do produto pelas indústrias. O preço do leite cru, pago ao produtor, aumentou 13% em comparação à média de abril.

A avicultura se consolida com a liderança absoluta do Paraná nas exportações. No primeiro quadrimestre, o Estado embarcou 791,1 mil toneladas e faturou US$ 1,43 bilhão. O volume é 6,2% superior ao mês anterior e os ganhos superam em 4,1% o verificado anteriormente. A demanda continua forte por parte da China e Japão.

Fonte: Governo PR

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