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Governo inaugura primeira Sala de Apoio à Amamentação para servidoras lactantes

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O Governo do Paraná inaugurou a primeira Sala de Apoio à Amamentação do Estado na manhã desta segunda-feira (4), no primeiro andar do Palácio Iguaçu. O evento contou com a presença da primeira-dama Luciana Saito Massa, da secretária da Mulher, Igualdade Racial e Pessoa Idosa, Leandre Dal Ponte, do chefe da Casa Civil, João Carlos Ortega, e do secretário estadual de Saúde, Beto Preto. 

A Sala de Apoio à Amamentação é uma das medidas do pacote 10 Ações de Valorização da Mulher na Administração Pública Estadual – Mulheres Por um Paraná Sem Violência, lançado em março deste ano, com objetivo de promover maior igualdade e respeito no ambiente de trabalho. A iniciativa coloca o Paraná como pioneiro entre administrações estaduais a disponibilizar esse espaço em suas dependências, conforme a Secretaria da Saúde. 

O Ministério da Saúde já até certificou a Sala de Apoio à Amamentação no Palácio Iguaçu e reconheceu que o local promove, protege e apoia o aleitamento materno da mulher trabalhadora. A certificação atesta que a sala está dentro dos padrões exigidos, tanto para o atendimento das mulheres como para o armazenamento do leite materno. Isso permite que o leite coletado possa inclusive ser doado a um Banco de Leite, contribuindo para a amamentação exclusiva até seis meses de idade de mais crianças, conforme recomendação da Organização Mundial da Saúde.

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O espaço reservado às servidoras que estão amamentando é todo preparado para que a mãe e o bebê tenham um momento de acolhimento e paz em meio à rotina do trabalho. No local, as mães poderão retirar o leite materno, bem como armazená-lo com segurança em um refrigerador destinado apenas para esta finalidade. As mães também podem utilizar um microondas para aquecer o leite, se for necessário.

“A sala de amamentação traduz o respeito que o Governo tem com as servidoras do Paraná porque auxilia a mulher a exercer o papel de ser mãe”, afirmou Luciana Saito Massa.

Benício, de apenas dois meses de vida, filho da servidora Kelle Cristina dos Santos, foi o primeiro a utilizar a sala nesta manhã. “Eu estou muito feliz, a ideia é excelente, ajuda bastante no retorno ao trabalho. Ter um espaço para extrair o leite e manter o bebê  fazendo a amamentação exclusiva só traz benefícios”, disse a servidora. 

Após essa iniciativa, a intenção do Governo do Estado é construir salas de aleitamento em outros prédios públicos. “Além da implantação no Palácio Iguaçu, estamos prevendo a construção de uma sala de apoio nos novos prédios, bem como naqueles que estão passando por reforma, principalmente aqueles que têm uma grande densidade de servidoras”, afirmou Leandre. 

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“O aleitamento materno é a primeira vacina, que transfere todos os anticorpos da mãe para a criança, então quanto mais ela fizer uso da amamentação, mais protegida a criança estará. Estamos em um mundo dinâmico, que muitas vezes não dá oportunidade até para a mulher amamentar com tranquilidade. O Paraná é o estado com mais consultas de pré-natal no Brasil em relação ao número de gestantes e essa é mais uma iniciativa nessa linha de cuidado”, complementou o secretário Beto Preto. 

A Sala de Apoio à Amamentação é fruto de um trabalho integrado entre Secretaria da Mulher e Igualdade Racial e Pessoa Idosa (Semip), Controladoria-Geral do Estado (CGE), Procuradoria-Geral do Estado (PGE), Secretaria de Estado de Administração e Previdência (Seap), Secretaria da Comunicação (Secom), Secretaria da Saúde (Sesa), Secretaria das Cidades (Secid) e Casa Civil.

Fonte: Governo PR

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Seca recua em várias regiões do Paraná, aponta monitor nacional

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Com o recuo da seca fraca, o extremo Noroeste, Norte, Norte Novo e região Central do Paraná são as áreas que não têm mais nenhum registro de seca relativa no Estado. É o que aponta o Monitor de Secas, divulgado nesta quarta-feira (17). O estudo da Agência Nacional de Águas é realizado em parceria com vários institutos, entre eles o Simepar – Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná.

Também houve recuo da área com seca moderada no Norte Pioneiro, Noroeste, Campos Gerais, norte da Região Metropolitana de Curitiba e de cidades no Sul, próximas à divisa com Santa Catarina. Por outro lado, foi registrado avanço da seca moderada em cidades do Sudoeste e Oeste que ficam na área de fronteira com o Paraguai e a Argentina.

“A chuva foi acima da média no último bimestre em algumas regiões, o que motivou o recuo da seca. Já na área de fronteira a chuva ficou abaixo da média nos últimos meses, o que levou ao avanço da área com registro de seca moderada”, explica Reinaldo Kneib, meteorologista do Simepar que participa do Monitor de Secas.

Os impactos são de curto e longo prazo no Centro-Leste e Nordeste do Paraná, ou seja, podem ter reflexos na agricultura, e de curto prazo nas demais áreas, interferindo também nas atividades agrícolas.

O Boletim Agroclimático do Simeagro, divulgado em maio, aponta que o milho, já em proximidade de colheita, estava com uma área cultivada estimada em 2,9 milhões de hectares – a maior área já registrada para a cultura no Paraná. Já o trigo, favorecido pelas condições de umidade do solo, avançou para 67% da área prevista no Estado.

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CHUVAS – Em maio, entre as 45 estações meteorológicas do Simepar com mais de cinco anos de operação, apenas nove registraram volumes de chuva abaixo da média histórica para mês. Em 18 delas, o volume médio histórico foi atingido nos primeiros dez dias de maio.

Com mais chuva, a temperatura média ficou dentro a abaixo da média histórica em todo o Paraná. As temperaturas mais baixas de maio de 2026 também foram as mais baixas do ano até o momento, registradas entre os dias 11 e 13, datas em que também houve registro de geada em cidades da metade sul do Estado, e chuva congelada em General Carneiro. 

A temperatura mais baixa foi -2,4°C, às 7h do dia 11, no Distrito de Entre Rios, em Guarapuava. A sensação térmica chegou a -7°C em General Carneiro na mesma data, devido ao vento na região.

MONITOR – O Monitor de Secas iniciou em 2014 focado no semiárido, que sofria desde 2012 com a seca mais grave dos últimos 100 anos. Desde 2017 a ANA articula o projeto entre as instituições envolvidas e coordena o processo de elaboração dos mapas.

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O Simepar todos os meses faz a análise das regiões Sul e Sudeste, utilizando dados como precipitação, temperatura do ar, índice de vegetação, níveis dos reservatórios e dados de evapotranspiração (a relação entre a temperatura e a evaporação da água). A cada três meses, o Simepar ainda coordena a elaboração do mapa completo.

No Brasil, no mapa divulgado nesta quarta-feira (17), não há registro de seca extrema ou seca excepcional em nenhum estado. A seca grave está concentrada em uma pequena área de São Paulo. A seca moderada, além de atingir o Oeste e Sudoeste do Paraná, é registrada no Noroeste de Santa Catarina e em áreas de São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Rondônia, Leste do Mato Grosso do Sul, Oeste do Rio de Janeiro, Sudeste do Tocantins, em várias áreas do Nordeste e em pequenas áreas ao Oeste da Amazônia.

A seca fraca está espalhada por todas as regiões do país. Os únicos estados que não têm nenhum registro de seca relativa no mapa de maio do Monitor de Secas são Roraima, Amapá e Mato Grosso.

Fonte: Governo PR

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