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Governador sanciona lei que transforma colégios agrícolas do Paraná em cooperativas-escola

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O governador Carlos Massa Ratinho Junior sancionou nesta quinta-feira (6) a lei de autoria do Executivo que transforma os colégios agrícolas e florestais do Paraná em cooperativas-escola. A rede estadual de ensino conta com 23 colégios agrícolas e florestais em diferentes municípios, com o ensino profissional voltado para a prática agropecuária.

Além de incentivar o cooperativismo como atividade de ensino, a nova lei também vai permitir que os colégios comercializem parte da produção das fazendas-escola. Nessas instituições de ensino profissional os alunos participam de uma série de atividades de agricultura e pecuária, como a produção de grãos, hortaliças, leites e outros produtos. Eles são consumidos pelos próprios estudantes, mas o excedente não poderia ser comercializado até então.

Cada colégio terá sua própria cooperativa-escola, pessoa jurídica sem fins lucrativos constituída pelos alunos, servidores e professores. O objetivo, segundo a lei, é a cooperação recíproca de seus associados para promover e estimular o desenvolvimento do cooperativismo com finalidade educativa, por meio de atividades econômicas, sociais e culturais em benefício dos associados e da instituição de ensino.

Com isso, eles terão mais autonomia nas licitações para a compra de remédios e defensivos, entre outros itens necessários à produção, por exemplo. O dinheiro arrecadado com as vendas dos produtos também poderá ser reinvestido em melhorias na própria escola. O recurso não pode ser utilizado para o pagamento da folha de funcionários, mas vai permitir a contratação de jovens aprendizes.

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“O Paraná concentra as maiores cooperativas agrícolas do Brasil, um modelo econômico que deu muito certo por aqui e fez com que o Estado se tornasse um dos principais produtores de alimentos do País”, afirmou o governador. “Nossos colégios agrícolas, que são referência na formação profissional, terão agora acesso a esse modelo na prática, que além de modernizar e incrementar a produção também vai formar profissionais preparados para trabalhar em locais como esses ou, quem sabe, que possam organizar suas próprias cooperativas”.

SUPERVISÃO – O funcionamento das cooperativas-escola será supervisionado pela Secretaria de Estado da Educação. As entidades vão poder estabelecer parcerias com instituições privadas, com ou sem fins lucrativos, para fortalecer o processo de ensino-aprendizagem, implantação e desenvolvimento de tecnologias, manutenção e melhorias nas estruturas, insumos e incorporação de equipamentos e materiais.

Na prática, a cooperativa-escola será uma pessoa jurídica sem fins lucrativos, constituída de alunos regularmente matriculados na instituição de ensino, professores e entidades vinculadas, que tem como objeto social a cooperação recíproca de seus associados para promover e estimular o desenvolvimento do cooperativismo com finalidade educativa, em benefício dos associados e da instituição de ensino.

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Pelo texto, o funcionamento das cooperativas-escolas será restrito à realização de projetos e ações promocionais, educacionais e comunitárias, direcionadas à execução de atividades técnico-produtivas com objetivos educacionais para vivência de práticas produtivas, de gestão, comercialização e cooperativismo.

A proposta não acarreta aumento de despesa ou mesmo renúncia de receita, e a cooperativa deverá fazer um plano de trabalho com a obrigatoriedade de prestação de contas à Secretaria da Educação, que irá acompanhar, orientar e supervisionar seu funcionamento.

Fonte: Governo PR

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Gerente de Recursos Hídricos da Sanepar vence Prêmio Mulher InspirAÇÃO 2026 do Senge-PR

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A gerente de Recursos Hídricos da Sanepar, Ester Amelia Assis Mendes, conquistou o Prêmio Mulher Inspiração 2026, promovido pelo Sindicato dos Engenheiros do Paraná (Senge-PR). O prêmio foi entregue na sede da entidade, terça-feira (23), durante uma cerimônia para celebrar o Dia Internacional das Mulheres na Engenharia. A premiação entregue para Ester tem foco na promoção da equidade de gênero e valorização das mulheres na profissão. 

Para Ester, ser escolhida como Mulher Inspiração é motivo de celebração e reflexão. “Com mais de 30 anos no exercício da profissão de geóloga, esse é um momento único de grande emoção e profunda gratidão. A premiação é uma resposta institucional à urgência da equidade de gênero e ao reconhecimento de trajetórias que transformam a sociedade e fortalecem o setor técnico”, afirmou a gerente da Sanepar.

30 ANOS DE EXPERIÊNCIA – Ester é geóloga e especialista em geoprocessamento, com mais de 30 anos de experiência em recursos hídricos, atuando na integração da gestão ambiental, recursos hídricos e saúde. Trabalha para a segurança da água focada na rastreabilidade, inovação, eficiência operacional e articulação interinstitucional, unindo sustentabilidade e visão corporativa para agregar valor aos negócios e à sociedade.

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Profissional de Gestão de Riscos em Mananciais de Abastecimento Público da Sanepar, lidera atualmente a implementação da estratégia do Plano de Segurança da Água com o Programa Água Segura nos 344 municípios atendidos pela Companhia. Em 2022 recebeu o prêmio Ecologia e Ambientalismo da Câmara Municipal de Curitiba pelo destaque alcançado através de ações em defesa da natureza, do meio ambiente e dos interesses ecológicos.

OUTRO TROFÉU – Além do Prêmio Mulher Inspiração, Ester também concorre, neste ano, ao 5º Prêmio Engenheira Enedina Alves Marques, promovido pelo Conselho de Mulheres do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Paraná (CREA-PR).

Assim como no caso do Senge-PR, o prêmio busca reconhecer profissionais com trajetórias de destaque nas Engenharias, Agronomia e Geociências. O troféu leva o nome da primeira mulher formada em Engenharia Civil no Paraná, em 1945, pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Paraná, e que se tornou a primeira Engenheira Civil negra do Brasil. As vencedoras serão conhecidas no dia 6 de julho.

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Fonte: Governo PR

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