Connect with us


Brasil

Governo do Brasil lança o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio)

Publicado em

O Governo do Brasil lança, nesta quarta-feira (1/4), em Brasília (DF), o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio), que marca uma virada na estratégia de desenvolvimento do país ao posicionar a biodiversidade como ativo econômico. O plano integra, de forma inédita, políticas de produção, inovação, financiamento e conservação, abrindo caminho para novos mercados e cadeias produtivas baseadas em recursos biológicos. A proposta é gerar empregos e renda, ampliar investimentos e fortalecer a preservação ambiental, com impacto direto nos territórios e nas populações que vivem da biodiversidade.

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, e a ministra do Meio Ambiente e Mudança do Clima, Marina Silva, estarão presentes.

Elaborado ao longo dos últimos dois anos pela Comissão Nacional de Bioeconomia (CNBio), sob coordenação dos Ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima (MMA), da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), o PNDBio estabelece diretrizes para integrar agricultura, florestas, indústria, energia, ciência e inovação. Delimita, ainda, que o trabalho deve ter como foco a geração de renda, inclusão produtiva e valorização de povos indígenas, comunidades tradicionais e agricultores familiares. 

Leia mais:  Governo reajusta valores do Gás do Povo para ampliar oferta e mitigar impactos externos

Construído com participação de 16 ministérios, da Embrapa e de 17 organizações da sociedade civil, da academia e do setor privado, o plano recebeu mais de 900 contribuições em consulta pública. Define 21 metas e um conjunto de 185 ações estratégicas para ampliar a competitividade da bioeconomia brasileira, gerar empregos e promover o uso sustentável dos recursos biológicos.

Durante o evento, o governo também anunciará um pacote de investimentos de R$ 350 milhões do Fundo Amazônia voltado ao fortalecimento da sociobioeconomia e da inovação na região.

CREDENCIAMENTO – Os profissionais de imprensa que desejam fazer a cobertura do evento devem realizar o credenciamento pelo link.

SERVIÇO:

Governo do Brasil lança o Plano Nacional de Desenvolvimento da Bioeconomia (PNDBio)

🗓️ Data: 1º de abril de 2025, quarta-feira
 Horário: 9h
📍 Local: Auditório Paulo Nogueira Neto, na sede do Ibama – SCEN Trecho 2 – Brasília (DF).
🎥Transmissão: Acesse aqui.

Assessoria Especial de Comunicação Social do MMA
[email protected]
(61) 2028-1227/1051
Acesse o Flickr do MMA

Fonte: Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima

Leia mais:  MPA abre consulta pública para atualização das normas do RGP

Comentários Facebook

Brasil

Mercado Livre de Energia: entenda como funciona a migração e as regras para contratação de energia

Published

on

O Mercado Livre de Energia é a modalidade em que os consumidores habilitados podem escolher de quem comprar energia elétrica e negociar condições contratuais diretamente com fornecedores, geradores ou comercializadores, ampliando a competitividade. Nesse ambiente, é possível definir aspectos como preço, quantidade de energia contratada, prazo de fornecimento, forma de pagamento e, em alguns casos, a origem da energia adquirida.

Todos os consumidores conectados em média e alta tensão, classificados no Grupo A (tensão igual ou superior a 2,3 kV), já estão aptos a migrar. Se a carga individual do consumidor for menor que 500 kW, a participação exige a intermediação de um agente varejista, que gerencia a compra e assume a representação do consumidor junto à Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Esse formato simplifica toda a gestão da comercialização no mercado livre para consumidores com pequenas cargas.

No Brasil, a comercialização ocorre em dois ambientes:

  • Ambiente de Contratação Regulada (ACR) – A energia é fornecida pelas distribuidoras com condições definidas pela regulação setorial.
  • Ambiente de Contratação Livre (ACL) – As condições comerciais são negociadas entre compradores e vendedores.

Como funciona a contratação?

Leia mais:  Portos do Sudeste movimentam 635 milhões de toneladas até novembro e garantem resultado da balança comercial

No Mercado Livre de Energia, o fornecimento do serviço da entrega da energia para o consumidor continua utilizando a rede da distribuidora local, que permanece responsável pela entrega e manutenção do serviço de energia elétrica. A diferença está no modelo comercial, o consumidor segue pagando pelo uso da rede de distribuição (fio), mas ganha a liberdade de negociar o preço e as condições da energia diretamente com geradores, comercializadores ou produtores independentes.

Essa modalidade envolve diferentes agentes do setor elétrico:

  • Geradores – Responsáveis pela produção da energia elétrica;
  • Comercializadores – Realizam a compra e venda da energia;
  • Consumidores livres e especiais – Empresas e unidades consumidoras habilitadas a contratar energia no ACL;
  • Distribuidoras – Responsáveis pela operação e manutenção das redes de distribuição; e
  • Câmara de Comercialização de Energia Elétrica – Entidade responsável pelo registro dos contratos e pela contabilização e liquidação das operações de mercado.

Quando os consumidores de baixa tensão poderão migrar?

A partir do final de 2027 os consumidores atendidos em baixa tensão (inferior a 2,3 kV), como pequenos estabelecimentos comerciais, propriedades rurais e indústrias de menor porte, hospitais e escolas, poderão exercer o direito de escolha do seu fornecedor de energia, de acordo com o Decreto nº 13.097/2026. Segundo o texto do regulamento, a abertura de mercado ocorrerá nas seguintes datas para esses consumidores: 

  • Em novembro de 2027 – Todos os consumidores industriais e comerciais com qualquer carga e tensão poderão começar a migrar para o mercado livre;
  • Em novembro de 2028 – Para todos os demais consumidores.
Leia mais:  Pesca e aquicultura geram empregos em todo o país

O texto estabelece o prazo mínimo para que esses consumidores comuniquem à distribuidora a escolha de um novo fornecedor de energia elétrica, de acordo com as próprias necessidades, e determina as regras que precisarão ser obedecidas para fazer a migração para o Ambiente de Contratação Livre (ACL). Isso inclui requisitos para formalizar a opção, representação por agentes varejistas e prestação de informações aos consumidores. O texto também disciplina o chamado Supridor de Última Instância (SUI), que é quem vai garantir a energia elétrica ao consumidor, caso o novo fornecedor dele tenha algum problema.

Assessoria Especial de Comunicação Social – MME
Telefone: (61) 2032-5759 | (61) 99129-3578 (fins de semana e feriados)
E-mail: [email protected]

Fonte: Ministério de Minas e Energia

Comentários Facebook
Continuar lendo

Mais Lidas da Semana

Copyright © 2019 - Agência InfocoWeb - 66 9.99774262